ARIELA Me levantei para ir embora e naquele momento, senti uma mão em meu pescoço, ele me virou abruptamente e esmagou seus lábios contra os meus possessivamente. — Não o mundo, mas o seu mundo sim, baby. Não tenho forças para detê-lo. Suas mãos percorrem minhas costas até que ele me segurou e puxou para mais perto, me pressionando contra seu corpo. Senti algo duro em mim e soltei um suspiro, eu estava ficando sem barreiras para parar. Meu interior estava se incendiando. Não posso continuar assim. Não posso arriscar tudo por alguém que não arrisca nada por mim. Empurrei seu peito, forçando-o a dar vários passos para trás. Seus lábios estavam vermelhos e pupilas dilatadas, ele queria tanto quanto eu, mas, eu tinha prometido a mim mesma não continuar com isso. Não posso e não quero. At

