CAPITULO CENTO E QUARENTA

1731 Palavras

Por um instante, a cabeça de Zephyr pareceu explodir em um zumbido ensurdecedor. Seus olhos fixaram-se em Lívia, e o mundo ao redor deixou de existir. — Por favor... mate-me. As palavras dela cortaram o ar como uma lâmina afiada. O corpo de Zephyr enrijeceu. O medo percorreu-lhe as veias como fogo, impedindo-o de respirar, de pensar, de responder. O rosto de Lívia estava coberto por uma sombra de dor. Por um momento, ele temeu que ela tivesse interpretado o silêncio como rejeição. — Eu imploro... — a voz dela saiu entrecortada, manchada de lágrimas que rolavam sem piedade. — Dói tanto... não suporto mais. Você é forte, consegue aguentar, mas eu... não consigo. Por favor... Lívia fechou os olhos com força, como se quisesse escapar do próprio corpo. Seus soluços eram uma confissão de de

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR