EMILY dois dias depois. Acordei mais um dia antes das seis — e por um milagre Russo não tava na cama. Estranhei mas levantei, calcei os chinelos, tomei um banho rápido e fui pra cozinha fazer o café da manhã de Lena. Ela ainda estava apagada, mas eu gostava de deixar tudo pronto pra agilizar. Assim que cheguei na cozinha notei algo na geladeira e me aproximei: era um bilhete preso em um imã. “Fui na boca, mais tarde volto. Se precisar de alguma coisa é só acionar, deixei café na garrafa.” “Esse cara é maluco.” — eu falei e coloquei o bilhete no lugar. Ele ainda avisa que saiu como se a casa fosse dele. Arrumei a mesa, coloquei um pouco do café dele pra mim e fiz careta quando percebi que tava sem açúcar. Fiz o café de todos os dias da Lena e fui me arrumar pra ir na escola dela. Ont

