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901 Palavras
Alejandro narrando Alguns dias se passaram e eu estava achando a melhor maneira de abordar Virginia longe do olhar de Yolanda, eu e ela saímos para fazer a consulta de pré natal, ultrassom, exames e depois passamos no gabinete e depois saímos para jantar. — Onde você foi quando eu estava fazendo os exames? — Eu tinha umas coisas para pegar ali perto – eu respondo. — O que? — Nossa, curiosa de mais – eu falo dando um beijo na testa. Nos se sentamos em um restaurante e Yolanda começa a pedir tudo que tinha no cardápio para comer, nem o garçom dava conta de anotar tudo que ela estava pedindo. As coisas vão chegando a pouco e em quantidade menores porque se não ela iria comer até passar m*l, depois saímos caminhar um pouco. — A partir da semana que vem ela ou ele pode nascer a qualquer momento – ela fala – isso é estranho né? Quase desesperador. — Por quê? — Sei lá, a qualquer momento a nossa vida vai mudar e vamos começar a responder por outra pessoa. — E você acha que é o que? – eu pergunto — Não vou falar e você? — Se você não vai falar, por que eu tenho que falar? — Você quer um menino né? – ela pergunta me encarando. — O que vier será muito bem vindo – eu respondo passando a mão pelo seu rosto – eu sei que essa criança vai fazer a gente ainda muito mais feliz. — VocÊ realmente gosta de mim? – ela pergunta. — Sim – eu falo beijando a sua boca e ela corresponde o meu beijo. Nos voltamos para casa e Yolanda estava bem cansada e logo adormeceu em meus braços, eu não consigo dormir e resolvo levantar para tomar um copo de água na cozinha e é quando eu encontro Virginia na cozinha, esquentando a mamadeira. — Boa noite – eu falo e ela leva um susto, eu vejo que essa era oportunidade única para falar com ela. — Boa noite – ela fala passando e eu seguro o seu braço. — O que você quer? — Te agradecer por não ter contado a verdade sobre os pais de vocês. — Foi você que matou? — Não – eu respondo – e você sabe disso – ela solta seu braço das minhas mãos. — Eu fiz isso para proteger a minha irmã, ainda mais no final de uma gravidez, mas uma hora ela vai ter que saber a verdade. — Você sabe que está atrapalhando aqui. — Eu não queria está aqui – ela fala. — Eu te dou o dinheiro que você quiser para ir embora com essa criança – eu falo para ela – quanto, passagem, casa o que você quiser. — Você quer se ver livre de mim? – ela pergunta – para pode fazer da Yolanda o seu fantoche, esse seu teatro de bom marido que ama minha irmã não cola, você quer machucar ela. — Eu não quero machucar sua irmã, eu mudei por ela e ela sabe disso e só preciso provar isso a ela e a mais ninguém. — Deixa ela em paz – ela fala – eu não sairei do lado da minha irmã, você vai fazer, o que me matar? Matar meu filho? — Eu não vou discutir com você, mas você sabe que não vai ficar aqui. — Eu não vou deixar você machucar ela – ela me encara – minha irmã é pura, é doce, não merece que você tire o brilho dela. — Você sabe que você vai trazer insegurança a ela, você sabe disso. Porque prejudicar ela então? — Deixa ela ir embora – ela fala — Grávida? De um filho meu? — É isso que você se importa? – ela pergunta – apenas com a criança que ela espera? Você deve saber o sexo por isso está tão tranquilo, já deve saber que ela espera um menino. — Você não sabe de nada, nem eu e nem Yolanda sabemos o sexo da criança. — Até parece – ela fala me encarando – todos fazendo pressão para que essa criança seja um menino, seu pai, sua mãe, todos, você acha que você não faria? – ela me encara – eu já disse eu não caio no seu teatro. — Quer falar de mim? Mas abandonou sua irmã para casar no seu lugar, foi viver sua vida alegremente pelo mundo, sem nem pensar nela. — E olha quem era o marido dela, você. Você era o perigo. — Esse assunto não acabou. — Eu vou ficar do lado da minha irmã – ela fala – e você não vai impedir isso. — É melhor você dar o braço a torcer, aceitar o dinheiro que te ofereci, inventar uma desculpa e ir embora, será melhor para todo mundo. — Para você me matar? – ela pergunta – no momento que eu sai do pais, sai de perto da minha irmã, você manda matar eu e o meu filho. — Eu já disse, que não matarei vocês dois, vocês vão poder ir embora – eu respondo – só me dizer o que você quer. – escutamos um choro. — Eu preciso ir – ela fala — Esse assunto não acabou – eu falo E ela sai andando sem nem olhar para trás, eu passo a mão pelo rosto.
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