Eu me sentia impaciente, e em hipótese alguma, conseguiria dormir. Não quando precisava fazer alguma coisa. Saí da cama procurando alguma solução, enquanto andava de um lado para o outro. Nathan deveria ter entrado em contato. Ele não poderia me deixar no escuro, e ainda grávida. Deus... Como eu queria aquele homem ao meu lado. Abri as cortinas do nosso quarto, e olhando para o céu e o brilho das estrelas, pedi a Deus uma luz... “Você deveria ler aquela revista”. Gretha! Sim! Sim! Sim! Ela devia ter deixado algo para mim. Eu sabia que ela não concordava com o fato de Nathan “ser e não ser” prisioneiro de Markov. Desci as escadas correndo e já localizando a revista, que ainda estava no mesmo local que ela deixara. Tudo que eu tinha que fazer era respirar fundo e prestar atenção na pista q

