Já tinha anoitecido e eu esperava Nathan sentada no sofá da sala. Quando ele entrou, com a gravata frouxa e o cabelo bagunçado, percebi que o seu dia tinha sido muito r**m. Ele não tinha sorrido, ou mesmo esboçado qualquer reação de que estava bem. — Nathan... — tentei perguntar, mas ele já estava segurando meu rosto entre suas mãos e me beijando. Era um beijo de desespero, e eu poderia até estar imaginando, mas acho que tinha medo. Eu queria conversar com ele sobre um assunto que requeria mais da nossa atenção, no entanto, no momento em que ele me beijou, meu cérebro entrou em curto-circuito e eu me esqueci até de respirar. Nathan afastou as mãos do meu rosto e retirou o terno, jogando-o de lado. Ele não tocava em mim de maneira agressiva, ou bruta, mantinha o cuidado que sempre t

