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1723 Palavras

Christopher  Estava sozinho em minha sala, quando a porta foi aberta e Dulce entrou. Ela cruzou os braços e me olhou da forma mais séria possível.  — Tudo bem? — perguntei.  — Não.  — Qual o problema?  — A sua assistente é o problema!  — Dulce, pelo amor de Deus... — revirei os olhos. — De novo com essa implicância?  Ela respirou fundo, tirou uma folha de papel de dentro do bolso de seu casaco, o abriu e colocou sobre a minha mesa. Era um desenho meu. Franzi a testa totalmente confuso, mas a letra "F" usada como assinatura no fim da folha deixou tudo claro.  — Ela me desenhou?  — Sim. — Dulce me olhou como se esperasse que eu dissesse que ela estava coberta de razão.  — E daí? — indaguei despreocupado.  — Como assim "e daí?"? — berrou com indignação. — Ela está obcecada por voc

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