Mãe de Rômulo humilha Victória

3564 Palavras
Assim que desci a irmã de Rômulo veio ao meu encontro e me abraçou e beijou meu rosto, sorri tímida, ela era tão linda quanto a mãe, cabelos lisos em corte channel avermelhados, seus olhos Cor de mel era outra coisa que destacava em seu rosto fino, era uma perfeita modelo, completamente vestida elegantemente em seu vestido preto com saia redonda e com seus colares e joias pelos pulsos e dedos, pegou em minhas mãos e me olhou bem, dos pés a cabeça, "uau!... Bem que Rômulo me disse que você era cheia de curvas e muito bonita!... Nada comparado com as patricinhas com que ele saia!". "Obrigada!... Você também é muito bonita!", disse carinhosamente. "Venham crianças tomar o café da manhã!", falou uma senhora de uniforme que surgiu em meu campo de visão, ela sorriu para mim. "Já vamos Meghan!", disse Brigite, pegando uma das minhas mãos e me puxando para a sala de jantar, a mesa em pedra de mármore branca e cadeiras estofadas brancas combinando com a decoração, ela puxou uma cadeira para mim e logo se sentou a minha frente, Rômulo apareceu logo em seguida desligando o telefone e colocando sobre a mesa e se sentando ao meu lado, sorriu contente para nós duas, "Então Brigite?... O que achou da minha namorada?". "Linda meu irmão!... Parabéns!", os dois piscaram. Não estava entendendo mais nada, me servi de leite e café e Rômulo despejou suco de laranja para mim e para ele, e fiquei escutando a conversa entre os dois, Brigite fazia universidade de moda em Seattle, estava na cara pelo seu estilo de vestimenta e cuidados, eu teria que aprender e muito com ela para me tornar uma mulher de classe como sua mãe e ela, sorria sem parar, pois era a única coisa que podia fazer. "E você Victória?... O curso pretende fazer!?". "Eu quero fazer medicina, mas minha mãe acha que devo fazer enfermagem primeiro, ela tem medo que eu não me de com doentes e a morte!", disse enfiando um pedaço de pão na boca. "Que bobagem!", disse Brigite levando a xícara à boca e deu um gole em seu café, A Sra. Coster se juntou a nós na mesa, elegante como sempre, comecei a me achar filha da empregada com um vestido florido meia estação. "Bom dia!", disse Lena olhando para nós e sorrindo e colocando o guardanapo no colo, e me olhou para ver se eu estava de acordo com o protocolo, desta vez fiz certo em colocar o guardanapo no colo, "Então quer ser médica!?". "Sim!", disse passando a mão pelos cabelos me sentindo tímida de repente. "Ótima profissão!... Só não sei se vai conseguir acompanhar meu filho pelos mundiais!". Rômulo pigarreou, Brigite desviou o olhar e deixou de sorrir, o silencio tomou conta. "Pelo que eu sei... Nós só namoramos!... Eu ainda não me casei e nem sei se é isso que eu quero no momento e acho que Rômulo assim como eu tem sonhos e projetos para ser conquistados!". Todos estavam olhando para mim, Lena não deixou de sorrir e cruzou os dedos e apoiou o cotovelo na mesa e me encarou, "Você tem razão!... Mas não acho que você está tão preocupada assim em ter uma carreira!". "Mãe?", Rômulo joga o guardanapo na mesa com força, "Pare com essa conversa!... Você ouviu o que Victória disse!... Não estamos pensando em casamento e sim em curtir um ao outro e planejar nossos futuros com calma. "Com calma!?", Lena estreita os olhos para Rômulo, eu entrei em pânico por que não sabia o que estava acontecendo, estava descobrindo que minha sogra não gostava de mim, e ela continua, "Vocês dois transaram sem c*******a e quer que eu tenha calma!?". Puxei o ar pelo nariz com força e prendi a respiração, meu corpo gelou, eu não consegui olhar mais para ninguém, Rômulo piscou várias vezes, por segundo nem eu e nem ele conseguimos falar, Brigite apenas tomava seu café sem dizer nada, provavelmente perplexa assim como eu e Rômulo, "Você me traz uma garota que vive no meio do mato, o pai empregado de uma madeireira, transa com ela e se esquece que pode engravidar essa garota!". "Cale a boca Mãe!", Rômulo a olha, "Você passou dos limites desta vez!", ele se levantou, "Não vou te dar explicações da nossa i********e e você sabia qual era o intuito de trazer Victória para cá ontem à noite... "Sim!... Você tem razão, mas achei que você fosse responsável"... "Eu tomo anticoncepcional Sra. Coster!", disse me levantando da mesa, deixando tudo para traz, minha garganta estava fechada, não era por que minha i********e estava sendo exposta, mas por ser pobre e meu pai um trabalhador assalariado, Rômulo pegou no meu pulso, mas eu os puxei com força, "Eu estou indo embora agora!". Dei as costas e corri para o quarto, a discussão entre Rômulo e a Sra. Lena dava para se escutar no andar de cima, minhas lágrimas rolavam em bicas enquanto enfiava minhas coisas na mochila, ao me virar, vi o Sr. Coster me olhando com a testa franzida. "O que está acontecendo?", perguntou ele pondo a mão na cintura e me encarando. "Não sei!", disse passando a mão no rosto secando minhas lágrimas, passei por ele e desci as escadas correndo e abri a porta da frente, um casal de senhores estava na porta prontos para apertar a campainha, sorriram quando me viram, mas logo se desfizeram quando passei por eles aos prantos e ganhei a rua, meu coração estava dilacerado, como um dia pude pensar que podia ser uma daquelas pessoas, o dinheiro simplesmente tornava as pessoas arrogantes e orgulhosas o suficiente para humilhar os mais fracos, quando cheguei a quarta quadra, ouvi o ruído do motor da pick-up de Rômulo, ele abriu a janela. "Victória!... Vamos voltar!?... Entre, por favor?!". Continuei andando de cabeça baixa e chorando, apertando a mochila nas mãos, ele acelerou e parou na outra quadra, e correu para me encontrar, eu entrei em outra rua e comecei a correr sem parar, parecíamos dois loucos correndo rápido, ele gritando para eu parar e eu pedindo para ficar longe, na terceira quadra ele me alcançou e me fez parar, ofegante ele me encostou na parede e grudou o corpo no meu, pegou no meu rosto, eu bati nele com força, eu estava com raiva dele. "Me solta!?", disse batendo em seus braços, ele revidava contraindo os músculos deixando-os fortes e duros para doer minha mão, "Eu sou pobre... Eu só quero seu dinheiro de m***a!", desabei a chorar e larguei meus braços, "Eu me sinto humilhada!... Como ela pode ser tão falsa?". "Ela não é falsa Victória, ela só está com medo do que possa acontecer com o nosso futuro!". "Não!... Com o seu futuro Rômulo!... Não é com o meu!", ele passou os dedos no meu rosto tentando secar minhas lágrimas, "Como ela pode achar que quero o seu dinheiro!?". "Por que eu podia estar com qualquer outra garota!... Filhas de amigas dela que tem o mesmo padrão de vida que a nossa!", ele me beijou desesperadamente e me abraçou, "Mas o que ela não entende é isso que eu gosto em você!... Você é simples!... É autentica!... Não é vazia e não liga para a moda!". Abracei meu namorado pela cintura e espalmei minhas mãos em suas costas largas e chorei horrores, tinha passado uma noite maravilhosa em seus braços e pela manhã aprendi coisas novas, e agora descobri que minha sogra me achava pobre e queria dar o golpe do baú, "Me leva para casa!?". "Você vai almoçar com a gente!... Depois... À noite eu vou levar você para sua casa!", disse ele pegando na minha mão e me puxando para o carro, me detive, não queria ir. "Eu não tenho cara para ficar diante dos seus pais!", disse tentando fazer ele me largar ali. "Você tem a cara que eu desejo que você tenha e é por mim que vai ficar naquela casa!", Rômulo rapidamente se abaixou e me jogou em seus ombros e sobre protesto me carregou para o carro, eu estava de cabeça para baixo, gritando para ele me largar, as pessoas que passavam por nós olhavam desconfiados, eu lhe dei vários tapas na b***a, mas não adiantou em nada, fui colocada dentro do carro pela porta do motorista, não me dando chance para fugir, me sentei e cruzei os braços incapaz de ser carinhosa naquele momento, Rômulo ficou parado um tempo ali comigo, acho que nem ele sabia direito o que fazer, ligou o carro e seguimos rua a fora, andando pelo bairro em silencio, acho que nós dois precisávamos deste tempo para se acalmar e voltar para a residência. Assim que colocamos os pés na residência, senti um m*l estar passar pelo meu corpo, mas entrei por Rômulo, por que eu estava apaixonada o suficiente para passar por cima de tudo aquilo, mas eu já sabia que futuro com ele eu não teria, logo ele iria para a universidade de Denver e jogaria para os Broncos, até o momento não tínhamos conversado sobre isso, o que queríamos era curtir um ao outro e foi o que fiz, conheci seus avós e seus tios, a casa foi enchendo, a Sra. Coster fingiu que nada tinha acontecido, mas vi pela cara do Sr. Coster o constrangimento quando nossos olhos se cruzavam, durante o almoço, me sentei bem longe de todos, apenas Rômulo se sentou ao meu lado esquerdo e um sobrinho de doze anos ao meu lado direito, o menino até que era simpático e me distraiu e muito durante o almoço, Rômulo ainda tentou me fazer parar de conversar com ele, mas assim como eu o menino também se sentia deslocado, seu nome era Marck, seus olhos azuis e seus cabelos louros escuros era seu charme, no futuro, aquele menino iria abalar corações. "Quando é que vai para Denver meu filho?", pergunta seu avô Clary sorridente. "Dentro de vinte dias vovô!", disse ele apertando minha mão. "Está animado?". "Muito!", ele sorriu, mas vi a tensão em seu rosto, desviei o olhar para meu prato. "E a jovem?... Como é mesmo seu nome?!". "Victória!", Disse rápido, passando o guardanapo na boca e o olhando. "Victória!... Nome marcante!", ele sorriu, "E você jovem!?... Vai cursar o que!?". "Vou fazer um curso de Enfermagem e depois sigo para Washington para fazer medicina!", respondi sorrindo, sem demonstrar que estava chateada. "Vão ficar bem longe um do outro!", disse a avó de Rômulo. Nossos olhos se encontraram, Rômulo apertou minha mão, era um assunto que eu e ele estávamos adiando e muito, mas eu sabia que iria ter tempo para nos ver, não seria sempre assim, Respirei fundo e sorri terna, queria passar a ele que estava tudo bem entre nós. "Enfermagem é uma boa, mas por que não vai direto para medicina?". Passei a mão nos cabelos, "Preciso ficar mais um ano aqui!... Tenho algumas coisas para fazer e não quero que minha mãe sofra com a minha partida repentina!". "Ah que lindo!", Disse uma das tias de Rômulo que não sei o nome, "Fico emocionada ao ver filhos serem tão agarrados aos pais e pensar neles em primeiro lugar!". Todos sorriram, menos minha sogra, literalmente ela estava se revelando para mim e aquilo me deixou muito triste, eu fiz um esforço enorme para não chorar, meu rosto me denunciou, ficando vermelho e meu queixo tremulo, a mulher então disse, "Não chore!... Entendo como é difícil de se separar dos pais, ainda mais quando são tão amorosos como os seus!", Ela cruzou os baços sobre a beirada da mesa, "Eu conheci sua mãe no hospital quando sofreu o acidente, eu estava aqui com Lena quando soubemos e fomos para lá te ver!". Sorri agradecida, e passei a mão no rosto para secar o canto do olho, olhei para Rômulo, olhar para ele foi a pior coisa que fiz, eu estava perdendo meu namorado, enterrei o rosto na lateral do seu braço e chorei baixinho, ele levou a mão a minha cabeça e acarinhou e me deixou chorar ali, logo todos mudaram de assunto e eu saí da mesa para poder me recompor. Saí no jardim depois da sala de estar, Rômulo se juntou a mim, minhas lágrimas desciam sem esforço, agarrei os braços que me envolviam, eu olhei aquela propriedade e vi que não pertencia aquele lugar e nem aquele mundo, eu era simples, eu teria que construir meu futuro aos poucos e viver daquilo que eu podia ganhar. "Eu sinto muito!... De verdade que tudo isso esteja acontecendo!", ele beijou meus cabelos. "Uma hora teríamos que nos separar!", disse apoiando a cabeça em seu peito. "Eu não estou disposto a me separar de você, gata!", ele me embalou. "Mas isso uma hora teria que acontecer de uma forma ou de outra!... E sua mãe deixou claro que não sou bem vinda na sua vida!", girei meu corpo para ficar de frente para ele, "Acho que ela pensou que o que estava vivendo era apenas uma aventura, que seria passageiro... Aí ela constata que transamos e que você e eu não nos protegemos como ela achava que deveria ser e o medo se instalou, agora virei sua inimiga"... "Não fale bobagens Victória!... Ela não é sua inimiga... Não tem nem o porquê disso!", ele me beija e passa suas mãos grandes no meu cabelo e no meu rosto, "Quando eu te vi pela primeira vez na escola, jogando os cabelos para traz, olhando para o chão sem nenhuma preocupação, passando por mim sem se abalar e nem prestou a atenção em mim, eu fiquei pasmo... Eu precisava conhecer aquela garota que se achava!". Sorri com seu depoimento esclarecedor, "Eu me achava é?!", procurei sua boca, mas achando graça. "Foi!... Fiquei um mês cercando você!... E nada, você simplesmente não me via!", ele me puxa para um abraço, "Aí teve o lance do armário, eu pensei que quando me olhasse, iria se abalar, ou sorrir... Sei lá!... Mas você simplesmente riu da minha cara e saiu para a aula sem me dar bola... Aquilo me deixou louco e eu precisava mostrar para você o quanto eu podia ser perfeito". "E me beijou na saída da escola e acabou no chão por causa do ciúme do meu primo!", disse baixinho apertando-o nos braços. "Eu só não revidei, por que eu vi nos seus olhos o pânico e o medo de uma briga e eu queria mostrar para você que também sabia ser cavalheiro, mas que eu iria ter você para mim, eu iria!", ele riu e me puxou para me sentar na espreguiçadeira, nos deitamos e eu me aninhei em seu peito, "Juro que no começo era só a conquista, mas quando me beijou pra valer, eu percebi que não podia mais ficar sem seus beijos e abraços!... E agora você é toda minha!". "O que te motivou a ir a traz de mim!?", perguntei procurando seus olhos. "Foi o pedido de desculpas que soltou para mim naquele dia que te chamei para tomar o sorvete e depois disse que não iria me namorar!". Demos gargalhada, eu acariciei seu peito. "O que vamos fazer?". "Vou sempre reservar ingressos para você ir me ver jogar, e vai ficar comigo neste tempo e vamos aproveitar um ao outro!", disse ele acariciando minhas costas. "Não vou poder ir sempre... Você sabe disso!", beijei seu peito. "Vamos ter que entrar num acordo se quisermos que isso de certo!", ele respirou fundo. Eu só via uma única alternativa, terminar e cada um seguir sua vida, mas eu não queria abrir mão dele, eu estava apaixonada, "Quero f********r com você!", disse baixinho. Ele sorriu, olhou em volta e me olhou, "Que tal a gente sair daqui e ir para um motel?". Sorri, mas não disse nada, ele voltou a relaxa, mas vi que estava e******o com a minha vontade, ele também queria, ficamos ali por um tempo, sentindo o sol e o vento gelado soprar em nossa direção. As 15h nos levantamos e seguimos para dentro de casa e nos despedimos de todos, deixei a mãe de Rômulo por ultimo, apenas peguei em sua mãe e apertei, não desejei boa semana como para todos e seguimos estrada, Rômulo pegou outra saída e vinte minutos depois estávamos em um motel de beira de estrada, muito gostoso e seguimos para o quarto, m*l fechamos a porta e já fomos tirando a roupa e nos beijando e nos agarrando, ele me jogou na cama e abriu minhas pernas e me chupou com vontade abocanhando meu c******s e esfregando a língua, eu arfei e gemi alto me agarrando no travesseiro e me torcendo de prazer, "Rômulo"... Disse gozando e arfando com a sua língua entrando em mim, ele apertava minhas coxas e gemia com as minhas contrações e meus gemidos, ele se ergueu e se encaixou no meio de minhas pernas, o olhei e abri os braços para recebê-lo que me penetrou e eu joguei meu corpo para traz afundando no colchão de tanto prazer, "Ahhhhhhhhhhhhhhhhhh!"... Gemi alto apertando-o em meus braços, ele grunhiu roçando os lábios no meu pescoço, me sentindo por dentro. "p***a gata!"... Disse ele entre os dentes, "Eu vou gozar assim!". Rômulo ficou parado dentro de mim, depois de ter enfiado tudo, eu queria que ele se movesse, eu ainda estava gozando, eu queria sentir suas estocadas, ele grunhiu mais uma vez e apertou minha b***a com força levando meu quadril mais para ele e começou a se movimentar, seus dentes gravaram minha orelha provocando dor e prazer, e ele acelerou, "c*****o!... Parece que não transamos a anos!", disse ele cheio de desejo, "Ahh!... p***a!". "Mais rápido!", pedi vendo estrelas, ele me olhou e se ajeitou sobre mim, se arqueando sobre mim, juntando os joelhos nos meus quadris e meteu fundo, nós dois gritamos de prazer, ele estava completamente rouco e meteu forte dentro de mim agarrando em meus cabelos e me mantendo em meu lugar, passou a língua pelo meu pescoço até o queixo e mordiscou, "Eu vou fazer você gozar e muito!", ele segurou meu quadril e se levantou e juntou minhas pernas e as abraçou e meteu forte até o fundo, eu senti todo o atrito, eu estava apertadinha e eu senti ele por inteiro, entrando e saindo, me agarrei no travesseiro e fechei os olhos e ele atingia meu ponto mais sensível e eu gritei quando senti o meu ventre se contrair, ele grunhiu sentindo que eu o ordenhava e gozava arfando e me torcendo, ele me escancarou abrindo bem minhas pernas, sua visão e a minha era de tirar o fôlego, éramos completamente fogo e brasa, ele levou o polegar ao meu c******s e massageou, fazendo movimentos circulares, e meteu rápido, e não tive como controlar meu segundo o*****o e gozei gritando seu nome e ele comigo, rosnando e pingando suor sobre mim, jorrando seu liquido e me enchendo e me encharcando, ficamos arfando quando nos sentimos em êxtase e ele desabou ao meu lado, ficamos os dois de olhos fechados e esperando que nossas respirações voltassem ao normal. Depois de três horas, Rômulo me deixou em casa, eu estava completamente no céu e em êxtase, transamos e muito naquele motel e foi um dos momentos mais gostosos que já vivi, ele era todo meu e eu era dele, não estávamos em uma zona familiar, podíamos fazer o que quisesse, eu recebi mais chupada e eu o chupei novamente, mas sem gozar na minha boca, ele queria gozar dentro de mim e foi tudo muito bom, eu estava aprendendo a arte do amor, e o que eu achei nojento, agora eu queria sentir escorrer pela minha boca e garganta, eu queria poder tê-lo na minha cama todos os dias, até quando não desse mais. Me despedi dele da soleira da porta, meu coração ficou pequeno quando vi se afastar, eu teria apenas 15 dias para estar com ele, aproveitar sua companhia, eu começaria estudar enfermagem na segunda, estava ansiosa e ao mesmo tempo detestando isso, mas já que tinha concordado, eu teria que ir até o fim, me virei e dei de cara com minha mãe, ela estava de braços cruzados me encarando, sabia que eu tinha transado e muito, sorri, ela não me intimidava mais, não era pecado o que eu estava fazendo, eu o amava e ele também me amava e desejávamos um ao outro, puxei a porta. "Boa noite mãe!", disse a encarando com um sorriso alegre no rosto. "Boa noite Victória!", seus olhos inquisitórios me penetravam. Me inclinei para frente, "Dei e muito esse final de semana e eu estou no céu!". Minha mãe contraiu a mandíbula, seus punhos serraram, mas eu continuei, "Gostaria que fosse a minha amiga e que me deixasse compartilhar de minha alegria e frustrações!... Não quero que se torne uma desconhecida para mim, mamãe!". "Eu só não quero que fique falada na cidade Victória!", disse ela se desarmando e falando baixo para meu pai não escutar. "Do que iriam falar?", a encarei com um sorriso divertido, "Mais dia ou menos dia isso iria acontecer!... E eu e Rômulo estamos perdidamente apaixonados e nos desejamos e é isso que importa!... Somos responsáveis e sabemos nos cuidar para não ter surpresas!". "Ele foi bom com você?", minha mãe passou o braço pelos meus ombros e beijou meus cabelos e me abraçou. "Maravilhoso, mãe!".
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