O vento da madrugada trazia um frio cortante que parecia atravessar a pele de Angelina. A cidade dormia em silêncio, mas o campus estava longe de estar seguro. Cada sombra que se movia parecia uma ameaça viva, cada ruído se transformava em um presságio de perigo. — Miller… — murmurou Angelina, os olhos fixos na floresta que cercava a universidade. — Eles estão se aproximando. Miller engoliu em seco, sentindo a adrenalina percorrer o corpo. — Eu sei… Eu consigo sentir. Mas… você tem certeza que conseguimos enfrentá-los? Angelina respirou fundo, sentindo a energia de suas antepassadas percorrer cada veia, fortalecendo-a. — Temos que conseguir. Eles não podem vencer. Não desta vez. O céu estava coberto por nuvens negras, e a lua cheia surgia apenas em breves intervalos, iluminando as silh

