— Não vou poder ficar — comuniquei, acompanhando a família após a refeição noturna. — Tenho trabalho. — Pode ir. — O pai disse. — Dio te benedica! — A mãe bem-disse. — Pode subir, babbo? — Victorio pediu. — Sempre posso — sorri-lhes. Ambos comemoraram e subi com eles ao seu quarto. Era mais algo que acabei lhes acostumando porque, sempre que pude, assumi o lugar de Megan colocando-os para dormir. — Qual cama? — perguntei aos dois quando chegamos. — A grande mesmo. — Giuseppe disse. Eles se deitaram e eu os cobri. — Buona sera! — Beijei a testa de ambos e lhes sorri. — Volta, babbo. Esperaremos. — Victorio pediu. — Voltarei e trarei uma bola nova. Ambos comemoraram. Apesar de amar o carinho que me ofereciam, senti um terrível nó na garganta ao pensar na conversa de Frank e o ma

