Grego A Madrugada acorda cedo quando eu mando. Cheiro de pano úmido, metal frio, café queima-garganta. Monge está no teto com a ferramenta nos dentes; China segura a escada; Russo abre o caderno cego que não visita nuvem. Hoje, a casa ganha janelas que olham de volta. — Ângulo da lua de aço, dois graus à esquerda — digo. — Quero ver a mesa sete sem pedir favor. Monge corrige. A lente desaparece dentro da moldura como poeira disciplinada. O cabo corre por dentro da parede, entra no rack cabeado na sala sem janela. Sem wi-fi, sem vaidade. Espelho-mudo: reflete, grava, cala. — Corredor em Z? — Pipa pergunta, rádio no ombro. — Um olho baixo, outro alto — respondo. — O baixo pega sapato; o alto, pulso. Quem esqueceu a pulseira azul no bar B vai reaprender relógio comigo. Ele me lança um “

