Franzi o cenho, mesmo assim, dei de ombros e me aproximei. Os dois anjos caídos permaneceram onde estavam, apenas observando. Eu cheguei perto o suficiente para ver o meu reflexo na pedra lisa e curvada do túmulo, e estiquei a mão para tocar. No primeiro gesto feito, senti meu corpo ser puxado bruscamente para a frente, como se a pedra tocada fosse um sistema de sucção nunca visto no mundo. Tentei amparar o meu corpo com a outra mão, e então as duas ficaram presas, coladas no que o túmulo sólido agora se tornava uma massa pegajosa. Era uma armadilha, ou um feitiço de proteçao contra intruosos. De qualquer maneira, aquilo que havia dentro não estava muito interessado de ser descoberto. Minhas mãos sumiram para dentro da pedra, engolidas pela escuridão daquele sepulcro. — O que está sentind

