CAPITULO CENTO E DEZOITO

1145 Palavras

O médico do Imperador saiu correndo em pijama, ainda sonolento, mas sem surpresa. A essa altura, receber um chamado urgente ao amanhecer já fazia parte de sua rotina. O estranho era quando não o chamavam. — Nesse ritmo, seria melhor dormir no mesmo quarto que ele. — resmungou, acompanhando os passos apressados de Lupe, o assistente imperial. — Ele não suporta ter alguém por perto. E o que posso fazer? Lupe bateu os pés, impaciente, e escancarou a porta do quarto. O médico se aproximou da cama com uma expressão carregada. Os estilhaços de garrafas quebradas espalhados pelo chão tilintavam suavemente. — Majestade... Zephyr estava imóvel, o rosto crispado de dor. Seu corpo tremia, e sua respiração vinha em arquejos curtos e irregulares. O médico retirou cuidadosamente um caco de vidro cr

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