O silêncio da madrugada ainda pairava sobre o campus da universidade, mas agora não era o mesmo silêncio de antes. Não era mais o silêncio do medo ou da ameaça. Era um silêncio pesado, carregado de expectativa, como se o próprio mundo estivesse segurando a respiração. Angelina sentou-se na beira da cama, a respiração ainda ofegante. Miller estava encostada à parede, pálida, mas viva. O que haviam enfrentado na floresta e no círculo de pedras não era apenas o ataque de um culto. Era a prova de que algo muito maior existia, e que a própria Angelina estava no centro dessa tempestade. — Miller… — murmurou Angelina, os olhos fixos na escuridão além da janela — você percebe o que aconteceu? — Sim — respondeu Miller, a voz ainda trêmula — mas não sei se quero realmente perceber. O que era aqui

