Matt caminhava apressado pelos corredores silenciosos da mansão, sentia o coração acelerado pelas revelações que ainda guardava. Dante havia pedido para encontrá-lo mais tarde, mas não imaginava o que estava prestes a acontecer. Quando chegou ao escritório, Dante estava parado diante da estante, segurando um envelope marrom entre os dedos rígidos, olhar distante. Matt percebeu a tensão no ar antes mesmo de Dante se virar. Sem dizer palavra, Dante deu alguns passos firmes até ele e colocou o envelope em sua mão. O gesto foi brusco, mas carregado de significado. Matt sentiu o peso simbólico do objeto antes mesmo de abri-lo. Dante não deu explicações; apenas passou por ele indo em direção ao corredor, como se temesse que, se permanecesse ali, revelasse emoções que não queria admitir. Conf

