A lua cheia despontava no céu, grande e ameaçadora, lançando sua luz prateada sobre a cidade. A floresta ao norte, que tantos segredos guardava, parecia viva; as árvores se contorciam em silhuetas monstruosas, e o vento carregava sussurros que nenhum ouvido humano deveria ouvir. Angelina estava parada na borda da floresta, sentindo a energia pulsar sob seus pés. Miller estava ao lado dela, segurando firmemente o grimório ancestral que Angelina havia encontrado na biblioteca, enquanto Lucas ajustava a lanterna, tentando iluminar os caminhos que se perdiam entre troncos antigos e raízes retorcidas. — Eles estão aqui — murmurou Angelina, a voz baixa, quase um sussurro. — Posso sentir. O portal… eles vão tentar abrir novamente. Miller engoliu em seco. — Você acha que estão cientes de que Ode

