Os dias que se seguiram eram cada vez mais embaraçosos. Eu via Érica pelos lugares, mas não tinha coragem de me aproximar dela, e de alguma forma fui criando uma obsessão por apenas olhar ela de longe. Eu via aquilo como um tipo de cuidado, quando você sempre está por perto, mesmo que pareça que em algum momento seja um incomodo, você não deixa essa pessoa sozinha. Foi, então, em uma tarde de Sexta-feira, quando os rapazes novamente insistiram para que eu fosse para uma droga de festa de fraternidade. Era uma fraternidade dessas que cobram a entrada para que consigam manter o aluguel do lugar porque ninguém pensa em arrumar um emprego decente sem ser vender drogas ou camisetas personalizadas. Enfim, sem muitas delongas, acabei percebendo que seria uma boa ideia sair um pouco daquele

