capitulo 11

1141 Palavras
Luna Narrando Acordei com alguém me chamando. Abro o olho devagar e me deparo com o JP. Ok, cheguei à conclusão de que não vou conseguir dormir em paz um dia sequer, aff! Eu: — Hummmmmm... — Ele me olha e levanta a sobrancelha. JP: — Precisamos conversar sobre ontem. Levanto, vou ao banheiro e lavo a minha cara (que não está nada legal). Escovo os dentes, volto para a cama e olho para ele. Eu: — Pode falar. JP: — E aí, passa a visão. — Eu olho para ele e não falo nada. — Fala logo, mina, não tenho o tempo todo, não! Já fiquei com raiva. Me acordou no susto, eu toda dolorida, e ele ainda vem com ignorância? Eu: — Você quer que eu fale o quê? Que apanhei por sua causa? — Falo seca e ele me encara. JP: — Eu quero que você me fale tudo. — Fala mais calmo agora. Eu: — As loucas lá vieram com papo de que eu estava com você, disseram que eram suas mulheres, que eu estava com homem casado, blá-blá-blá... Aí uma falou da minha mãe. Quando fui ver, já estava todo mundo em cima de mim. Como eu sabia que não ia conseguir bater nas três, foquei na sua "mulher" e bati nela. — Falo o final com ironia. JP: — Jae. Já escutei tudo o que precisava. Vou resolver esse B.O. aí. Ele sai e eu levanto para ir tomar café, com uma dificuldade do c*****o para andar. Lua: — E aí, vida? Está melhor? — pergunta quando entro na cozinha. Eu: — Na medida do possível, sim. — Ela me olha com pena. Lua: — Fiquei tão preocupada, amiga. Eu: — Relaxa, miga. Cadê a Luh? Lua: — Provavelmente na casa do meu irmão. — Eu arregalo os olhos. Eu: — Hein??? Lua: — Depois que você desmaiou, eu e a Lice batemos nas meninas. O MK apareceu com a Vicky e, como a Luh ia para cima das putas de novo, meu irmão pegou ela e levou para a casa dele. Ela deve ter dormido lá. Eu concordo, e a Juju entra na cozinha engatinhando. Eu: — Meu amor! — Pego ela no colo e quase morro de fofura. Dou um beijo nela, coloco ela no chão e tomo meu café. Lua: — Amiga, vá descansar. Pode ir, que eu vou arrumar a casa. Eu concordo. Até pensei em ajudar, mas do jeito que eu estou, não dá não. Tomo um remédio para dor, pego a Juju e vou para o meu quarto. Ficamos lá juntinhas até pegarmos no sono. JP Narrando Cheguei no galpão e os meninos já estavam lá. As doidas estavam amarradas, dormindo. Menor: — E aí, como ela está? Eu: — Na mesma. As minas bateram nela por ciúmes. A Kátia que puxou a briga. PH: — Vai fazer o quê? Não falo nada. Pego a mangueira e molho as três. Eu: — Bora acordar, p***a! Isso não é hora de p**a estar dormindo, não! — Falo alto e elas acordam assustadas. Kátia: — Amorzinho, me escuta! Aquela maluca veio para cima de mim... — fala sonsa. Odeio quem mente na minha cara. Eu: — CALE A p***a DA BOCA! — grito e ela gela. — QUERO VOCÊS FORA DO MEU MORRO EM 20 MINUTOS. SE NÃO SAÍREM, EU MATO VOCÊS! — Falo em bom tom para não restar dúvida. As três: — JP, por favor... Eu: — Calem a boca. Menor, pega três máquinas de cortar cabelo. Ele sai, volta com as máquinas e entrega uma para cada um de nós. Kátia: — Você não vai fazer isso... — fala chorando. Eu, o Menor e o PH raspamos a cabeça delas todinha. Elas só choravam. Depois, botei as três para fora para irem embora do morro. Menor: — Nunca vi você fazer isso por n**a nenhuma. Suas putas se matam por aí e você não está nem aí. Eu: — Você falou certo: minhas "putas". A Luna é diferente. Não trouxe ela para cá para nenhuma p*****a bater nela. Passe o aviso: se ralar nela de novo, cabeças vão rolar. — Saio de lá e volto para casa sem paciência nenhuma. Luh Narrando Acordo e lembro do que aconteceu mais cedo. Caralho... arrependimento? Não tenho. Porém, não quero que ele ache que sou só mais uma. Desço com uma fome da p***a. Faço dois pães com queijo e um Nescau. Começo a comer e a porta se abre: o MK entra na cozinha. MK: — Bom dia, Luh. Eu não sabia onde enfiar a minha cara. (Pensamento: Deu para ele a noite toda e agora está aí, toda tímida. Que c*****o, subconsciente!) Eu: — Bom dia. — falo o mais normal possível. MK: — A Luna já está em casa, não teve nada de grave, não. Já já vou para lá. Vai comigo ou quer que eu te deixe em casa? Eu: — Eu vou com você, mas antes preciso passar em casa para me trocar. MK: — Relaxa, a gente passa lá. Depois disso, só silêncio. Ele tomou café e banho, e fomos para a minha casa. Minha mãe não estava, mas a chave estava sob o tapete. Eu: — Entre aí. Vou tomar um banho rapidão. Tomo banho, visto um vestido colado que define bem as curvas, faço um r**o de cavalo e um baby hair. Passo perfume e volto para a sala. Eu: — Vamos. Ele me olha dos pés à cabeça com um sorriso s****o. Saí na frente e senti que ele estava me "comendo" pelos olhos. Fomos para a casa do JP. JP Narrando Cheguei em casa e a Lua estava no sofá. Estranhei ela não estar com a Juju. Eu: — Cadê a Júlia? Lua: — Está com a Luna. — fala sem tirar o olho da TV. Subo para ver minha cria. Abro a porta do quarto e vejo a Juju dormindo em cima da Luna. Travei ali. Ela parece ser uma mina muito f**a, tá ligado? Saio dos meus pensamentos, pego a Juju com cuidado, coloco ela do lado com travesseiros em volta e chamo a Luna. Eu: — Ô, mina! — balanço ela de leve e ela acorda. — O pessoal está vindo aí te ver. Ela levanta, ajeita a Juju e vai tomar banho. Saio do quarto e vou para a sala. O PH já estava lá. PH: — E aí, cadê a maluca? Eu: — Está tomando banho. Entram o Menor e a Vicky. Vicky: — E aí, minha p**a! — fala indo abraçar minha irmã. Menor: — E aí, manos. — cumprimenta a mim e ao PH. Logo em seguida, entram o MK e a Luh. Luh: — Oiie! — Ela cumprimenta todo mundo e meu irmão faz o mesmo. Nesse momento, a Luna desce as escadas.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR