Capítulo 4

1440 Palavras
O beijo se intensifica, nossas línguas dançando em uma coreografia sensual. Minha mão desliza pela sua coxa, explorando cada centímetro com um toque suave e provocador. Ellen suspira contra meus lábios, sua respiração quente se misturando com a minha. Sinto seu corpo se contorcer ligeiramente sob meu toque, e sei que estou despertando sensações profundas dentro dela. Nossas mãos continuam a explorar, aprofundando-se nas curvas e contornos do corpo um do outro. A cada toque, a cada carícia, a tensão s****l entre nós aumenta. O álcool em nossas veias amplifica cada sensação, tornando tudo mais vívido e intenso. Minha mão desliza pelas suas costas, traçando um caminho de arrepios enquanto me aproximo do zíper do seu vestido. Com um toque hesitante, deslizo o zíper para baixo, revelando a pele macia de suas costas. Ellen inclina a cabeça para o lado, expondo seu pescoço para mim, e sinto o desejo fervendo em minhas veias. Sigo a curva do seu pescoço com beijos suaves e mordidas delicadas, cada gesto projetado para provocar e excitar. Minhas mãos encontram a pele nua da sua cintura, e posso sentir suas mãos trêmulas deslizando sob minha camisa, explorando meu próprio torso. Cada gemido, cada suspiro, é uma sinfonia de paixão e desejo. Nossos corpos estão sintonizados, dançando juntos em um ritmo que é só nosso. A luxúria e a sensualidade permeiam o ar, mas ainda há uma conexão profunda entre nós, uma conexão que transcende o calor do momento. O mundo ao nosso redor parece se desvanecer, substituído pela sensação do toque um do outro. Não há mais vinho, nem festa, nem nada além de nós dois. Estamos mergulhados em nosso próprio mundo de desejo, onde cada carícia, cada beijo, nos leva mais perto do limite. E então, com um olhar ardente e um sorriso carregado de significado, nossos lábios se encontram novamente. O beijo é cheio de urgência, nossos corpos se pressionando um contra o outro. As mãos exploram com mais confiança, os gemidos se misturam, e não há mais razão ou pensamento, apenas o puro calor da paixão. O desejo que estivemos reprimindo finalmente encontra seu escape, e a pegação entre nós se torna uma dança frenética de luxúria e desejo. As mãos percorrem cada centímetro do corpo um do outro, explorando, apalpando, provocando. Cada suspiro, cada gemido, ecoa pelo ambiente, uma trilha sonora para nossa entrega mútua. As sensações são avassaladoras, mas em meio à intensidade, ainda somos conscientes o suficiente para apreciar o momento. Nossos corações batem acelerados, nossas peles se incendeiam, e estamos perdidos no emaranhado de prazer compartilhado. Nossos lábios se separam por um momento, e nossos olhares se encontram. Há um entendimento silencioso entre nós, uma conexão que vai além das palavras. E então, com um sorriso travesso e olhos cheios de desejo, nossos lábios se encontram mais uma vez, selando nosso acordo silencioso de entrega e paixão. Suas mãos tocam o meu cinto e, em movimentos ágeis, ela retira minha calça. Envolvidos no calor do momento, nossos corpos se pressionam enquanto nos beijamos com paixão. Sinto a intensidade do desejo aumentando a cada toque, a cada carícia. Suas mãos exploram meu corpo, e as minhas fazem o mesmo, deslizando pela sua pele com uma mistura de luxúria e urgência. Entre beijos ardentes e suspiros carregados de desejo, sinto suas pernas envolverem minha cintura. Ela me olha com olhos faiscantes, e eu a seguro no colo, nossos lábios ainda unidos em um beijo fervoroso. A sensação de tê-la em meus braços, quente e sedutora, é intoxicante. Com passos desengonçados e risadas contagiantes, começamos a nos mover em direção ao quarto. O álcool em nosso sistema torna cada movimento um pouco mais desajeitado, mas a animação e a excitação superam qualquer falta de coordenação. "Vou fazer isso com estilo", penso, determinado a mostrar a ela meu lado brincalhão. Porém, no meio do caminho, meus pés se enrolam, e a estabilidade precária nos leva a uma queda desastrosa. Ambos soltamos risadas histéricas enquanto perdemos o equilíbrio e tombamos no chão. A risada de Ellen é contagiante, e a acompanho com gargalhadas. Estamos agora deitados no chão, um em cima do outro, rindo como duas crianças que acabaram de cometer uma travessura. — Isso não foi como planejei. – Digo entre risos, olhando para ela com os olhos cheios de diversão. Ela tenta falar, mas as risadas a impedem. Nossas mãos estão entrelaçadas, e nossos rostos estão tão próximos que posso sentir sua respiração acelerada. Mesmo com a queda, a energia sensual ainda está no ar, mas agora é combinada com a leveza da situação. — Acho que precisamos de mais prática nisso. – Ellen finalmente diz, ainda rindo. Concordo, rindo também. Nossos olhares se encontram, e a atração entre nós parece mais forte do que nunca, mas agora há algo mais: uma conexão genuína e uma sensação de cumplicidade. Ainda deitados no chão, trocamos olhares brincalhões e sorrisos largos. A animação do momento é palpável, e a tensão s****l inicial se transformou em algo mais leve e descontraído. — Você acha que alguém viu essa cena? – Ellen pergunta entre risos, referindo-se à nossa queda desajeitada. Estávamos na cobertura, isso era impossível de acontecer, mas resolvi brincar com a situação. — Espero que não, seria embaraçoso demais. – Respondo, rindo. – Mas mesmo se alguém viu, pelo menos proporcionamos um bom entretenimento. Nossas risadas continuam, e nossos rostos estão tão próximos que nossos lábios quase se tocam novamente. A atmosfera é carregada de diversão e atração, e é quase irresistível não ceder à tentação de outro beijo. No entanto, permanecemos ali no chão, nos olhando com sorrisos brincalhões, nossos corações acelerados tanto pelo desejo quanto pela risada compartilhada. O que começou como um momento sensual evoluiu para algo mais genuíno e engraçado, e sinto uma conexão especial entre nós que vai além do desejo físico. Por um momento, nossos olhares se encontram e tudo parece perfeito, mesmo com o tombo desastrado. E então, em meio às risadas e olhares cúmplices, nossos lábios se encontram novamente, mas desta vez é um beijo suave e cheio de leveza, como um doce aperitivo de algo que está apenas começando. — No dia em que ele tirou a própria vida, ele me ligou… Ficamos algumas horas conversando, ele estava tão agitado naquela semana, especialmente naquele dia. – ela se afasta. – Ele me disse que caso algo acontecesse com ele, era para procurar você… disse que você me protegeria. Sua fala me paralisa. Então, Peter sabia que estava sendo seguido, ele sabia que a Maria iria matá-lo e forjar seu suicídio, por isso ligou para Ellen naquela noite. Disfarço minha reação, ela não precisava saber das reais circunstâncias por trás da morte de Peter. — Era como se ele estivesse se despedindo… – sua voz se torna fraca. – Eu olho para trás e tento me lembrar dos sinais de que ele faria isso, de que não estava bem… mas não consigo ver, nada indicava isso. Eu devia ter notado, ele era como um pai, eu o via todos os dias! Seguro seu rosto com minhas mãos e a forço a olhar em meus olhos. — Ei, calma. – sussurro e suspiro. – Não existiam sinais, não tinha como prever isso… você sabe, Peter sempre foi ótimo em disfarçar e confundir as pessoas. Limpo suas lágrimas e ela me abraça. — Prometo respeitar a memória do Peter. – beijo sua testa. – Irei cuidar de você. Seus olhos brilham e sinto meu coração acelerar quando suas mãos tocam as minhas. Era estranho os efeitos que essa mulher causava em mim, era quase como um feitiço, uma magia. Seus olhos negros eram hipnotizantes, sentia como se eles pudessem ler meus pensamentos e ver minha alma em sua verdadeira forma. Era como se não existisse mais segredos, como se nada escapasse de seus olhos doces e sedutores. — Acho melhor irmos jantar. – sugiro, quebrando o contato visual. – A comida vai esfriar. Escuto seu suspiro frustrado e um murmúrio. Será que ela estava gostando da nossa aproximação? "Droga, estraguei tudo!" Me xingo mentalmente. A observo distraída com a lua, nossos olhares se encontram. Ellen me encara com um brilho nos olhos, e eu sinto que, desta vez, as coisas serão diferentes. Enquanto nos afastamos da mesa, ela coloca a mão no meu braço de forma carinhosa. — Obrigada pelo seu apoio, Donatello. Sorrio, segurando sua mão por um momento. — Não precisa agradecer. – passo a mão em seu rosto. – Estou aqui por você. Suas bochechas ficam vermelhas e seus olhos brilham. A atmosfera entre nós parece mudar, como se algo grande tivesse se iniciado.
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