Não demorou para que a verdade viesse à tona. Entre os destroços da propriedade de Mayt, foi encontrado um pequeno frasco de vidro, ainda manchado por resíduos de um líquido escuro. Era veneno. Seu nome permanecia um mistério para os estudiosos, mas a composição era inconfundível: idêntica à substância encontrada no frasco deixado nos aposentos do Duque de Mayt — e, pior, igual àquela que a Imperatriz Lívia havia tomado em lugar do Imperador. Na capital, a descoberta caiu como um raio. Renomados estudiosos e médicos foram convocados às pressas. As universidades e academias de Purtu se agitaram, e até mesmo magos de Mach e de Lartua atravessaram fronteiras apenas para examinar o frasco e o colar do bruxo Bernie, o alquimista responsável por essa criação vil. O veneno era diferente de tudo

