— Não fale bobagem. Não vou deixar você ir a lugar nenhum. Ele responde com firmeza. — Quero ficar sozinha! — Vamos para casa. Conversaremos pela manhã. Quando você se acalmar. De novo... De novo ele decide tudo por mim. — Vá para o infe*rno! Agarro a maçaneta, mas não tenho tempo de abrir, porque ele bloqueia as portas. Ele me agarra pelo cotovelo e me vira para ele, me sacudindo um pouco. — Pare de ser histérica. Você é minha mulher. Eu só estava ajudando você a resolver o problema. — Não existia um problema. Respondo, tirando a mão dele de mim. Andrew se vira e passa as mãos pelos cabelos. — Caramba. Ele esfrega o rosto com as palmas das mãos. — Era para mim. E eu resolvi isso. — Sem me consultar! — Eu sabia que você reagiria dessa forma. Estava procurando o momento certo par

