02 - Cleide Muniz

1845 Palavras
Cleide Muniz Fiquei tão aflita e preocupada em como o Henrique reagiria à presença do Augusto em casa, sempre foi apenas nos dois desde a minha separação e tinha muito medo de me envolver com outro homem por tudo o que passei nas mãos do James. Aquele monstro chegou ao ponto de me deixar quase morta em casa sozinha com o Henrique. Ele era somente um menininho, mas graças a Deus, aquela grande tribulação acabou e vivemos anos felizes, somente eu e ele. E com a ajuda da Mel e da Bianca, criei um bom menino. Henrique como todo adolescente, tem seus momentos de rebeldia, mas ele sempre vem e me pede desculpa pelas suas atitudes. E quando ele viu o Augusto bêbedo e o ajudou, vi que ele gostou dele de cara, e quando percebemos, o Augusto já estava praticamente morando com a gente e sabia que eles estavam indo muito bem com essa nossa nova rotina aqui em casa. Henrique tem finalmente um bom amigo, mas tenho até medo quando esse rapaz precisar voltar para a cidade deles e precisarem se afastar. Olho para eles enquanto estão brincando com o vídeo game na sala e o Augusto está me ajudando a limpar a cozinha e guardar o que sobrou. — Que carinha é essa de preocupada, meu amor? — Ele percebeu a minha preocupação. — Olha ali, Augusto, desde que esse rapaz entrou na vida do meu filho, eu o vejo cada dia mais feliz e como realmente deveria ser. — Ele fica confuso com o que digo para ele. — O Henrique acabou precisando amadurecer mais rápido que necessário. Ele, com dez anos, precisou entender que precisávamos fugir para que não fosse morta. Ele me ajudou sempre que precisei, aceitou estudar em péssimas escolas e se esforçava em casa para ser exemplo. — Me lembro de todas as coisas que sempre quis dar para ele e não pude dar, porque quase passamos fome durante uma época. — Você criou um ótimo menino, amor, não se preocupe, ele continuará crescendo, você fez com que o caráter dele tivesse uma ótima base. — Augusto gosta muito do meu filho, mas acredito que seja porque ele nunca teve nenhum filho, apenas uma ex-mulher que ele não comenta muito. — Assim espero grandão. — Volto a me prestar atenção em tudo o que estou fazendo e sinto alguns beijos na minha nuca e dedos leves tirando o meu cabelo do caminho. — Acho que você parece bastante cansada, o que acha de relaxar um pouquinho, querida? Os dedos dele começam a descer pelo meu braço e, quando ele chega na minha cintura, sinto o calor da sua pele em contato com a minha. Sua mão invade por dentro da minha camiseta e vai subindo até alcançar meu seio direito por cima do meu sutiã. Me controlo para não fechar os olhos e aproveitar a sensação que ele está me dando. Enquanto os meninos seguem prestando atenção no jogo. Rebolo em contato com o quadril do meu grandão, que ri no meu ombro. A mão dele começa a descer por minha barriga e seus dedos ágeis invadem meu short e minha calcinha já encharcada com todo esse desejo que estava nos envolvendo. Ele consegue invadir minha i********e e seus dedos começam a me circular e apertar meu clítoris. Abafo o gemido com o guardanapo e acho que chega de brincar aqui nas vistas dos meninos, me viro rápido para ele, que me prende em seus beijos, tento me recompor e, como hoje já é sexta-feira, eles podem ficar aí na sala até mais tarde jogando. — Filho, estou indo me deitar, feche a porta, tudo bem? Outra coisa, o limite máximo para ficar no jogo é meia-noite. Se acordar e ver vocês dois aqui embaixo após meia-noite, vou cancelar o cinema. — Tento manter a voz firme, mas sentir a ereção do Augusto na minha costa não estava me ajudando. — Por favor, mãe, até uma da manhã prometemos que deixaremos o volume baixo… — Tudo bem, mas nada mais que isso e a louça de amanhã é sua. — Augusto nem o deixa falar mais nada, e começa a me puxar para o nosso quarto. — Augusto, mas é muito tarde para eles irem para a cama. — Ele começa a rir. Do nada, sinto que o mundo ficou de cabeça para baixo e vejo que os dois começam a rir e a última coisa que ouço do meu filho é ele falando que vai fazer pipoca para eles. — Ainda pouco estava feliz por que ele está começando a curtir a adolescência dele, então o deixa dormir até mais tarde. Sinto a mão dele invadindo meu short e tentando me dar prazer, mas a posição em que estou não é muito favorável. Entramos no nosso quarto e ele me põe na cama enquanto. O vejo voltar para trancar a porta e já começa a tirar a sua roupa. O sorriso de safado aparece em seu rosto quando ele baixa a sua cueca boxe e revela aquele corpo que parece ter sido talhado por Michelangelo e está exposto em alguma galeria em Florença. Sua ereção é de tirar fôlego toda vez que ele entra todo dentro de mim. Às vezes, chego a duvidar que o Augusto tenha seus 55 anos e consiga manter esse fogo todo por tantas horas sem ajuda de nenhum remedinho. Meu grandão tem um pique que, às vezes, quero dizer não, mas ele sabe me convencer e nunca me arrependo. — Por que está com esse sorriso bobo aí, Cleide? — Ele vem em minha direção com um leopardo que está se preparando para dar um bote na sua caça. — Seu sorriso está ficando maior, querida, vai me dizer o que está passando na sua cabeça? — n**o com a cabeça. O sorriso dele fica maior e não sei como ele consegue fazer com que a sua ereção pulse. Então, ele o massageia na minha frente e passo a língua em meus lábios, sentindo a água na boca ao ver essa escultura. A única vontade que tenho é de chupá-lo com vontade e sentir seu sabor, porque o Augusto tem de cheiroso, ele tem de gostoso. Sem pudor nenhum, seguro na sua base e o coloco todo na minha boca. Vou saindo da cama até ficar de joelho na sua frente e dar prazer ao meu grandão que abre a boca em um O grande sentindo prazer. Ele geme baixinho e solta um palavrão ou outro enquanto tento engolir toda a sua ereção o máximo que eu consiga. — Vem, meu amor, quero sentir seu calor me apertando e me sugando… Começo a tirar a minha roupa em tempo recorde, ele rasga mais outra calcinha. O que me faz lembrar a necessidade de comprar mais, já que o bonito tem o habito de destruir todas as que eu tenho. Ele me leva para a cama e se encaixa entre minhas pernas. Só de imaginar ele entrando em mim já sinto meu prazer se formando. Quando ele faz realmente o nosso encaixe, Augusto abafa meu gemido com um beijo. Seu movimento é feito com força e agilidade, enquanto desce sobre o meu corpo e começa a sugar meu seio. Sua mão massageia o outro e depois inverte para dar atenção aos dois igualmente. — Como posso amar seu corpo dessa forma? Sou tão apaixonado por você, Cleide, amo te dar prazer… Estava tão enebriada pelo prazer que m*l conseguia entender o que ele falava. — p***a de mulher apertada e quente, isso me aperta, amor. — Seguro em seus ombros e me esfrego mais ainda contra a sua pelve. — Quer mais amor? — Concordo com a cabeça, porque raciocínio eu não tenho mais nenhum. Ele me vira de costas e me deixa de quatro na ponta da cama enquanto ele fica em pé. Sua mão vai para o meu cabelo e, com um pouco de força, ele me puxa para seu peito enquanto entra e sai devagar. Sua outra mão livre vai para minha b****a e ele me dá pequenos tapas em meu c******s, o que faz explodir em um orgasmo alucinante. Solto vários suspiros enquanto minha mente vira uma geleia e nem sei mais o meu nome, enquanto meu grandão trabalha forte para me dar mais uma sequência de orgasmo antes que ele mesmo alcance o seu. — Acho que vamos passar a noite toda assim, quem sabe não façamos um bebê? Esse é o que eu mais desejo dele. — Não me importo de ser sua durante a noite toda, meu amor, e será um prazer gerar um filho do nosso amor. Parece que depois do que ouviu, o ânimo dele dobrou de tamanho, o que fez com que meu corpo tivesse vários orgasmos um atrás do outro. Sinto-o pulsando dentro de mim, chegando no seu próprio orgasmo e ganho mais alguns tapas na minha b***a. Até que o sinto relaxando nas minhas costas e seu suor escorrendo entre nós. Tentamos recuperar o fôlego e começo a sair da posição em que estava ou sei que iriamos iniciar outra rodada. Ele fica de pé e me puxa para os seus braços com carinho. — Vamos tomar banho, amor, e depois voltamos para a cama. — Falo para ele, que ainda tentava recuperar o fôlego. — O que foi? Parece cansado, foi de mais para você? Falo com sacarmos e acabo ganhando mais um tapa na minha b***a, que deve estar toda vermelha. Entramos na banheira e relaxo deitada no seu peito. Augusto começa a passar a esponja com sabonete no meu corpo e o cheiro começou a me tranquilizar. — Cleide, falei sério sobre termos um filho. Sei que temos idade para isso e você está quase com 41 e pode ser perigoso… e… — Ele não consegue concluir o seu pensamento. Sei que ele sempre quis ter um filho e, se eu tivesse sido feliz com o James, eu com certeza teria tido outras crianças. Me viro no seu colo, olho em seus olhos e seguro em seu rosto. — Ei, eu quero também e podemos usar os avanços da medicina para nos proteger de todos os riscos, o que acha? — O sorriso dele cresce com a minha decisão e me agarra mais ainda, me beijando e reiniciamos mais uma rodada de sexo. Tarde da noite, saio da cama e olho para meu grandão que estava dormindo. Vejo ser duas da manhã e decido ir olhar aqueles dois. Visto o meu roupão e vou até o quarto dele. Sorrio assim que abro a porta e os vejo dormindo. Observo o quanto meu menino estava tranquilo e feliz, é por isso que me esforço tanto para que ele tenha um bom estudo para não ser um homem r**m como o pai dele foi conosco. Mais que isso, que ele seja um homem de sucesso igual ao meu grandão ali no meu quarto tem sido para mim e até mesmo sendo uma referência paterna que meu filho nunca teve.
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