Cercamos o ambiente com os carros e os rapazes saíram para render todos, havia um para cada lado da construção. Deixei o carro com calma e entrei. Todos os homens estavam com as mãos para o alto e os rapazes já haviam imobilizado os desgraçados. Observei o dono do bar por algum tempo, mas ele estava apenas quieto de cabeça baixa. — Levamos os cinco — falei e os rapazes que renderam assentiram, se movendo. — Quero dois para revistar o resto, levem o tempo necessário, sem pressa. Se tiver alguém armado é bom se pronunciar, senão presumirei serem meus inimigos. Dois rapazes se destacaram, sem que eu precisasse mandar. Com o rifle bem posicionado, voltei à entrada, sem virar as costas para os desgraçados e parei na entrada. Observei cada reação quando eles se aproximaram. Um deles tentou

