Narrado por Giovanna – mesma noite O quarto tava abafado. Não pelo calor. Mas pelo peso do que a gente fez. Eu ainda sentia. No corpo. Na pele. Entre as pernas. A marca dele. O cheiro dele. A p***a dele. Mas o que me queimava de verdade… não era o g**o. Era ele me puxando agora, com força. Me encaixando no peito dele como se eu fosse dele. Como se eu… fosse de alguém. E eu deixei. Porra, eu deixei. Deitei com a cabeça ali, ouvindo o coração dele batendo como tambor de guerra depois do sexo. Firme. Quente. Presente. E eu deveria ter me afastado. Me levantado. Me vestido. Mas não me mexi. Porque tinha alguma coisa naquele silêncio… Um cuidado sujo. Um carinho bruto. Um tipo de proteção que eu não pedi — e mesmo assim, recebi. Fingi que dormia. Mas a verdade?

