Eu permaneci em silêncio por alguns minutos, enquanto observava a minha ex-sogra mimar o bebê. Eu estava procurando na minha cabeça as palavras certas para pedir que ela não contasse nada a Ethan sobre a criança. — Sra. Davis, por favor, não diga nada ao Ethan. Não quero que o meu filho tenha que sofrer o desprezo do próprio pai. Eu declarei, entendendo que não adiantava mais continuar ne*gando o óbvio. — Você acha que isso vai acontecer? Ethan não é… — Posso acreditar em qualquer coisa sobre o seu filho, infelizmente ele não era o que eu pensava que era. Eu respondi. Amélia não respondeu, depois de tudo o que aconteceu, não havia sentido em defender o indefensável. — Não vou contar a ele, mas quero te pedir uma coisa. Ela disse séria. A minha expressão, que até então era neutra, end

