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O silêncio da Islandesa

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intro-logo
Sinopse

O chefe da máfia se decidiu, iria sem dúvidas se aposentar, mas seus dois filhos Harry e William eram dois bastardos sem responsabilidade, ele não tinha nem se quer um herdeiro.

Então algo deveria ser feito, aqueles dois seriam forçados a se casar para então assumir o império mafioso.

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Bem vinda
Um homem de fios negros, usava um sobretudo preto, puxava as luvas de couro preto até o pulso acertando em seus dedos. Um dos capangas que o acompanhavam retirava uma arma revestida de ouro do bolso, a destravando e erguendo para o homem que caminhava à frente. O moreno que guiava a todos era o maior chefe da máfia inglesa, a famosa e renomada família Wright, a importante família era conhecida por todos, incluindo polícias e a família real. Os demônios ingleses como eram chamados eram donos da Inglaterra nada acontecia sem que eles soubessem ou autorizassem. Seus crimes iam de tráfico de drogas, assassinatos de aluguel, contrabando, tráfico de órgãos e mulheres, e o maior e mais importante, venda e compra de armas. Como fachada uma fábrica de carros, mas internamente uma extensa rede de fabricação de armas. Era tanto dinheiro que durante anos o líder da família, o papa, o patriarca, usava os milhões para acender a lareira em dias frios. Os demônios ingleses viviam uma hierarquia, o pai ou líder como preferir era a autoridade máxima, depois dele seus dois filhos, William Wright, o primogênito, c***l, irracional e incoerente. Depois Harry o caçula, racional, calculista e com certeza o mais sanguinário. Seguidos os irmãos não de sangue. Qualquer um abaixo deles não importava, aqueles eram os nomes que estamparam as revistas de homens mais requisitados. Pelos cargos dentro da empresa automobilística? Não, pela máfia. Os seis homens daquela família de mafiosos eram conhecidos por serem de postura fina, muito elegantes e charmosos. Muitos eram os apelidos para aqueles homens nas ruas de Londres, os príncipes de ouro, os demônios, mas sem dúvidas o mais conhecido deles era: Os tigres de Londres. Era perfeito para os imensos predadores sexuais que aqueles malditos mafiosos eram. Qualquer mulher escolhida por eles para uma noite seria a mulher mais sortuda da Europa, além de homens de requinte, eram conhecidos pelo sexo inebriante, todas queriam, mas eles nunca dormiam com a mesma mulher, então se eles lembrassem seu nome depois seria considerada sortuda entre as sortudas. A escolhida teria uma única noite de luxo e prazer depois jamais o veria outra vez, era o lema daqueles bastardos. Nesse dia ao qual estou contando essa história o líder está prestes a "limpar" uma dívida. – Fiquem na porta. - Pegou a arma de seu capanga e adentrou o quarto. Um homem assustado estava deitado com uma mulher, rapidamente pulou da cama estendendo as mãos. – Tampe suas coisas. - O líder mafioso balançou a arma em direção ao quadril do outro. O homem colocou o travesseiro diante da virilha. – Você tem revendido minhas armas não tem? - Olhava sério para o homem. Com um pouco de atenção podia-se ver uma gota de suor escorrer pelo rosto daquele pobre coitado. – Não, jamais faria isso senhor... Eu sou fiel a família principal, juro pela rainha. - Apertava o travesseiro contra o quadril. – Me prove, onde estão os rifles Winchester que pegou comigo na sexta? - Apoiou a mão na cintura. O homem permaneceu silencioso, quando planejou abrir a boca para responder o homem acertou sua cabeça. – i****a. - Suspirou. A mulher se encontrava em pânico da cena recém vista, um homem havia sido morto diante de seus olhos. – Querida, isso não é pessoal. - Piscou para a mulher com o jeito galanteador, em seguida atirou na cabeça dela. Limpou o cano da arma no sobretudo e saiu entregando a arma para um dos capangas. – Ligue para Harry e William, quero chegar em casa e ver ambos à minha espera. - Disse andando na frente outra vez. A hierarquia era clara até ao caminhar, os capanga sempre atrás do líder, mas sempre atentos a prováveis tentativas de assassinato. A família tinha muitos inimigos, então não podiam deixar margem para erros. Mas o fato era, o pai da família não tinha mais a mesma disposição para manter a máfia como antes, desejava sem dúvidas passar para frente a liderança, na realidade ele já havia escolhido quem seria seu herdeiro, e não seria seu primogênito. Não demorou nem dez minutos para chegar em casa, na sala de reunião da imensa mansão estavam à espera dele os dois filhos. William estava sentado de qualquer forma, os dedos entrelaçados diante do abdômen, enquanto batia seus polegares. Harry estava apoiado em uma das paredes com os braços cruzados, parecia estar de mau humor. O pai de ambos entrou, fazendo que aqueles dois insolentes, ajeitassem suas posturas. Se sentou na cadeira de couro diante da longa mesa, retirou o chapéu. William e Harry se sentaram um de cada lado do pai. – Eu estou velho, não tenho mais o mesmo pique de antes. - O mais velho começou seu discurso. - Quero me aposentar... Mas vocês dois são uns inúteis, nenhum dos dois tem família, e eu não vou passar todo meu império para um moleque insolente que não tem postura de um líder. – O que quer dizer com isso? - Harry ergueu uma das sobrancelhas para o pai. – Quero dizer que preciso que vocês me dêem herdeiros, principalmente você Harry. - Apoiou os cotovelos na mesa juntando os dedos. - Você vai ser o papa quando me aposentar. – Porque ele? - William apoiou as mãos na mesa se levantando. – Porque você tem a maturidade de um adolescente de 16 anos, enquanto Harry tem a postura e a cabeça mais adequada para um líder. - Disse com tranquilidade. - Retornando ao assunto... Quero que vocês se casem, perpetuem a família, chega de infantilidade, sexo casual e todas essas bobagens. – Não sei em que universo o senhor vive, mas como acha que uma noiva vai brotar do chão para um casamento tão repentino? - Questionou o caçula cruzando os braços. – No caminho para cá conversei com algumas pessoas... Noivas para ambos estão a caminho. - O mafioso disse. - Fui específico nos requisitos, aposto que agradaram a ambos. ^~^ Uma bela garota de pele branca como a neve, cabelos negros como carvão, olhos azuis como o céu ensolarado e lábios rosados como uma delicada flor da primavera, caminhava pelas ruas da pacata cidadezinha do interior da Islândia, em busca de chegar a seu trabalho. A moça de aparência angelical tinha curvas monumentais por debaixo do sobretudo, s***s fartos e um quadril largo acompanhado de um grande traseiro, era a queridinha da cidade, todos adoravam a doçura da moça e sua bondade. – Branca de neve, boa noite. - As senhoras de idade acenavam. A garota sempre ria do apelido que havia adquirido pela cidade, todos a chamavam de princesa Branca de neve pela semelhança forte com a história. Mas a vida dela estava longe de ser perfeita, a moça era órfã, sonhava em ser professora de dança, mas naquele pacato lugar não havia espaço para isso, se permanecesse ali o máximo que conseguiria era se casar com um cortador de gelo e se tornar dona de casa. Era um temor, ela queria uma acadêmia de dança, um marido que não fosse um conservador morador do interior que achava que mulheres só serviam para procriar e cozinhar. Então para concretizar seu sonho ela resolveu trabalhar a noite no bar local, um péssimo lugar por assim dizer. Um bar m*l encarado, repleto de pervertidos e pescadores sem um pingo de respeito pelas mulheres. Ninguém na cidade queria aquele emprego, mas a moça estava disposta a engolir o orgulho e trabalhar para juntar seu dinheirinho. Entrou no bar, o cheiro de peixe enchia suas narinas, a vontade de chorar a preenchia, depois de dois meses ali, ela já sabia como seria sua noite. – Annabeth, os clientes chegaram. - Disse o senhor Willy dono do bar. A bela mulher respirou fundo, amarrou os longos fios negros e lisos que iam até o quadril num r**o de cavalo, colocou o avental sobre sua calça jeans e camiseta lilás, eram roupas justas, mas as que a serviam, era difícil achar roupas naquela cidade para alguém de curvas tão intensas, todas acabavam por ficar justas. Saiu dos fundos da loja para o salão, caminhou por entre as mesas para servir o senhor de barba cinzenta que estava sentado. – Branca de neve, linda como sempre, diga-me quando vai se casar? - O velho dizia alisando a barba. – Senhor Anthony, uma mulher trabalhadora não tem tempo para pensar em casamento. - Dizia ao máximo esforço para não ser rude com os clientes. Mas naquela cidadezinha do interior, uma mulher com seus 23 anos já deveria estar casada. – Se casar logo pode abandonar essa vida de garçonete e ter uma vida decente de esposa. - Disse o outro com a barba ruiva. Para os homens daquela cidade, uma mulher só era decente se fosse casada e recatada do lar. Cada frase fazia com que Annabeth quisesse mais ir embora daquele maldito lugar. Algumas horas depois e o bar transbordava de pessoas, a moça de fios negros caminhava para todos os lados, com bandejas e mais bandejas, ela era boa, não derramava nada, andava entre as mesas, e vez ou outra recebia palmadas no larga traseiro. – Gostosa. - Dizia um dos homens mais novos, acertando-lhe uma palmada. – Case comigo Anne. - Dizia o outro a puxando pelo pulso. Todas as noite era assim, o assédio constante, e ela se trancando no banheiro por horas para chorar de frustração. Depois das duas horas da manhã o bar havia fechado, ela saia pelo beco apoiando a mão no peito sobre o coração, havia passado mais um dia sem desistir, mais alguns meses e teria o dinheiro necessário. Os dois homens olhavam a moça caminhar a distância. – Ela é exatamente como o mafioso disse que queria, vamos levá-la. - Disse um dos homens m*l encarados. – Aquele desgraçado vai devorar essa bonitinha viva. - Tirou o clorofórmio do bolso. – Já não é problema nosso, ele disse que queria uma mulher de quadril largo e s***s fartos para gerar uma criança. Essa é, vamos logo, essa cidadezinha fede a peixe. - Molhou o pano com clorofórmio e se aproximou por trás da moça tampando seu nariz e sua boca. – Devíamos nos aproveitar dela. - O outro disse ao ver a bela mulher desmaiar. – Você bebeu? Tocar em uma mulher que estamos sequestrando para o homem mais violento da Inglaterra? - Pegou a moça nos braços. – Você tem razão, vamos entregar ela logo pro Papa. - Disse abrindo o porta malas para a moça ser colocada, mas não sem antes ter pernas e braços amarrados, fechou a boca dela com fita e vendou os imensos olhos azuis. ^~^ O líder da máfia havia reunido seus dois filhos outra vez, e dessa vez a mãe de ambos se encontrava ali. Os capangas traziam duas mulheres com os braços amarrados, usavam sacos na cabeça para que não pudessem ver, com os rostos tampados. – Essas são as mulheres que escolhi para vocês. - O papa dizia com um largo sorriso. - Tirem isso do rosto delas. Os capangas puxaram os sacos liberando a visão para as duas mulheres extremamente bonitas, encorpadas e delicadas. Uma era a pobre garotinha órfã da cidade interiorana da Islândia, enquanto a outra era uma mulher n***a de longos cabelos brancos a altura do traseiro, com olhos azuis acinzentados. Duas mulheres maravilhosas. – Harry, escolha qual será a sua. - Pai disse apoiando a mão no ombro do caçula. – Vai forçar uma mulher sequestrada a me amar agora? - Cruzou os braços encarando o pai. – Conquiste ela, qual vai querer, diga logo, não temos a vida toda. - O pai apertava a mão no ombro do rapaz. Harry deu um longo suspiro e encarou ambas as moças... A de cabelos negros atraía seu olhar, ela o fazia lembrar da história da branca de neve, ele adora livros e na infância seus prediletos era os contos onde o príncipe salvava a pela princesa. – Ficarei com essa. - Apontou para a de cabelos negros. – Ótimo. - O pai sorriu vitorioso. - William essa é a sua. - Apontou para a de cabelos brancos. O primogênito simplesmente assentiu. – Querida, converse com elas, temos trabalho a fazer. - O chefe saiu, seguido de ambos os filhos. Os capangas pararam ao lado de fora da porta e as fecharam. – Bom meninas, sou Victoria Wright, esposa do chefe da máfia inglesa. - Se aproximou de ambas. - Soltarei vocês, mas antes breves explicações. A de cabelos negros olhou para a garota a seu lado que também tinha um olhar de medo. – Primeiro de tudo, foi garantido que vocês fossem órfãs sem família que as procurasse, depois de descobrirmos quem eram, uma ficha sobre vocês foi levantada minuciosamente para sabermos suas personalidades... A população de seus respectivos lares acham que vocês saíram por livre espontânea vontade, ou seja, não virão buscar vocês. - Disse com tranquilidade caminhando em círculos. Annabeth engoliu a saliva com dificuldade, sabia que mesmo se fosse sequestrada ninguém viria de qualquer forma. Já a de longas madeixas brancas tinha um olhar perdido. – Então de agora em diante, vocês duas pertencem a máfia inglesa, mas devem se sentir privilegiadas, vocês duas serão esposas dos futuros líderes. - Apoiou a mão no ombro de ambas. – Acredito que será difícil serem arrancadas de seus lares para se casar de forma forçada e dar herdeiros, mas confiem em mim quando digo que meus filhos são homens corretos sobre mulheres. - Sorriu de forma doce. - Serão amadas e muito bem tratadas, terão absolutamente tudo, jóias, roupas, carros e sapatos, tudo que quiserem. As duas se olharam cúmplices da situação que forçadamente haviam se envolvido. – Serei mais clara então, aceitem a posição de bom grado, se vocês fugirem vão morrer, se vocês gritarem vão morrer, se pedirem ajuda vão morrer. Isso aqui é a máfia, não sobram testemunhas, sejam boas esposas e terão uma vida de luxos, tentem escapar e serão mortas. A mansão tem 45 capangas a protegendo, não cai uma folha no gramado sem que fiquemos sabendo. - Soltou a boca de ambas. – Bem-vindas, a família. - Sorriu para as garotas soltando suas mãos. A matriarca daquela família apresentou a casa para as duas senhoritas e agora seguia com ambas pelo corredor. – Este é o corredor dos quartos, no final. - Apontou para a porta dupla. - É o meu e do meu marido. As duas a acompanharam até a parte onde havia uma porta de cada lado do corredor. – A esquerda é o quarto de Harry, onde Annabeth ficará, a direita o quarto de William onde Katherine ficará. - Disse apoiando uma das mãos na cintura. - Decorem o lugar, e as posições de seus futuros maridos, Harry sempre é a esquerda... A esquerda do pai, a esquerda do líder dele, já William sempre a direita. As duas assentiram positivamente. – Ótimo, eu deixei roupas novas para vocês, peço que se banhem e se troquem para jantarmos, os rapazes não voltarão a tempo, então teremos tempo de sobra para conversar. - Disse a matriarca com um doce sorriso. - Lembrem-se dos meus avisos, não tentem fugir... Só me obedeçam e a estadia nessa casa será boa para todas nós. - Acenou e seguiu pelo corredor. As garotas se olharam e logo entraram em seus respectivos quartos. Anne se assustou ao ver o tamanho do quarto, em tons de preto e cinza, era um ambiente fino. Cortinas de persiana preta junto com lençóis também preto mas de seda. – Uau. - Ela caminhou pelo cômodo, era tão organizado que nem parecia ter alguém que o habitava. O quarto tinha duas escrivaninhas, uma penteadeira, uma gigantesca televisão, e todos os tipos de aparatos tecnológicos, de celulares, tablets e Mac's. Pensou em pedir ajuda, em usar aqueles apetrechos para chamar a polícia, mas sentiu medo, desafiar a máfia não parecia bom. Havia uma imensa porta de vidro, que dava para a varanda, já que o quarto era no segundo andar. A visão dali era para o gigantesco jardim, uma quadra de tênis e uma piscina gigantesca com um símbolo exótico no fundo. Junto de tudo isso havia dezenas de seguranças. A cena fez a pobre garota engolir seco, tinha certeza que não sairia dali, não com vida. Saiu da varanda entrando no longo quarto outra vez. Dentro do ambiente mais duas portas, uma que ela julgou ser o banheiro e estava certa. Entrou no cômodo que era feito em mármore branco e cerâmica preta, lindíssimo, da pia até o chuveiro, banheira e hidromassagem tudo era reluzente. Nas pias, haviam duas, parece que já o fizeram com intuito que o rapaz teria uma esposa, do lado esquerdo como a mãe havia dito, estava alguns perfumes masculinos, creme e loção pós barba, desodorantes e gel. Annabeth como a boa curiosa que era fez questão de cheirar os perfumes importados, ler os rótulos e rir um pouco. – Creio que meu marido é um narcisista metrossexual. - Riu apoiando a mão na boca. Viu os roupões pendurados e sem dúvidas o menor seria o dela. Se despiu, ligou o chuveiro e se banhou, durante todo o tempo, tentava lembrar do rosto que havia a escolhido como esposa, ela não se lembrava, pois ainda estava atordoada do clorofórmio e a escolha ocorreu dentro de poucos segundo, então não teve nem chance de ver o rosto de seu futuro marido. Suspirou frustrada, era forçada a uma vida nova e nem sabia com que tipo de homem se casaria, isso implicava em uma pequena investigação pelo quarto. Pois, dependendo do tipo de homem que seria obrigada a viver iria preferir a morte. Vestiu-se com roupão e seguiu pelo quarto dando início a sua pequena investigação. Abriu gavetas, revirou as escrivaninhas e nada, não havia um foto, um diário, nada mesmo. Suspirou frustrada outra vez, como última tentativa olhou por debaixo da cama, e bem escondida estava uma caixa prateada. Sorriu vitoriosa e puxou a caixa para si, abriu e se deparou com uma arma revestida de platina, havia diamantes encrustados no cabo, e um bilhete. "Para meu bom amante, com carinho sua amada." Era um presente caro, de alguma amante dele. A garota rapidamente devolveu a caixa a seu lugar e seguiu para o closet. O imenso closet que era do tamanho do apartamento dela naquela cidadezinha, do lado esquerdo as roupas de Sebastian, pretas, cinzas e brancas, provavelmente pelas regras da máfia. Já do lado esquerdo vestidos de todas as cores, calças, blusas e lingeries. – Caramba, isso é mais roupa do que já tive na vida. - Olhou maravilhada. Pegou um vestido tubinho midi vermelho escuro, com sapatos pretos, e um cinto fino preto também, deixou os finos negros soltos. Agora que estava pronta poderia investigar mais um pouco. Olhou as gavetas do lado esquerdo do closet, havia dezenas de relógio, gravatas, um grande cofre em uma das portas, e um botão vermelho. Ela queria apertar aquele botão, mas se fosse algum tipo de alarme? Então deixou para lá. – Senhorita Annabeth, está na hora do jantar, Senhora Wright requer sua presença. - Disse uma voz masculina. – Sim, estou indo. - Fechou as gavetas rapidamente e seguiu até a porta a abrindo. Um grande homem a esperava, de cara ranzinza e corpo forte. – Sou Wolfram, seu segurança. - Apoiou a mão no peito e se inclinou. – Prazer, sou Annabeth. - Estendi a mão na direção dele.

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