Victória prepara uma festa de desedida para Rômulo

2258 Palavras
A semana toda Rômulo me pegava no curso e de lá nos enfiávamos no motel e aproveitávamos uma ao outro, era uma delicia de estar com ele, sempre ousado e me ensinando coisas novas, mas à medida que os dias se passavam e se aproximava a sua ida para Denver, eu o sentia mais tenso e angustiado, eu também não queria que fosse embora, mas era necessário, eu sentiria muito a sua falta, seus beijos e de seu corpo, minha mãe também já dava sinal de que sua saúde não estava nada bem e minha preocupação aumentou, não podia deixa-la para traz. Na sexta, faltando 14H para seguir viagem para Denver, organizei uma festa de despedida em minha casa, trouxe todos os amigos, inclusive aquelas garotas que eu odiava, mas que fizeram parte de sua vida, eu queria que ele se sentisse amado e que Axton e Matinsville estaria de braços abertos para ele sempre que voltasse, meus pais foram para a casa da minha tia Ema e ficariam por lá a noite jogando baralho, coloquei todos para dentro de casa e deixei só a luz da varanda acesa esperando por ele, vi quando o carro apontou na pequena estradinha da propriedade, me levantei, estava usando um vestido rodado até os joelhos, bem rodado azul claro, meus cabelos estavam presos em um r**o de cavalo, Rômulo estacionou e desceu, eu corri e pulei em seu colo, o beijei, "A casa é toda nossa hoje!". Ele abriu um sorriso enorme, "Vou Comer você". Gargalhei jogando a cabeça pra traz e ele subiu as escadas da varanda e entrou, louco para começar o nosso encontro carnal, as luzes se acenderam e todos gritaram, Rômulo levou um susto ao ver toda aquela gente ali, me pôs no chão e passou a mão pelos cabelos ainda surpreso, sua emoção foi sentida por todos, e ouve um abraço coletivo, Rômulo deixou as lágrimas rolarem, era seu ultimo dia e não tinha se despedido de ninguém. A bebida e o som rolavam solto dentro de casa, alguns casais já se beijavam no sofá ou encostados em algum canto, eu e Rômulo ficamos abraçados o tempo todo curtindo e conversando com alguns colegas, a cerveja ia da minha boca a boca dele, até que eu precisei ir ao banheiro. Entrei em meu quarto e segui para o banheiro, fiz xixi, estava com a bexiga estourando, quando sai do banheiro, Rômulo está em pé ao lado da minha escrivaninha olhando o painel com um monte de fotos nossas, ele passava o dedo em uma delas, a que tiramos deitados no chão da minha casa. "Pegue ela para você!... Eu imprimo outra para mim!", disse seguindo até ele. Deitei a cabeça em seu ombro, ele pegou a foto, "Você está linda aqui!", colocou no bolso da calça e se virou para mim, passou a mão pelos meus cabelos, "Obrigado por ter organizado tudo isso para mim, jamais iria imaginar esse carinho!". "Você merece!", fiquei na ponta dos pés e o beijei, "Você mudou minha vida!... Me ensinou muitas coisas diferentes!". "Eu tenho outra surpresa para você, gata!", Rômulo pôs a mão no bolso e puxou uma fita vermelha de cetim, fiquei olhando para aquilo, não entendia para que serviria, "Eu quero amarrar você!". O olhei perplexa, aquela ideia não me agradava, engoli em seco. "Vamos gata?!", ele me olhou, "Nunca te machuquei e não vai ser agora que vou machucar!". Concordei com a cabeça, quando me vi estava sendo girada para ficar de costas para ele, minhas mãos foram puxadas para traz e ele me amarrou e me imobilizou, comecei a ofegar, as mãos de Rômulo passaram do meu pescoço e deslizaram aos meus s***s, pelos meus quadris e minha b***a e me fez ajoelhar e debruçar na cama, "Que linda você está hoje!", ele puxou o ar pela boca, puxou minha calcinha e levou até meu joelho e subiu os dedos deslizando entre minhas coxas até minha a******a, e enfiou o dedo para me massagear, eu gemi sentindo seu dedo dentro de mim, logo ele tirou e lambuzou meu anus, eu protestei, "Shhhhhhhhhh!... está tudo bem!... Você vai gostar!", disse ele no meu ouvido, seu dedo agora massageava o local, eu não me sentia certa daquilo, mas era gostoso e ele sabia fazer tudo ficar gostoso e enfiou o dedo. "Ahhhhhhhhhhhhhhh!", me torci, eu queria que ele tirasse o dedo da li, logo enfiou o p*u na minha a******a, mas o dedo continuou no lugar, eu gemi alto, meu corpo começou a suar, tudo estava pegando fogo, logo ele enfiou dois dedos, eu afundei o rosto no colchão e gritei, ele arfou a traz de mim, seu p*u entrava e saia e assim que me acostumei com os dois dedos e gozei violentamente, ele grunhiu me sentindo ordenha-lo, mas não gozou comigo e esperou com calma até passar o o*****o, meu corpo estava molinho, ele tirou de dentro de mim e os dedos do meu ânus, e encostou, protestei. "Relaxa!... Você vai gostar!", disse ele. Senti sua mão pressionar minha b***a segurando a cabeça de seu p*u e com jeito ele enfiou dentro de mim, eu não consegui gritar, contrai meus dedos das mãos e arfei sentindo ele entrar cada vez mais fundo em mim, ele grunhiu e estremeceu e começou a arfar a medida que entrava dentro de mim, eu queria gritar, eu queria afasta-lo, mas ele começou a me comer, a meter forte dentro de mim, agarrando minha cintura com força, grunhindo como um animal faminto, meu corpo suava, eu queria me livrar daquele vestido, meu corpo pegava fogo. "p***a!... Não existe um lugar em seu corpo que não seja gostoso!", disse ele entre os dentes e gozou, eu senti seus espasmos latejar dentro de mim, eu queria gozar, mas não consegui, era intimo demais o lugar que estava, mas ele continuou e ainda estava duro e continuou me comendo sem parar até que eu gozei sentindo seus dedos no meu c******s massageando e ele gozou comigo novamente, me encharcando de uma forma completamente diferente de tudo que já tinha vivido. Depois de um banho rápido, voltamos discretamente para a sala e nos juntamos aos amigos e ficamos por ali até às três horas da manhã, e eu não deixei que fosse embora, eu queria tê-lo mais uma vez, o levei para meu quarto depois de fechar a casa inteira, tiramos nossas roupas devagar e ficamos nos olhando e curtindo a visão um do outro, lentamente ele puxou o cobertor da minha cama e me fez deitar e se juntou a mim e deitou sobre mim, acariciando meus cabelos e meu rosto, guardando cada pedacinho meu, seu p*u entrou com facilidade dentro de mim, e fizemos amor lentamente, devagar, gozamos em silencio várias vezes, apenas nos tocando nos lábios e nos movendo devagar, hora eu em baixo, hora eu em cima dele, acabei pegando no sono deitada sobre seu peito, nos dois nus, apenas o cobertor nos aquecendo, sei que minha mãe passou no meu quarto, senti o deslocamento do ar, mas não liguei, eu estava prestes a me despedir dele dentro de algumas horas, eu o queria comigo. Na manhã seguinte meu pai quase enfartou na mesa do café da manhã quando saí de mãos dadas com Rômulo do quarto, o pão chegou a cair de suas mãos, sorri. "Bom dia papai!", lhe dei um beijo no rosto e me sentei. Rômulo coçou a nuca, "Bom dia Sogrão!". "Bom dia!", disse ele em um sussurro olhando para nós dois e assistiu eu mimar meu namorado, servindo café, leite e passando geleia em seu pão. "Como foi o jogo ontem à noite?", perguntei para quebrar aquele clima. "Bom!", disse meu pai tentando voltar ao ritmo normal de suas manhãs, "Seu primo Nigel esteve aí com a tal modelo loura!". Minha mãe me olhou de imediato, mas eu não liguei, eu não era mais apaixonada por ele, e ele merecia dar continuidade a vida dele, assim como eu. "Que bom!... Vocês gostaram dela?", perguntei olhando para minha mãe, queria mostrar a ela que não me importava. "Sua mãe detestou!... Disse que ela é mente vazia!", meu pai sorriu olhando para minha mãe por cima dos óculos. Eu e Rômulo gargalhamos vendo aquela expressão. "Ela passou o tempo todo reclamando que algo no vestido dela iria estragar, ou que ela iria engordar por que comeu tal coisa", minha mãe fez uma careta de reprovação. Olhei par Rômulo e demos risadas. "Eu imagino como deve ser!", disse Rômulo levando a xícara à boca, "uma vez minha mãe me fez ter um encontro com a filha de uma de suas amigas, eu quase surtei... É o tipo de garota que só serve para desfilar sua beleza e comer!". Todos arregalaram os olhos para ele, eu caí na gargalhada e dei um t**a em seu ombro, ele se encolheu, mas riu comigo, "Mas é verdade!". Depois do café e de trocar várias informações voltamos para o quarto, a fim de escovar os dentes e seguir com ele para sua casa e de lá para o aeroporto, eu iria com meu carro mesmo, não pretendia entrar no carro com a mãe dele, depois do almoço de ano novo, não nos falamos mais, apenas trocamos cumprimentos e mais nada, nem o pai de Rômulo veio falar comigo, sua irmã era a única que sempre falava comigo, sempre por telefone. "Vem aqui!", ele me puxou para ele assim que entrou no banheiro, "Eu quero que se comporte entendeu!?". "E por que não iria me comportar?", espalmei minhas mãos em seu peito e fiquei olhando para ele. "Você é linda demais para ficar solta por aí!". "E você é gato e sarado demais para ficar solto por lá!", revidei. Ele me beijou, "Mas eu sou seu!... E quando eu ganhar bastante dinheiro, eu vou voltar aqui e vou me casar com você e vou leva-la daqui!". Sorri terna, mas algo me dizia que isso nunca iria acontecer, ele estava indo para um mundo desconhecido, onde as tentações surgiriam a todo o momento, e ele não era de se jogar fora, deitei minha cabeça em seu peito, "Amo você!". Ele me abraçou com força e gemeu, "Eu também amo você, gata!". O desejo subiu e logo estávamos na cama, nos amando como dois loucos e em silencio, apenas a cama nos denunciava, nosso s**o foi violento e urgente, ele me fez gozar várias vezes até chegar a sua vez, ficamos abraçados, apenas nus da cintura para baixo e descabelada, abracei com força e chorei já sentindo sua ausência, ele me apertou nos braços e afundou o rosto no meu pescoço e fungou várias vezes, mas não me deixou ver que chorava. Seguimos no meu carro para Denville, o seu voo sairia de lá, um voo doméstico com poucos passageiros, ele foi guiando meu carro e eu apoiada em seu peito deixando as minhas lágrimas rolarem, eu não queria me despedir, comecei a achar um erro de ter ido ao aeroporto, Rômulo acariciava meu braço com carinho, o s**o que fizemos pela manhã estava grudado em nossos corpos, nem eu e nem ele quisemos tomar banho, eu podia senti-lo dentro de mim, a fita vermelha que usou para me amarrar, eu coloquei na minha cabeça, para deixar claro que eu gostei do que fez comigo e que a fita sempre estaria a sua espera, ele contornou o estacionamento e parou, nos olhamos, ele acariciou meu rosto enxugando meu rosto, me deu um beijo delicado, "Queria comer você mais uma vez!... Bem aqui!". Eu desabei a chorar e pulei para seu colo e montei nele e o abracei enterrando o rosto em seu pescoço, Rômulo acariciou minhas costas, "Me coma!". Ele riu, e me desgrudei dele, "Enfia esse seu p*u dentro de mim e deixa ele lá dentro até não aguentar mais, goze comigo, olhando no meu olho, me deixa levar você comigo!". Todos passavam por nós, ele mandava entrar, quando se viu sozinho, ele tirou seu p*u para fora e puxou minha calcinha de lado e eu deslizei até o meu limite e ficamos parados, olhando um para o outro, meu vestido escondia o que estávamos fazendo, eu comecei a gemer sentindo-o dentro de mim. "Não se esqueça de mim!", pedi me esfregando lentamente nele. "Nunca!", ele me beijou me puxando para ele, agarrando-me pela cintura, me movi e foi o suficiente para gozarmos, eu queria pular sobre seu colo, mas eu apenas rebolei lentamente provocando-nos, até nos sentir saciados. Saímos do carro com tranquilidade e entramos no saguão, minhas bochechas estavam vermelhas, meu corpo estava pegando fogo, eu sentiria falta daquele homem me comendo e me surpreendendo a todo o momento. A aeronave já estava no chão, ele abraçou cada um de sua família me deixando por ultimo, fomos caminhando até a entrada do embarque, ele jogou a mochila no chão e me agarrou pela cintura e me girou com ele, era um abraço tão apertado que senti falta de ar, quando me largou eu vi as lágrimas em seus olhos, eu desabei com ele, choramos abraçados ali, mas eu tive que me afastar, ele precisava ir em busca de seu sono, nos beijamos pela ultima vez e ele embarcou para Denver, fiquei ali vendo o avião taxiar e levantar voo e sumir, olhei para traz, todos estavam tristes, mas ninguém teve a coragem de se abraçarem ou de me abraçar, estava sozinha, caminhei as pressas para a saída, entrei no meu carro e voltei para minha casa, desabando no colo de minha mãe.
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