Dulce O tão esperado dia havia chegado. Eu finalmente levaria o meu filho para casa. Finalmente teria a parte que faltava do meu coração pertinho de mim. Eu segurava a mão de Christopher, enquanto esperávamos sentados no sofá do orfanato. — Você está suando. — ele disse e logo depois, beijou a minha mão. — Só estou ansiosa. Vimos Bernardo descer as escadas, com uma mochila nas costas enquanto uma cuidadora carregava sua mala. O que eu senti ao vê-lo agora era diferente de todas as vezes em que estive aqui para visita-lo. Ele era meu filho e eu o levaria para casa. Nada se comparava a aquele momento. — Mãe! Pai! — ele correu até nós e pulou em meu colo. Eu e Christopher o abraçamos e naquele instante, minhas lágrimas vieram. Meu peito estava inundado de alegria e todos os

