Acordei com uma ressaca desgraçada, e ainda precisava lembrar tudo o que havia acontecido na noite anterior, desde os surtos foram do comum aos surtos pós uso de drogas aos quais eu também, não estava acostumado. Me lembrei de caminhar por linhas horas com Érica, e conversarmos coisas aleatórias, mas ainda estava pensando no que de tão importante havíamos marcado para hoje. Por incrível que pareça, os caras já estavam em pé, a casa cheirava a café da manhã e bom humor, e um som como blues tocava andar abaixo. –Tá, quem tá ouvindo blues a essas horas? –Eu sorri enquanto descia as escadas. –Quem você acha? –Joseph respondia com um certo desgosto, e aquilo com certeza indicava que era Spencer. –Spencer, meus parabéns por não ouvir essa droga de rap que o José escuta... –Peguei um

