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UM CEO NA MIRA

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Sinopse

Minha família perdeu tudo! E o culpado? Sim, eles! A família Cooper. Nos mudamos para um bairro pobre de Nova Iorque, meus pais precisaram começar do zero enquanto eles continuaram degustando de vinhos caros e carros de luxo. Adrian Cooper cresceu em berço de ouro e se tornou o CEO da empresa. Enquanto eu, Lisa Palmer? Trabalho como contadora de um salão de beleza fracassado no Brooklyn.

- Me perdoe, eu não te vi. - ele diz após se esbarrar em mim na rua com o seu terno de grife.

- Está tudo bem. - sorrio colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha.

É a minha chance de ouro! Pegarei tudo que os Cooper roubou da gente, vou fazer eles sofrerem atingindo aonde mais doi, no filho deles. Adrian Cooper, você está NA MIRA!

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Olhares trocados.
Lisa - Esses são os valores retidos durante o mês inteiro, o salão está vendendo pouco e isso quase não dá pra pagar todos os funcionários. - digo entregando o histórico de vendas á Lucy minha atual patroa. - Você sabe que as coisas não andam nada fáceis. - ela respira fundo agarrando os papéis. - Vou precisar atrasar o seu salário novamente. - Certo, só aceito dez dias de atraso e nada mais! - sorrio de leve e ajeito minha postura dando batidinhas de leve no meu blazer azul marinho. - Preciso ir, se cuide senhora Lucy. - agarro minha bolsa de couro preta e caminho até saída. - Você também querida! - ela abre a porta de vidro do salão e espera eu me retirar para fechar. A Lucy é uma senhora de 54 anos, cabelos grisalhos e olhos castanhos, sua pele escura era fina e bastante limpa sem marcas ou cicatrizes de espinhas e o seu rosto jovem para 54 anos era a atração do Brooklyn por ser a moradora mais antiga do bairro. Atravesso a rua e continuo andando até me deparar com a imagem daquele cafajeste no telão da avenida "Cooper Investiments, o lugar aonde o seu 1 dólar se torna milhões." Ao lado do anúncio o rosto mais cobiçado e famoso da america. Adrian Cooper, o CEO bilionário que todas as mulheres desejam beijar. Com os seus 28 anos ele contém uma beleza intacta e se torna invejável, seu cabelo de corte social indo ao encontro de sua barba rasa, seus olhos castanhos mel e sua pele parda... HIPÓCRITA! Ele tem o poder de hipnotizar todas as mulheres, menos á mim. Eu e a minha família Palmer odeia os Cooper com todas às forças. - Boa tarde Lisa, chegou mais cedo hoje! - Albert o porteiro do prédio sorri me vendo passar em direção ao elevador. - Boa tarde Albert, como está a família? - questiono apertando o botão para as portas abrirem. - Estão ótimas, minha filha adorou a boneca que a senhorita comprou de presente. - Que bom! Diga a pequena Kassy que no próximo aniversário eu estarei lá, eu prometo. - sorrio. - Ah, que isso! Ela entende que o seu trabalho exige muito, não se preocupe. - Ela é uma ótima filha. - sorrio entrando no elevador e aceno dando tchau. A Kassy tem sorte de ainda ter os pais convosco, eu perdi minha mãe Elizabeth Palmer há sete anos atrás por causa de um câncer de mama, depois disso meu pai James Palmer ficou traumatizado e tentou suicídio, entramos em pânico, pensávamos que ficaríamos órfãos, mas o hospital foi ágil e conseguiu reanima-lo, entretanto por todos esses anos meu pai se manteve em estado vegetativo. Meu irmão Lucas, se formou em advocacia e com o tempo ajudou-me a cursar contabilidade, trabalhamos duro para pagar os equipamentos e despesas do hospital aonde papai estar. Entro em casa, tranco a porta e me jogo no sofá encarando o teto branco. Estava cansada de viver a vida assim, todo dia a mesma rotina, trabalhar e trabalhar para no final do mês ter meu salário atrasado novamente. Me levanto, caminho em direção ao banheiro e encaro o espelho velho a minha frente. - Lisa, você está horrorosa, nem dá pra acreditar que você só tem 27 anos. - digo encarando os meus olhos verdes como jade. Meu cabelo castanho claro batia até o ombro, estava ensebado e cansado de babyliss, precisava de uma boa lavagem. Minhas olheiras eram notáveis através da maquiagem. Me afasto da pia e retiro o meu blazer azul, minha saia e blusa branca, ligo o chuveiro e tomo um banho quente e aproveito para lavar todo o cabelo. Após o banho visto um moleton e uma calça fina e sento no sofá da sala, já fazia tempo que não assistia televisão, aproveitei para assistir um filme clichê, era os meus favoritos. - Panfletos e mais panfletos, todos de New York só sabem falar da empresa Cooper, desgraçados! - Lucas abre a porta com o seu terno preto de sempre e sua maleta. Ele fecha a porta e afrouxa sua gravata vermelha. Meu irmão tinha 34 anos, ele vivenciou a queda da nossa família enquanto eu era recém nascida. - Foi dispensada mais cedo? - o mesmo questiona se sentando ao meu lado. Ao contrário de mim, Lucas havia puxado tudo do papai, até mesmo o seu gênio forte, seu cabelo loiro e seus olhos castanhos claro eram o charme para conseguir várias namoradas. Porém atualmente ele se encontra solteiro há mais de cinco meses, após terminar seu namoro de 3 anos. Ele sai do trabalho e vem pra casa, não faz mais nada além disso. - Sim, meu salário vai atrasar este mês. - digo revirando os olhos. - De novo? - ele respira fundo tocando sua mão grossa em meu ombro. - Eu estou tão cansada Lucas...- meus olhos lacrimejam enquanto encarava o mesmo. - Eu odeio essa vida, mas precisamos ser fortes para o papai. - Se aquele desgraçado do Ethan Cooper não tivesse tomado tudo da nossa família...- ele diz me abraçando. Isso mesmo! Ethan Cooper o pai do garanhão Adrian Cooper. Ele era o melhor amigo do nosso pai, trabalharam juntos para construir a empresa de investimentos, entretanto o Ethan fez nosso pai confiar nele colocando todo o império em seu nome, depois de conseguir todo o poder, o mesmo destruiu a fama da nossa família e nos colocou no olho da rua. Meu pai perdeu tudo, até a nossa mansão pela hipoteca. Desde então, nos mudamos para o Brooklyn e vivemos essa vida exaustiva e triste. - Se ao menos tivéssemos um plano... - E tem, a empresa Cooper está contratando um contador para trabalhar ao lado do CEO. - respiro fundo. - Li essa notícia no jornal. - Nem mortos! Jamais iremos trabalhar para eles! - Não tem mais jeito, Lucas... Amanhã vou ser entrevistada, tenho muitos anos de trabalho como contadora no salão, espero que isso ajude no currículo. - Não, Lisa. - ele segura minhas mãos entristecido. - Não vou permitir que se humilhe pra eles. - Não dá pra continuar com esse orgulho e ego, precisamos ultrapassar isso se quisermos pagar os medicamentos do papai. - Ethan vai rir da nossa cara... - Ele nem trabalha mais na empresa, se aposentou, esqueceu? E quanto ao Adrian, ele tinha um ano de vida quando tudo aconteceu, nem se lembra de nada. - Mas... - Nada de mas! Amanhã vou acordar cedo e ir para a entrevista, deseje-me sorte. - Eu confio no seu talento. - ele sorri me abraçando. Não acredito que vou fazer isso, porém não temos escolhas, é a única forma de salvar a minha família da pobreza, então vou agir e fazer o que for necessário para conseguir essa vaga como contadora! Depois de assistir o filme, me deitei na cama e só acordei com o toque do alarme, peguei meu celular, coloquei uma música animada e tomei um banho refrescante. Vesti um blazer branco, uma blusa preta e a saia curta branca que era conjunto do blazer. Calcei um salto alto preto, fiz babyliss no meu cabelo e passei um pouco de maquiagem para esconder um pouco as imperfeições, no caso, aquela olheira gigante. Terminei de me arrumar, saí correndo na esperança de pegar um ônibus, mas atrasei e tive que dar a volta no bairro e pegar um metrô. Lá estava eu, em frente a empresa, respirei fundo retoquei o batom vermelho vinho e entrei na portaria. - Com licença, precisa do seu cartão para passar na roleta. - o guarda diz ao lado. - Bom, dependendo de hoje, talvez eu consiga esse cartão. - estendo o currículo sorrindo. - Veio para a entrevista? - ele sorri de lado e ergue seu braço másculo. - Muito prazer, Edward. Mas todos me chamam de Ed. - Olá Ed, me chamo Lisa. - aperto sua mão. - E então, vai deixar eu entrar? - faço um biquinho fofo esperando ele passar o cartão dele. - Roleta liberada, boa sorte Lisa. - ele pisca com sorriso se.xy. Edward era moreno e o seu sorriso mostrava quase todos os seus dentes, seus olhos escuros me chamaram atenção, pelo ou menos vou ter um motivo para vim trabalhar! Sorrio pra mim mesma enquanto entro no elevador. - Sr. Cooper, precisamos que assine esses papéis hoje! - um homem alto entra no elevador de frente para o meu, ele se vira e nossos olhares se encontram. Pela primeira vez eu o vi, Adrian em outro elevador me encarava com um sorriso de lado. Eu achava que as fotos o deixava bonito, mas pessoalmente ele fez os meus pensamentos viajarem. - Eu vou assinar, Lewis! - ele diz para o homem mais velho ao seu lado. Enquanto o homem falava nossos olhos não mudavam de direção, comecei a ficar constrangida e apertei os botões na esperança das portas fecharem. Ele saiu de seu elevador e veio caminhando até mim. - Olá mocinha. - ele sorri apertando o botão do outro lado. - Esses elevadores podem ser complicados. - o seu sorriso foi interrompido após as portas se fecharem na sua cara. - O que foi isso? - toco o meu peito. - Quase tive um ataque cardíaco, pensei que o meu coração fosse pular pra fora. - sorrio balançando o currículo no meu rosto na esperança do calor passar.

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