Luh Narrando
Vey, ele tem uma pegada do c*****o que acendeu meu fogo em três segundos! Depois de um tempo a gente se pegando, ele me bota em cima do balcão sem tirar os olhos dos meus. Tira minha blusa e começa a morder e massagear meus s***s.
Ele leva a mão até minha calcinha e, quando fui ver, já estava sem. Ele começou a fazer movimentos circulares ali por um tempo, depois enfiou o dedo me fazendo arfar. Começou a me beijar e ficamos um tempo assim.
Ele parou, me pegou no colo e fomos para o andar de cima. Chegamos no quarto — provavelmente o dele — ele me jogou na cama e veio por cima. Faço um movimento tirando ele de cima e inverto as posições. Começo a beijá-lo, descendo com mordidas e lambidas até chegar no short.
Eu: — Isso está injusto, tu está com muita roupa.
Olho para ele e tiro o short dele. Começo com um b*****e bem feito, provocando, e depois uso as mãos também. Passamos um tempo assim, depois sentei nele e comecei a quicar e rebolar, trocando de posição logo em seguida...
Quebra de tempo
Eu: — Aaaaawwwh! — gemi gozando e, logo em seguida, ele gozou também pela terceira ou quarta vez; já perdi até a conta risos.
MK: — c*****o, mina! — fala caindo para o lado.
Tinha uma janela ali e já dava para ver que estava amanhecendo. Tentei controlar minha respiração; velho, eu estava muito mole, kkkk.
MK: — Vamos tomar banho?
Eu: — Vamos... — digo com dificuldade.
Ele me ajudou a ir para o banheiro e ainda rolou uma rapidinha. Terminamos, peguei outra cueca e outra blusa dele — não sabia mais onde as outras estavam, rs — e me deitei. Viro de costas para ele e ele deita logo atrás.
Fico pensando no que acabei de fazer. c*****o, ok! Se mais tarde eu me arrepender, boto a culpa na bebida, kkkk. Mas que o bicho transa para c*****o, isso eu não posso negar. Começo a pegar no sono, sinto seu braço em volta da minha cintura e apago!
PH Narrando
Parça, trouxe a Lua para a casa dela. A mina estava revoltada, querendo sair de qualquer jeito para m***r as gurias.
Eu: — Meu, se acalma, c*****o! Daqui a pouco te dá um treco. — falo já agoniado.
Lua: — Me erra, viu! — resmunga.
Fiquei calado. Ela foi tomar banho e eu fiquei no sofá assistindo. Ela veio para o sofá e se deitou com a cabeça no meu colo; fiquei fazendo carinho no cabelo dela. A Lua é muito especial para mim, tá ligado? Pode não parecer, mas ela é. Se alguém fizer alguma coisa com ela, eu vou até o inferno atrás da pessoa!
Percebi que ela dormiu, peguei ela no colo e a levei para o quarto. Cobri ela, dei um beijo na testa e saí. Fechei a porta, dei um tchau para os caras que ficam de vigia aqui e fui para a minha goma.
JP Narrando
Chegamos no postinho e a mina ainda estava desmaiada. Os médicos vieram e levaram ela. Estou aqui há umas duas horas e já estou sem paciência. Um homem veio em nossa direção e começou a falar:
Médico: — Boa noite. Bom, tiramos um raio-x e está tudo bem internamente. Ela está com alguns machucados superficiais; vou passar uns medicamentos, pois ela está reclamando de dor. Ela já tomou o soro e já tem alta, só falta assinar.
Eu: — Jae.
Começo a segui-lo, assino a papelada e vou para a sala onde ela está. Ver ela ali daquele jeito me deu um aperto no coração, tlgd?
Eu: — Vamos. — ajudo ela a levantar.
Luna: — Ai, ai... — reclama. Fomos para onde o Menor estava para irmos embora.
Menor: — E aí, Luna, como você está?
Luna: — Tirando a dor no corpo todo e os hematomas, acho que dá para levar. Esta não é a primeira vez que paro no hospital por apanhar, e provavelmente não vai ser a última. — fala com uma naturalidade que faz o Menor me olhar estranho.
Levei o Menor para a goma dele e fui para a minha. Amanhã resolvo esse bagulho. Cheguei e não vi ninguém. Ajudo ela a chegar no quarto.
Eu: — Vá tomar um banho. Consegue fazer isso sozinha?
Luna: — Sim. Pode ir dormir, daqui para frente eu me viro. — fala seca. Saio, vou para o meu quarto, tomo um banho e vou dormir. Amanhã o dia vai ser longo...
Luna Narrando
Tomei banho, vesti uma roupa soltinha, deitei na cama e chorei. Chorei de raiva e de dor. Acabei dormindo...