Capitulo 2

960 Palavras
JP Narrando Meu irmão chega com a mina. Ela de perto é bem mais bonita, c*****o! Meu irmão sai e ela entra. Eu: — Bom, Luna, né? — Ela concorda. — Vou ser direto: seu pai está me devendo uma grana preta. Como ele sumiu, passe o papo para ele. Ele tem até segunda, ou então eu apago ele. — Falo frio e ela me olha. Luna: — Ele está te devendo quanto? — pergunta chupando o pirulito. Ela percebeu que eu fiquei olhando, dá um sorriso e eu n**o com a cabeça. Eu: — Onze mil. Com os juros, dezesseis mil. Vou ser bonzinho e só vou cobrar os onze. — Dou um sorriso e ela me encara. Luna: — Onde ele vai arrumar esse dinheiro? Onde eu vou arrumar? — pergunta para si mesma. Eu: — Não sei, mas eu quero meu dinheiro daqui a três dias. — Falo seco novamente. Luna: — Eu não vou conseguir, e muito menos ele. Você não pode m***r ele! — Os olhos dela enchem de lágrimas. Eu: — Ah, é? E quem vai me impedir? — Falo rindo. Ela me olha e limpa a lágrima que desceu. Luna: — Você não pode m***r ele. Ele é a minha única família. — Fala seca. Eu: — Não tenho nada a ver com isso. Agora sai daqui antes que eu mude de ideia e coloque o prazo para amanhã. — Ela concorda e sai. Saio da "salinha" e volto a beber. Olho lá para baixo e ela está sentada no bar, bebendo como se não houvesse amanhã. Achava que ela ia embora... risos. A Mayra chega e começa a tentar me beijar. Mayra: — Amorzinho, vamos ali... — fala rindo s****a. A cara dela era de quem queria p*u e, principalmente, dinheiro. Eu: — Amorzinho o c*****o. Venha. — Falo seco puxando ela para a salinha. Entramos e ela já tira a roupa. O resto vocês sabem... Acabou, dei dinheiro a ela e saí. Peguei uma bebida, sentei para fumar e vi as meninas dançando. Meus aliados todos conversando e eu acendi um baseado. Menor: — E aí, mano, o que foi? Está pensativo? Eu: — Nada. Hoje estou sossegado. — Menor me olha desconfiado. Menor: — Sei, viu... PH: — Por que a Lua e a Vicky não vieram? Eu: — Lua está com cólica e a Vicky ficou fazendo companhia para ela. — Ele concorda. Luna Narrando Saí de lá com uma raiva do c*****o! Não sabia como ia pagar e muito menos onde ia achar meu pai. Por mais que ele tenha sido um filha da p**a, não posso deixar matarem ele. Luh: — Amiga, o que foi? — pergunta vendo minhas lágrimas caindo. Eu: — Meu pai está devendo onze mil e tenho três dias para pagar, se não ele morre. — Ela me dá um abraço. Luh: — Quer ir para casa? Eu: — Não. Eu quero beber. — Quando estou com raiva ou triste, gosto de beber até ficar bêbada, chorar e ir dormir. Luh: — Então vamos! Fomos para o barzinho... Luh Narrando Já são 4 horas da manhã e o negócio aqui ainda está rolando, mas eu estou morta de cansada e a Luna está bebona, kkkk. Eu: — Luna, vamos para casa. — Ela me olha secando o último copo. Luna: — Vamos... — fala embolado e eu começo a rir. Eu: — Consegue pelo menos andar, né? — Ela tenta e quase cai. Tomei no cu! Como vamos chegar na minha casa? Kkkk. Vou ligar para minha mãe para ela vir buscar a gente de carro. Liguei umas sete vezes e nada. Tento de novo e nada. Eu: — Toma no cu! — falo irritada. JP: — E aí, mina, aconteceu alguma coisa? — Eu n**o. Eu: — Tirando a parte que você foi cobrar minha amiga, ela foi descontar a raiva na cachaça, agora está bêbada, não consegue nem andar e minha mãe não atende? Não aconteceu nada demais. — Ele olha para a situação e dá um sorriso sem mostrar os dentes. JP: — Vou mandar alguém levar vocês duas. — Fala saindo. Eu: — Precisa não! — Ele olha para trás. JP: — Na situação em que você está, não pode negar ajuda. — Fala sarcástico e eu bufo. Ele sai e logo volta o menino de mais cedo. MK: — E aí, mina, satisfação, MK. — Fala vindo até mim e me cumprimenta. Eu: — Opa, satisfação, Luana, mas pode me chamar de Luh. — Ele concorda. MK: — E aí, vamos? — Eu concordo. Ele ajuda com a Luna, colocamos ela no carro, falo qual é minha rua e ele dá partida... Chegamos. MK: — Está entregue. — Me olha e dá um sorriso. Meu Deus, que sorriso! Eu: — Valeu mesmo. — Devolvo o sorriso. MK: — Vai querer ajuda para levar ela para dentro? — Eu concordo. Pego a chave embaixo do tapete, abro a porta e ele entra com ela. Eu: — Pode deixar ela no sofá, depois eu me viro. — Ele concorda, coloca ela lá e ela fica resmungando. Chataaa, kkkk! Ele vem até mim. — Obrigada mesmo, viu? MK: — Aceito seu obrigado se você passar o número para a gente trocar umas ideias. — Eu dou um sorriso e passo meu número para ele. — A gente se fala. Eu: — Beleza, tchau. MK: — Fé. — Ele sai e eu olho para a Luna, que está sentada me encarando. Eu: — Agora vamos tomar banho que eu quero dormir. Luna: — Ah, quero não... — fala tudo embolado. Eu: — Não perguntei. Anda logo, não quero nem saber, viu! — Ela bufa, eu ajudo ela e fomos para o banheiro.
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