143- NAO ACREDITO

1082 Palavras

CAPÍTULO 143 ALINE NARRANDO Quando empurrei a porta da boca e vi a cena, o sangue subiu na hora. Meus olhos queimaram de raiva. O Cabuloso tava largado no sofá, só de bermuda, suado, com o peito vermelho e a respiração pesada. E uma piranhä, pelada da cintura pra cima, grudada nele como se fosse dona do pedaço. — FILHO DA PUTÄ!!! — gritei, a voz ecoando na sala. — TU TÁ DE s*******m COM A MINHA CARA, CABULOSO?! Ele deu um pulo, meio desperto, os olhos ainda pesados, a visão nítida de que ele tava perdido. Se levantou meio cambaleando, piscando como se não entendesse nada. — Que porrä é essa? — ele rosnou, a voz rouca, segurando na cabeça. — O que aconteceu aqui? A mina, safadä, ainda teve a audácia de se jogar no colo dele de novo, abraçando como se fosse intima dele. — Relaxa, amor

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