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1532 Palavras

O amanhecer se infiltrava timidamente pelas frestas das cortinas do dormitório, mas dentro de Angelina e Miller, nenhuma luz parecia penetrar. O cheiro da noite anterior ainda estava impregnado em suas roupas, misturado à poeira da floresta, à fumaça das tochas negras e ao aroma frio de energia ancestral que se recobrava do combate. O corpo de Angelina ainda tremia levemente, não apenas pelo esforço físico, mas pelo peso do que havia enfrentado: um culto inteiro, sombras que pareciam vivas, e a responsabilidade de ser a descendente de uma linhagem guardiã que se estendia por gerações. — Miller… — murmurou Angelina, a voz rouca — você acha que acabou mesmo? Miller ajeitou-se na cadeira, segurando o grimório com as mãos trêmulas. — Por enquanto, sim… o portal foi fechado, as sombras recuar

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