[NARRADO POR RAFAEL – DO BAILE À FUGA] O joelho dela subiu seco, frio, certeiro no meu p*u. A dor me rasgou de dentro pra fora. Eu caí. Ajoelhado no meio do corredor sujo da boate, com os dentes cerrados, o gemido preso na garganta e a p***a do gosto dela ainda grudado na boca. Ela me olhou como se eu fosse nada. Como se o Predador tivesse virado presa. E foi embora. Rebolando. Vitoriosa. Com meu controle entre as pernas. Eu fiquei ali. Sozinho. Com a dor latejando, o ego estourado e o p*u ainda duro. A casa parecia o único lugar seguro depois daquilo. Mas a verdade? Ela tava lá. E eu nunca estive em mais perigo. Passei a madrugada entre o gelo e o inferno. A cabeça explodindo, o corpo implorando, o orgulho mastigado. A cada barulho no andar de cima, minha vontade era sub

