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921 Palavras

Nem narrando Estava quase chegando em casa quando o rádio estourou com os primeiros tiros. Rapidamente, tirei minha arma da cintura e vi o povo começar a correr. — O PCC tá subindo, p***a! — Junior gritava pelo rádio. — Onde tá todo mundo? Se divide nas entradas. Pega os vapores, vamos atacar. — Eu respondo rápido, sem hesitar. A troca de tiros começa e a correria dos homens toma conta. Eu subo pelas escadas, e um tiro passa raspando. — Filho da p**a! — Eu xingo, atirando de volta, mas sigo subindo, até chegar no topo do morro. O cara que tava atirando em mim não me dá descanso e me segue, não parando de disparar. Eu também não paro, mas sigo subindo até chegar perto de uma parede onde me escondo. Consigo escutar os passos dele se aproximando, e quando me viro para atirar, minha arma

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