A noite toda eu me reviro na minha cama solitária, lembrando-me dos acontecimentos daquela noite. De manhã, o sono superficial e inquieto finalmente toma conta. Sonho com uma casa enorme de dois andares no campo. Não há uma alma por perto, o meu coração está afundando de medo intangível. Estou descalça, com um vestido branco com renda, que lembra um vestido de noiva. O meu cabelo cai solto sobre os meus ombros em ondas e esvoaça ao vento. Corro para esta casa, mas não consigo entender por quê... Por que preciso ir até lá? O que estou fazendo aqui? Correndo para dentro, atravesso o espaçoso corredor com pé-direito alto e abro a porta do quarto mais próximo. Está vazio lá. Não há nada. Entro no próximo, vazio novamente. Corro para outra porta esculpida, empurro-a e congelo. Novamente,

