A luz dourada do entardecer filtrava-se pelas cortinas de veludo escuro do escritório, desenhando faixas alongadas sobre o tapete persa que cobria o chão de madeira envernizada. O ar estava pesado, carregado com o cheiro de couro dos livros antigos nas estantes e o resquício do uísque que Magno havia derramado horas antes.
Magno não lhe deu tempo.
Com um movimento brusco, ele se levantou do sofá, o corpo nu, o m****o ainda semi-eret0, úmid0 e brilhante à luz fraca. Gotas de sêm3n escorriam pela coxa musculosa, pingando no tapete abaixo. Bruna m*l teve tempo de virar a cabeça antes que ele estivesse sobre ela, os joelhos afundando no tecido macio do tapete, as mãos grandes e ásperas fechando-se em torno de seus pulsos. Com um puxão seco, ele os imobilizou acima da cabeça dela, prendendo-os com uma só mão, enquanto a outra descia em um movimento rápido, agarrando o sei0.
Bruna arquejou, os sei0s firmes e cheios, os mamil0s rosad0s já dur0s, erguidos em pontas rígid4s. O ar frio da sala fez com que sua pele se arrepiasse, mas o calor do corpo de Magno, tão próximo, queimava como brasas. Ela tentou se debater, mas a força dele era implacável, os dedos apertando seus pulsos com uma pressão que beirava a dor.
— Agora vou te mostrar o que acontece quando você provoca demais — ele sibilou, a voz rouca, carregada de uma mistura de fúria e desejo. A boca desceu sobre um dos mamil0s, os lábios quentes e úmid0s envolvendo a ponta sensível antes que os dentes afundassem com força.
Bruna gritou.
O som foi agudo, cortando o silêncio do cômodo, mas seu corpo traiu-a. As costas arquearam-se, empurrando o sei0 ainda mais para dentro da boca de Magno, como se buscasse mais daquela dor prazeros4. Uma onda de calor inundou sua barriga, descendo entre as pernas, onde já sentia a umidad3 crescer. Ela cerrou os dentes, a raiva e o desejo lutando dentro dela, as unhas cravando-se nas palmas das mãos.
— Vai se f0der! — ela cuspiu, as palavras saindo entrecortadas, o ódio e a excitação misturando-se em sua voz.
Ele riu, um som sombrio, quase c***l, enquanto a mão livre deslizava pela barriga dela, os dedos traçando um caminho lento e deliberado sobre a pele macia. O polegar pressionou o umbigo, fazendo-a estremecer, antes que a mão mergulhasse sob a calcinha de renda preta, já úmid4. Os dedos encontraram o clitór1s inchad0, latejant3, e Bruna sufocou um gemid0, as coxas tremendo.
— Não, minha querida — Magno murmurou, a voz um rosnado baixo, enquanto os dedos começavam a mover-se em círculos firmes, pressionando e soltando, como se estivessem afinando um instrumento. — Você é que vai ser fodid4, já disse.
Bruna mordeu o lábio inferior, tentando conter os sons que ameaçavam escapar de sua garganta. Mas era impossível. Cada toque era uma faísca, cada movimento dos dedos uma labareda que se espalhava por seu corpo. Ela sentiu as pernas se abrirem involuntariamente, os quadris levantando-se do tapete, buscando mais, mesmo enquanto sua mente gritava para resistir. A calcinha foi puxada com violênci4, o tecido rasgando-se quando Magno a arrancou de seu corpo, deixando-a completamente exposta.
Ele não perdeu tempo.
Com um movimento rápido, posicionou-se entre as coxas dela, as mãos deslizando sob os joelhos de Bruna, ergueram-nas, abrindo-a ainda mais. Ela sentiu a cabeça do pên1s, dur4 e quente, pressionando contra sua entrada, e por um segundo, tudo parou. O mundo inteiro se resumiu àquele ponto de contato, à expectativa dolorosa do que viria.
Então ele empurrou.
Bruna arfou, as unhas cravando-se nos braços dele, enquanto a penetrav4 com um único golpe profundo, enchendo-a completamente. Não houve gentileza, não houve preparação—apenas a força bruta de seu corpo tomando o dela, esticando-a, fazendo com que cada terminação nervosa gritasse. Ela sentiu as lágrimas ardendo nos cantos dos olhos, mas não eram de dor. Era algo mais primitivo, mais profundo, uma mistura de humilhação e êxtase que a deixava sem fôlego.
Magno não parou.
Ele começou a mover-se com uma intensidade selvag3m, os quadris batendo contra os dela com um ritmo implacável, cada investida mais profunda que a anterior. O tapete amortecia os sons dos corpos colidindo, mas não conseguia abafar os gemid0s roucos de Bruna, os suspiros entrecortados que escapavam de seus lábios entrecortados. Ela sentia cada centímetro dele dentro dela, cada veia latejant3, cada movimento calculado para destruí-la.
— Você gosta disso, não é? — Magno rosnou, os dentes afundando na carne macia do pescoço dela, a língua lambendo o local logo depois, como se quisesse apaziguar a dor que havia causado. — Gosta de ser tratada como a put4 que é.
Bruna não conseguiu responder com palavras. Um som gutural saiu de sua garganta, algo entre um gemid0 e um choro, enquanto as ondas de praz3r começavam a se acumular dentro dela, ameaçando explodir. Ela tentou resistir, tentou segurar, mas era como tentar conter um furacão com as mãos nuas. Seu corpo pertencia a ele naquele momento, e ambos sabiam disso.
Os dedos de Magno afundaram-se nas coxas dela, as unhas deixando marcas vermelhas na pele bronzeada, enquanto ele a fodi4 com uma fúria que beirava a desespero. O suor escorria por suas costas, pingando sobre o peit0 de Bruna, misturando-se ao dela. O cheiro de sex0 enchia o ar, denso e intoxicante, como um perfume que os embriagava ainda mais.
— Goz4 pra mim — ele ordenou, a voz um comando áspero, enquanto uma das mãos deslizava entre seus corpos, encontrando o clitór1s inchado novamente. — Agora.
Foi demais.
Bruna arqueou-se contra ele, o corpo tremendo violentamente enquanto o orgasm0 a atingia como uma tempestade. As paredes internas dela se contraíram ao redor do pên1s de Magno, apertando-o com uma força que o fez praguejar, os dedos afundando-se ainda mais em sua carne. Ela gritou, o som ecoando pelo escritório, enquanto ondas de praz3r a varriam, deixando-a sem fôlego, sem pensamentos, sem nada além da sensação avassaladora de ser completamente possuída.
Magno não demorou a segui-la.
Com um rosnado gutural, ele enterrou o rosto no pescoço dela, os dentes mordendo a pele sensível enquanto seu corpo se tensionava. Bruna sentiu-o pulsar dentro dela, quente e gross0, enquanto ele gozav4 com um gemid0 longo e rouco, os quadris ainda empurrando contra os dela, como se quisesse marcar cada centímetro seu.
Quando finalmente parou, ficando imóvel sobre ela, o peso do corpo dele a pressionando contra o tapete, Bruna sentiu as lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, não de tristeza, mas de uma espécie de alívio doentio. Ela não tinha forças para empurrá-lo, não tinha energia para fazer nada além de respirar, os pulmões ardendo, o corpo ainda tremendo com os últimos espasmos do prazer.
Magno levantou a cabeça lentamente, os olhos encontrando os dela. Havia algo neles que Bruna não conseguia decifrar — triunfo, talvez, ou algo mais sombrio, mais complicado. Ele não disse nada. Não precisava.
Ambos sabiam que aquilo não havia sido apenas sex0.