ARIELA Contra todas as probabilidades, Andrews veio e colocou os dedos em um dos meus ombros. Ele contornou minha pele com precisão antes de deslizar a mão para baixo. Ele deixou-o descansar timidamente no meu quadril. Estremeci e fechei os olhos ao sentir sua respiração em meu pescoço e seus lábios tão perto. Ele continuava brincando com minha sanidade a ponto de eu não conseguir resistir a ele. — Mesmo que não me odeie, me dê uma razão para odiar você. — ele sussurrou em meu ouvido. Me virei para ficar na frente dele. Pensei que ele me deixaria ir ou se afastaria de mim. Mas naquela noite ele parecia pronto para me contradizer, e se aproximou ainda mais, deixando-me ver aqueles olhos mais de perto do que nunca. Estávamos nos contradizendo em cada ação e palavra. — Você precisa disso?

