ALERTA DE GATILHO!
CAPÍTULO COM ASSÉDIO 🚨🚨🚨
Após o rapaz com o celular na mão dizer que o vídeo estava rolando, o Dodô começa a tirar a minha calcinha.
Para, para! Era tudo o que eu conseguia pensar! Uma ânsia começou a explorar o meu corpo, e eu começo a ter vontade de vomitar.
Eu já estava sem calcinha e sutiã. Dodô já estava com a sua boca no meio das minhas pernas, e eu não conseguia fazer mais nada para sair dali. Eles riam entre si, e começam a se revezar para tocar o meu corpo.
Eu não tinha sido tocada por outra pessoa a não ser o Theo e o Lucas, e ambas as pessoas, tiveram o meu consentimento para tal ação.
- Olha que delícia, essa sua b****a! - Um cara me chupava e apertava as minhas coxas.
Sinto lágrimas saírem do meu rosto. Eu estava ali, mas, ao mesmo tempo, não. Olhava ao meu redor, e os viam dando risada da situação. Como eles conseguiam?
Não dava para resistir, os meus olhos venceram. O sono chegou e a minha luta para mantê-los aberto estava sendo em vão.
Tudo escuro. E eu estava ali, exposta. Sem mais ninguém.
Parecia que eu estava ali por séculos. Conseguia sentir cada toque no meu corpo. Por que eu não apagava de vez? Desta forma eu não sofreria mais na mão daqueles babacas.
Os meus olhos se abrem, e eu consigo enxergar o que estava acontecendo ao meu redor.
Dodô tinha aberto o zíper da sua calça. Não faltava muito para ele fazer o que estava planejando. Ele olhava para cama, e dizia coisas que eu não conseguia prestar atenção, mas parecia que ele estava se vangloriando de tudo aquilo.
Ele vem até a mim, e fica no meio das minhas pernas. Ele começa a beijar o meu pescoço, e começa a massagear o meu c******s.
Não tinha t***o naquilo. Eu estava sentindo um ódio mortal.
Ele começa o c****r os meus s***s, e coloca a c*******a no seu m****o.
Foi questão de minutos para eu conseguir entender tudo o que estava acontecendo ali. Lucas tinha quebrado a porta do quarto, e estava esmurrando gravemente o Dodô.
Os outros 4 caras, tentaram bater no Lucas, mas acabaram desistindo. Leo entra no quarto logo em seguida, vem até mim, e coloca um lençol no meu corpo. Eu não conseguia me mexer, apenas começo a chorar no seu colo.
- Eu vou te m***r, seu desgraçado! - Vejo Lucas esmurrando a cara do cara que tentou me estuprar.
Leo tirava as lágrimas que se formavam no meu rosto. E repetia várias vezes que ia ficar tudo bem.
Eu estava assustada com toda aquela situação. Precisava sair dali. Tudo me remetia a situação que tinha me ocorrido minutos atrás. Faço um esforço enorme para me comunicar com eles.
- Lucas – Tento gritar o nome dele, mas sai como um ruído.
Lucas continuava batendo no Dodô, e eu já não enxergava mais o seu rosto, pois estava todo encoberto de sangue. Leo percebendo o meu desespero, grita o nome do seu irmão.
- Lucas, chega! Depois terminamos o serviço com esse b****a. A Malu precisa da gente agora – Ele diz me ajeitando no seu colo.
Lucas para finalmente de bater no rosto do Dodô, e vem até a mim com a mão cheia de sangue.
- Amor, estou aqui com você, tudo bem? - Ele passava a mão pelos meus cabelos.
Eu não conseguia me mexer, e nem falar. Lucas me enrola mais firme no lençol, e me tira do colo do seu irmão. A única visão que eu estava tendo naquele momento, era das luzes leds que continuavam piscando naquela casa. A música alta continuava também, e parece que ninguém estava sabendo o que tinha acabado de rolar dentro daquele quarto.
Em poucos minutos, eu estava deitada nos braços de Lucas dentro do seu carro. Ele tentava me acalmar, fazendo carinho nos meus cabelos, e me segurando firmemente.
Leo estava dirigindo, e eu não fazia ideia para onde iríamos. Eu só queria a minha cama. Sentia que já tinha sofrido exposição demais naquele dia, e em pouco minutos vejo que tínhamos parado em frente à entrada do meu condomínio. Era isso que eu queria. Colo da minha mãe.
Lucas me ajeita no seu colo, e com a ajuda do Leo, ele me retira do carro. A minha mãe estava assustada junto com o Alex na nossa porta.
- Me diz que não é o que eu estou pensando, por favor – Ela dizia enquanto entrávamos na casa.
-Não! Eu consegui chegar a tempo antes que o pior acontecesse – Lucas responde se sentando no sofá. - Acho melhor levá-la para cima. Ela não está coberta por baixo.
Vejo a minha mãe chorar de soluçar, e estava grata por Alex estar com ela. Eu não ia conseguir dar o conforto que ela merecia naquele momento.
Ao subirmos as escadas, o meu namorado me deita na cama, e pela primeira vez, estávamos sozinhos.
-Meu amor... Você não sabe o ódio que eu estou daqueles caras! Eu vou me vingar por você, ok? - E foram as raras vezes que eu tinha visto Lucas chorar, e lá estava ele.
O seu choro era calmo, estava mais calmo do que da minha mãe, e partia o meu coração ao vê-lo assim.
- Lucas... Não me deixa sozinha – Me esforço para falar.
- Claro que não, meu amor! Mesmo se eu quisesse m***r todos aqueles imbecis, hoje não seria a melhor data para isso.
Fico um pouco aliviada, e me aconchego no seu colo.
Eu não sabia o que tinha acontecido comigo. Por que será que eu não consegui apagar com o “boa noite, cinderela” no meu organismo? O meu corpo estava mole, mas eu não tinha fechado os meus olhos.
- Vamos tomar um banho? - Ele acariciava o meu rosto.
Balanço a minha cabeça que sim, e ele sai em busca de toalha e roupas confortáveis para mim. A minha mãe entra em seguida no meu quarto.
- Oh, minha filha! Se eu pegar quem fez isso com você, eu vou esmurrar todinho! - Ela se senta perto de mim. - Você quer que eu te ajude a tomar banho? Ou posso deixar essa tarefa para o meu genro?
Apenas aperto a sua mão em sinal de resposta.
- É normal não conseguir falar por agora. O efeito da d***a acaba atingindo o seu sistema nervoso, mas não quero que se preocupe! Logo você estará bem de novo – Ela beija a minha cabeça. - Lucas, vou acalmar o seu irmão lá em baixo. Ele me explicou tudo o que aconteceu, e está se sentindo muito culpado! Qualquer coisa você me chama, ok?
Lucas balança a sua cabeça que sim, e a minha mãe se retira do quarto.
- Vamos, meu amor? - Ele me puxa com toda a delicadeza do mundo para o seu colo. - Vou retirar o lençol de você agora, ok?
Eu apenas o seguia com os olhos. Lucas tinha sido o maior cavalheiro comigo. Ele retirou o lençol do meu corpo, e acabou ficando somente de cueca. Estava presumindo que participaria do banho comigo.
- Tudo bem se eu ficar de cueca com você? - Ele me encara quando estava me ajeitando nos seus braços.
Balanço a minha cabeça lentamente, e ele caminha até o banheiro comigo. O Chuveiro é aberto, e eu dou graças a Deus que aquela acaba quente escorre pelo meu corpo.
A vontade que eu tinha, era de pegar um bombril na cozinha, e passar pelo meu corpo todo, mas a mão do Lucas era o suficiente para tirar todos os resquícios daqueles babacas.
Lucas era o meu remédio para aquele momento. Eu precisaria dele. Fico feliz que ele não tenha se zangado, ou brigado comigo por ter acontecido isso. Sei que não tenho culpa 100%, mas fiquei aliviada por ele estar comigo depois de tudo o que rolou.
O nosso banho tinha sido finalizado. Lucas me coloca sentada na tampa da privada para conseguir me secar, e depois caminhamos lentamente para a minha cama.
Ele me deita na cama, e começa a vestir um pijama de frio no meu corpo. Pega uma escova no meu guarda-roupa, e penteia os meus cabelos. Não faltou muito para eu pegar no sono depois daquele gesto todo.