— Oh meu Deus, eu acho que estou morrendo, Kor. Isso não é tão engraçado. — Os gemidos de Maria se derramaram da porta do banheiro aberta. Soava como se ela estivesse morrendo lentamente. A coisa toda só me fez rir ainda mais forte. Após cerca de dez minutos, ela caminhou em direção à cozinha, parecendo como a morte, e sufoquei uma risadinha. — Cala a boca antes que eu atire em você. — Não seja uma garotinha. Revirando os olhos para cima, ela pegou uma xícara de café, encheu até a borda e soprou levemente sobre o líquido escuro. — Então, qual é o plano para hoje? Vamos hibernar para que eu possa me recuperar? Ou você arrastará minha b***a para fazer algo sobre o qual eu reclamarei o tempo todo? — Estou mais inclinada para a opção B. Parece muito mais divertida. — O resmungado e a r

