A luz que começou a surgir no centro do símbolo não era como qualquer outra luz. Não era quente como o fogo. Nem suave como a luz da lua. Era fria. Branca demais. Quase dolorosa para os olhos. Ela emergia do chão lentamente, como se estivesse sendo puxada de algum lugar muito profundo — um lugar onde a própria terra parecia guardar algo proibido. Angelina sentiu o corpo inteiro vibrar. A energia corria por suas veias como eletricidade. Suas mãos tremiam. Mas não era medo. Era poder. Atrás dela, Miller e Lucas estavam completamente paralisados. Lucas sussurrou: — Miller… isso… isso é magia de verdade. Miller não respondeu. Seus olhos estavam fixos em Angelina. Porque havia algo diferente nela agora. A postura. A expressão. Até o modo como respirava. Era como se a garota

