Capítulo 10

2206 Palavras
— Quem o que Bailey? — ele disse desviando o olhar de Any. — Que você está comendo em pensamento. — riu. — Eu não estou comendo ninguém em pensamento. — ele negou com a cabeça. — Conta outra. — o moreno gargalhou. — Daqui a pouco sua rola salta pra fora de tão dura que ela está. Ele apontou e Josh arregalou os olhos, estava bem visível sua excitação, cobriu com o boné e encarou Bailey. — Vai me dizer que nunca teve uma ereção vendo uma gata de biquíni? — Joshua disse irônico. — Sim, claro. — ele disse. — Só quero saber quem é. É a sua francesa? — Não cara. — disse olhando ao redor. — E aquela ali... — apontando uma morena qualquer. — Olha lá como ela é gata. — disse disfarçando, nem sequer tinha reparado naquela moça. — Nossa muito gostosa mesmo. — o moreno disse, tomando um gole de sua bebida. Joshua respirou aliviado e sentiu alguém o cutucando. Olhou para trás e viu uma loira. — Oi! — ela sorriu. — É minha amiga. — Perdão... Quem é sua amiga? — ele perguntou com um sorriso confuso. — Aquela ali. — apontou a morena que ele citou. — Eu vi que você estava interessado, se quiser eu posso falar com ela. — Não, não é preciso eu... — ela o interrompeu. — Imagine, não me custa nada. — saiu aos pinotes. — c*****o. — disse cerrando os punhos. — O que foi? Estava ai comendo a mulher na mente e agora não quer conhecê-la? — Vai para a merda Bailey. — ele rolou os olhos. Não demorou e as duas se aproximaram e sentaram ao lado deles. Eram muito gatas, mas Joshua não conseguia ter olhos para nenhuma outra mulher, Any estava impregnada em seus pensamentos, ele nunca tinha ficado assim por mulher nenhuma. Any pressionou os lábios, enraivecida por ver Joshua todo assanhadinho pra cima daquela perua. Estava com ciúmes dele e não era pouco. — Any ao menos disfarça que está com ciúmes. — a loira disse com um pouco de espanto. Any jamais sentira ciúmes de seus amantes. — Não estou com ciúmes. — ela deu de ombros. — Você está louca é? — Claro que está e isso está estampado na sua cara. — a loira rolou os olhos. — Eu sou quem deveria está com ciúmes e não estou. — Eu já disse que não estou com ciúmes. — bufou. Mas ela estava sim e se irritava por saber que Joalin notara, será que ela tinha perdido o pouco juízo que tinha por sentir ciúmes de um homem que dormiu uma única vez? Achava que sim. Muito irritada, começou a dar bola para o rapaz que estava lhe cantando há um bom tempo, logo esse se aproximou. — E ai? — ele disse sorrindo. — Posso sentar aqui do seu lado? — É claro. — ela disse tomando um gole do seu suco. — Eu estou te olhando há um bom tempo e não pude resistir em vir aqui te dizer o quanto você é linda. — ele sentou-se. — Vocês são lindas. — ele disse corrigiu, galante. — Posso chamar meu irmão? — Com certeza. — Joalin sorriu. Se Bailey ficava com outras por que ela também não podia? Não tinham nada demais mesmo. Não demorou e o outro rapaz chegou, os quatro engataram um papo animado, enquanto riam alto. Joshua e Bailey ouviram as gargalhadas e não evitaram olhar, Josh ficou branco. Quem era aquele boiola? — Quem são aqueles otários ali? — Bailey reclamou. — Adoraria saber. — Joshua grunhiu. — Algum problema? — a moça perguntou. — Nenhum. — Joshua disse, sem tirar os olhos dos quatro. Por que ele estava com ciúmes mesmo? Não tinha nada com ela, o único que tinha que ter ciúmes era Noah. Mas estava impossível controlar. Algum tempo depois Any se levantou para dançar com o cara, e ele cerrou os punhos, a essa altura as garotas já tinham ido embora, por eles já nem ligarem pra elas. Quando o moreno beijou a ela, ele levantou-se em um pulo. — Para onde você vai? — Bailey perguntou, de queixo caído. — Como onde? Vou acabar com essa pouca vergonha, o meu amigo não é corno. — disse caminhando até eles e pegou Any pelo braço. — Au! — Any reclamou pelo susto. — O que significa isso? — O que acha que seu marido pensaria se visse você beijando esse aí? — disse dando pouco caso ao homem. — Marido? — o rapaz perguntou confuso. — Não me disse que era casada. — Mas ela é! — Joshua enfatizou e o rapaz se afastou assustado. — Você estragou tudo. — ela o olhou com a sobrancelha erguida. — Você, vem comigo. — disse a conduzindo para longe dali. ¨¨¨¨ Noah estava com sua mãe no hospital, Rodrigo tinha melhorado consideravelmente nos últimos dois dias e tinha recebido alta. — Ai meu Deus! — ela disse feliz. — Ainda bem, não aguentava mais ver seu pai jogado nesse hospital meu filho. — disse arrumando as coisas do marido. — Nem eu mãe. — ele sorriu enquanto ajudava o pai a sentar na cadeira de rodas. — Senta papai. — Eu ainda sei andar Noah! — ele reclamou sentando-se. — Ora, ora, nada de rabugice agora viu senhor Marco? — enfatizou. — E onde está sua esposa? — o homem perguntou de repente. — Any está em Paris trabalhando. — disse o loiro, empurrando a cadeira para fora do quarto. — Mas essa mulher só vive viajando, nem parece que tem um marido em casa. — reclamou. — Papai, ela está trabalhando! — enfatizou. — Não comece com sua chatice, por favor. Marco rolou os olhos e saíram do hospital. ¨¨¨¨ — E agora? — Any disse assim que chegaram à parte dos fundos do hotel. — Dá pra me soltar? — apontou o braço e ele a soltou e respirou fundo. — Dá pra me explicar que showzinho foi esse? — cruzou os braços. Ele a encarou e soltou a respiração, nem ele sabia o porquê de tudo aquilo, mas ele não a queria perto de homem nenhum. — Bem. — ele começou. — Eu estou com a consciência pesada pelo que fizemos. — disse nervoso. — Noah não merece ganhar outro par de chifres. Any riu. — Acha mesmo que eu vou acreditar que fez isso por causa do Noah? — ainda rindo. — Você mente muito mau gato. — se aproximou dele o encurralando. — Sei que estava com ciúmes do Márcio. — É claro que não. — disse engolindo o seco, se afastando dela, que se aproximava mais e mais. — Eu acho melhor... Ela não o deixou terminar, pousando levemente o indicador nos lábios do loiro. — Eu quero t*****r. — ela disse e ele riu, ela só podia estar de brincadeira. — E como você estragou meu romance, você vai ter que me satisfazer e vai ser agora. — disse devagar enquanto tirava a saída de banho. — Any, o Noah é meu amigo. — ele disse observando-a jogando a saída de banho por ali. — E o Noah é meu marido. — beijando o pescoço dele. — Acho que isso nós dois já sabemos muito bem. — Não quero que ele sofra. — disse o loiro, sussurrando. — Ele não precisa saber, o que os olhos não vêm o coração não sente. — disse sorrindo provocante. — Te quero. — Também te quero. — ele confessou a apertando contra ele. — Merda, eu não sei o que você está fazendo comigo Any, eu só sei que preciso de você. — disse e em seguida foi tomando os lábios dela em um beijo preciso e molhado. Any gemeu, abaixando a sunga dele até o meio das coxas e acariciando o mastro do homem, que gemeu parando o beijo. — Eu preciso de você dentro de mim. — ela gemeu acariciando os s***s com a mão livre.  Joshua sorriu e desamarrou o biquíni dela, deixando os seus s***s de fora. — Vamos pra outro lugar. — ele disse mordendo o lábio, um pouco aperreado pelo fato dela ainda estar com seu m****o nas mãos. — Não, eu não posso esperar mais. — ela gemeu, negando com a cabeça. — Eu quero agora. — Não tem camisinha aqui meu bem. — ele disse com dificuldade. — Depois eu tomo uma pílula. — ela disse apoiando-se em um balcão velho que tinha ali e afastando a calcinha deixando sua i********e exposta a ele. Joshua não pensou em nada, aproximou e afundou seu m****o ali, fazendo-a gritar. Ele a pegou pela cintura e começou com os movimentos precisos. — Delícia... — Any gemia, empinando-se mais pra ele. — Mete assim. — com um biquinho. Any começou a acariciar os próprios s***s, enquanto sentia o loiro a penetra-la sem nenhuma delicadeza. — v***a. — ele grunhiu, puxando os cabelos dela. — Empina essa bundinha pra mim, assim... — disse dando tapas no bumbum dela. — Ai, ai... — ela gemeu chorosa. Aquele homem tinha uma p**a enorme, às vezes chegava a doer, mas era disso que ela gostava, gostava de se sentir vulnerável, gostava de sentir dor ali naqueles momentos, às vezes deixava a relação mais gostosa, e era exatamente o que estava acontecendo ali. — Come a minha bucetinha... — ela dizia louca de t***o. — Assim... — mordia os próprios lábios, quase a ponto de feri-los. Não estava dando à mínima se algum funcionário do hotel visse os dois ali, ela não ligava nem um pouco. — Gostosa. — apertando o seio dela com força. Ele aumentou a velocidade das estocadas enquanto acariciava o c******s de Any freneticamente, a cacheada se empinava toda e ele estava adorado ouvir os gemidos manhosos daquela gatinha. Não demorou e os dois gozaram juntos e o gemido que deram foi alto e manhoso, Joshua respirou fundo e saiu de dentro dela, subiu a sunga e passou a mão no rosto, outra vez tinha botado galha em Noah, ele era uma merda de amigo mesmo. Mas o que podia fazer se Any o enlouquecia? Ela pôs o biquíni no lugar e se virou sorrindo satisfeita enquanto amarrava outra vez o biquíni. — Você é louca. — ele sorriu de lado, beijando o nariz dela. — Corrigindo... — ela ergueu a sobrancelha. — Nós somos loucos. — sentou no balcão e acariciou os cabelos dele. — Vem aqui vem? — o puxando pra si. Ele se aproximou e a abraçou pela cintura. — Tem noção do que estamos fazendo? — ele dizia entre os selinhos que a garota depositava em seus lábios. — Estamos curtindo. — disse dessa vez afundando o beijo. — Relaxa sim? — entrelaçou a mão na dele. — Você me agrada muito. — Você também me agrada, mas... — Esquece essa historia do Noah. — ela o interrompeu, entediada. Ele tentou falar, mas ela o encarou com os braços cruzados e a expressão nada agradável. — Tudo bem. — suspirou, dando-se por vencido. — Vamos voltar para a piscina? — ela sugeriu. — Não, o Bailey não pode ficar sabendo da gente. — ele arregalou os olhos a abraçando pela cintura. — Você sabe né? Ele não gostaria nada de saber que a gente anda transando. — Entendo. — ela riu. — Então vamos ficar aqui mesmo curtindo o pôr do sol nos fundos do hotel. Ele sorriu e sentou ao lado dela no balcão. — Quer falar do que? — ele perguntou. — Hm... Vamos falar de você. — ela balançou as pernas, animada. — Nasceu em Los Angeles mesmo? — Nasci. — ele sorriu. — Apesar de a minha familia ser do Canadá eu nasci em Los Angeles. — Sua família é canadense? — ele assentiu. — Que legal, você conheceu o Noah na faculdade? — Sim, nos conhecemos na faculdade e ficamos muito amigos, daí surgiu a nossa sociedade. — Ele sempre me falou muito bem de você. — ela disse olhando para o nada. Joshua respirou fundo, será que ele continuaria falando bem dele, se soubesse o que andou aprontando com Any? Ele preferia nem pensar nisso. — Você e o Noah devem ser muito apaixonados hein? — ele passou a mão no queixo. — Para viverem tão longe um do outro só com muito amor mesmo. Any deu um sorrisinho sem vontade. — Você acha isso é? — ela perguntou. — Todos acham. — ele deu de ombros. — Noah e eu somos muito amigos, eu o amo muito, mas como amigo, nos entendemos algumas vezes na cama, mas não é sempre. — ela coçou de leve o nariz. — Se não ama ele por que está casada? — Por que nos sentimos bem assim. — se limitou a dizer. — Vamos mudar de assunto sim gatinho? Ele ficou confuso, masmesmo assim assentiu. Ficaram ali conversando sobre música, trabalho, manias. Eaté que se deram bem, Any era bem alegre e aberta. Tinha gostado dela, seusorriso era contagiante, a forma que ela franzia a sobrancelha quando estavaconfusa, a forma como mordia os lábios
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