Rebeca chegava cedo para preparar o café, a tia de Emerson dona Carmen era exigente, gostava de fartura e tudo tinha que ser servido fresco, a patroa não gostava de atrasos exigia que tudo fosse preparado no mesmo dia que servido e a regra era válida tanto para sua família, quanto seus empregados que também fazia refeição no local.
Ela colocou duas formas no imenso forno de lenha, quando levantou-se esbarrou em Emerson que estava atrás dela, assustada não percebeu quando o mediou por inteiro. Ele era atraente, tinha um metro e oitenta de altura, cor branca, forte com um físico bem definido, os olhos pareciam duas jabuticaba de tão pretos, assim como os cabelos, os lábios eram de um vermelho sedutor e convidativo. Ele vestia apenas um samba canção, o qual por causa do enorme volume ela não conseguia parar de olhar, enquanto seus pelos arrepiavam e o seu corpo gritava de tão quente que ficara, já havia sentindo algo assm, mas nunca tão forte como naquele momento.
_ Quer pegar _ perguntou ele irônico. Ela sem graça afastou-se e voltou a fazer suas tarefas _ é brincadeira menina _ disse ele sorrindo enquanto sentava na cadeira _ não precisa ficar assim da onde venho_ disse ele referindo-se a sua classe social_ somos todos iguais, pode falar comigo não sou nenhum bicho.
_ Além de estar ocupada a dona Carmen deixou claro de que não devo me envolver com o senhor.
_ Não precisa me chamar de senhor, nem sou tão velho assim, me chame de Emerson, quanto a minha tia não se preocupe.
Ele levantou piscou para ela e saiu, enquanto ela trabalhava pensava em como queria alisar aquele corpo, pegar naquele volume,
a noite os pensamentos vieram mais fortes, deixando-a inquieta, ela passava a mão em seus s***s, descia para a barriga mas quando chegava perto da i********e negava-se de tocar, tinha vergonha, nunca tinha o feito, aquilo era estranho pra ela, não entendia bem o que estava acontecendo, os estudos sobre a puberdade na escola não foram o suficiente porque sua mente rodava quando pensava nele, seu corpo arrepiava e esquentava ao ponto de até as bochechas corarem.
Emerson descobriu que naquele horário pela manhã Rebeca ficava sozinha e todas as manhãs ele levantava mais cedo e sem que ninguém o visse ía conversar com ela; logo depois de um mês fazendo isso eles iniciaram uma amizade até com certa liberdade, ambos em seu intimo queriam algo a mais, mas nenhum declarava.
Pouco mais de um mês na fazenda de sua tia, ele não reclamava mais, até o humor havia mudado e a sua família acreditava que ele começava a mudar, havia criado um objetivo a ser conquistado, ele queria ela a todo o custo, e não iria embora até conseguir o que tanto desejava, enquanto não sentisse a textura da pele dela, o perfume e o sabor não desistiria, ela era diferente das mulheres maduras com quem estivera, o que a fazia mais atraente ainda; ele há desejava intensamente e inúmeras vezes chegou a se masturbar pensando na nela, além do mais nunca tinha ficado tanto tempo sem trancar, sentia-se a flor da pele e só de vê-la inrijecia.
Todos os dias ele observara o caminho que ela fazia com sua bicicleta nas suas idas e vindas e aos poucos ía criando uma estratégia para abordá-la fora da fazenda, sozinha, pois ele sentia que era o que também ela queria, mas as mulheres daquele lugar, diferente da cidade grande nunca chegariam num homem e pediria para ficar com ele, o que deixava as coisas ainda mais interessante para ele.
Numa tarde ensolarada depois do almoço ele disse que não se sentia bem, foi para seu quarto dizendo que dormiria um pouco, pulou a janela e seguiu sentido o caminho que Rebeca fazia antes mesmo dela sair da fazenda. Sentou-se na sombra de uma árvore, ficou olhando a paisagem, pois desde que chegara não havia ido além da varanda; estava admirado com todo aquele verde misturado com um azul tão intenso que parecia pintado a mão; o azul de São Paulo não era assim, era azul acinzentado, e não ouvia-se os pássaros de uma forma tão intensa como aquela, que ouvia-se lá era o barulho ensurdecedor dos carros durante o dia inteiro e a grande massa de pessoas andando e falando, nunca tendo um momento silencioso e prazeroso quanto o que ele desfrutava em baixo daquela árvore .
Rebeca vinha devagar, distraída não percebeu quando passou por ele, aquele era um lugar vazio, poucas pessoas passavam por ali, pois era propriedade de Dona Carmen, não era uma via publica e ela cortava caminho por ali para ir para casa.
_ Ei mocinha _ disse levantando rapidamente, surpreendendo-a _ todos os dias peço para você apresentar o lugar e nunca rola_ eles começaram a andar e pararam diante um rio_ o que faz quando não está na minha tia? O que agita esse lugar além das modas de viola não aguento mais fazer todo dia a mesma coisa?
_ Todos os dias venho nadar nesse rio_ respondeu começando a tirar suas roupas pensando que aquela era a oportunidade de viver o que vinha imaginando imaginando todos os dias de ua forma cada vez mais intensa, ela não sabia quanto tempo ele permaneceria na cidade e não podia perder a oportunidade de ser finalmente tocada por um homem que não temesse os seus irmãos, deixando-o hipnotizado com tamanha beleza_ gosto de me distrair por aqui, esquecer do mundo- disse ela com um sorriso malicioso no rosto.
Ele não acreditou quando ela pulou no rio nua, perfeitamente gostosa. Ele tirou sua camiseta e bermuda muito rápido antes que ela desistisse e pulou atrás, a água gelada tocou-lhe de forma brusca, mas não o suficiente para amolecer o nervo duro e ereto; aproximou-se dela e começaram a se beijar, as mãos deslizavam por todo o eu corpo. Ela estava meio perdida e assustada mas não pretendia correr, quando deixaram de beijar ela nadou até a cachoeira; o corpo dela misturado ao som da água e os pássaros deixava-a mais atraente tanto que ele m*l se mexia louco com tanto desejo, ela voltou para perto dele, voltaram a se beijar, ela segurou seu nervo duro o masturbando, ele deslizou seus lábios pelo pescoço, descendo até o bico duro do peito. Rebeca se empolgava cada vez mais com aquela nova sensação de prazer, a qual parou quando ele enfiou o dedo nela, ela tentou resistir a dor mas essa não passava, empurrou a mão dele, mas ele insistia, ela o empurrou e disse:
_ Para Emerson está machucando.
_ Como machucando, até pouco estava gostando?_ ela saiu da água embirrada e começou a se vestir, ele a seguiu_ qual é Rebeca, o que houve?_ ambos ficaram quietos por um tempo, ele aproximou-se dela que estava sentada na beira do rio e perguntou_ você é virgem?
O silêncio pairou por um tempo, ambos sentaram e ficaram olhando para o rio, Emerson colocou a mão na coxa dela e perguntou: