CAPÍTULO 178 CAROL NARRANDO Eu já não conseguia pensar em nada, só no calor do corpo dele tão perto do meu. O jeito que o Dante me olhava, firme, como se eu fosse só dele, me deixava sem ar. O peso do corpo dele contra o meu, a madeira da mesa gelada na minha pele… tudo aquilo parecia intensificar ainda mais o que eu sentia. Quando ele encostou a cabeça do paü dele na minha entrada, um gemido escapou sem eu nem conseguir segurar. Meu corpo implorava por ele, e eu só queria que ele acabasse logo com aquela tortura. — Eu quero você… agora. — falei ofegante, puxando ele mais pra perto. Ele sorriu torto, aquele sorriso safadø que me desmontava, e continuou roçando devagar, como se gostasse de me ver perder o controle. Eu agarrei o pescoço dele com força, beijei com toda a vontade que tinh

