CAPÍTULO 4

2393 Palavras
- Eu estava morrendo de saudades de você. Henry fala já me agarrando assim que chegamos ao hall do seu apto. Ele me beija com toda vontade não me dando espaço para falar ou pensar nada. Me pegou no colo e foi me levando para algum lugar da casa. Só senti algo macio embaixo de mim. Meu corpo foi depositado na cama. Ele cessa o beijo e me olha intensamente. Eu te amo muito. - Eu também te amo. Digo acariciando seu rosto. Ele fecha seus olhos e depois os abrem me olhando mais desejoso. - Eu quero você. - Sou toda sua. Ele m*l esperou eu fechar a boca e veio para cima de mim. Foi me beijando com toda vontade e desejo sucumbido a dias. Curvou-se por cima do meu corpo e com um joelho afastou as minhas coxas. Puxou-me para junto dele. Estava preparado para me penetrar e eu desejosa de o receber. Agarrei-lhe o pênis túrgido e encostei o mesmo na entrada da minha i********e, esperando pelo seu movimento, que não se fez esperar, e logo senti um impulso para dentro do meu corpo, o que me fez gemer, com a invasão que me atravessou as entranhas. Investiu de novo entre as minhas coxas, e outra vez, e outra, até mergulhar completamente no meu corpo, invadindo-me em toda a sua plenitude e, iniciando os movimentos de vaivém dentro do sexo alagado de sucos, desceu a boca sobre os meus s***s, abocanhando-os. Não aguentei muito tempo e senti as ondas de um novo orgasmo espalharem-se pelo meu corpo, depois concentrarem-se no meu centro de prazer, até explodirem no grito que soltei sem conseguir me conter, enquanto ele acelerava os impulsos, procurando também o orgasmo. Interrompeu os movimentos para se sentar sobre os próprios calcanhares e puxou-me pelos quadris para que as minhas coxas lhe rodeassem a cintura e assim, sentado, penetrou-me de novo, desta vez de forma mais firme, profunda, deslizando com fúria no meu interior. Enlouquecia-me com os seus impulsos, e com os dedos que me apertavam as nádegas, me puxando de encontro a ele. Num instante de louca t***o, insinuou um dedo entre as minhas nádegas, acariciando-me, o que me fez sentir de novo as ondas do prazer a subir pelo corpo de uma forma descomunal, apesar de eu ter gozado segundos antes. Apressou os movimentos, entre gemidos e gritos de prazer. Até que senti a invasão do seu orgasmo, fazendo com que eu também soltasse o meu e um gemido contido. Foi extraordinário, acho que nos empolgamos, atracados num abraço, os dois, como se partilhássemos pela primeira vez a descoberta dos nossos corpos. Senti um prazer tão intenso, que me devorou inteira. Não tínhamos mais que nos importar, somente nossos desejos e nosso amor. Passamos o domingo todo em casa namorando, curtindo um ao outro. Acabei dormindo com ele. Só liguei para minha mãe para perguntar como ela estava e avisar que iria passar a noite com Henry. Ela não gostou muito, mas não disse nada que pudesse me fazer voltar. Acordei com um clarão em meu rosto. Henry e eu esquecemos de fechar as cortinas. Olho para o lado e o mesmo dorme sossegado. Sorrio me levantando. Vou fazer um café para gente. Porém antes de sair da cama completamente, sinto um puxão nos meu braços me fazendo cair novamente na cama. - Onde a Srta acha que vai? Henry fala já subindo em cima de mim. - Iria preparar o nosso café da manhã. - Humm... É mesmo? Balanço a cabeça em afirmação sorrindo. E se eu te disser que quero outro tipo de café da manhã? - Posso dar um jeito para você. Digo mordendo meus lábios e vejo seus olhos escurecerem. Seu m****o já está duro. Sinto mesmo se ajeitar na minha entrada. - Eu sei que você pode dar um jeito nisso. Ele vai para meu pescoço mordendo e beijando. Tão gostosa. Tão minha. Ele fala se encaixando dentro de mim. Vai se movendo lentamente. Sabe o que eu estava pensando? Ele indaga se movendo e dando leves beijos no meu pescoço. Fico somente sentindo essas sensações gostosa do seu m****o dentro de mim e também seus beijos. Eu não consigo pensar em mais nada quando estamos fazendo amor. Você podia vir morar comigo. Não me movo mais junto com ele. Abro meus olhos e vejo ele olhando para mim. O que você acha? Ele indaga me olhando. Esperando em expectativa. - Henry, é o que eu mais quero. Mas neste momento é impossível. Ele continua me olhando. Você sabe que minha mãe precisa de mim. - E eu não? - Não é isso. Mas neste momento minha mãe está passando por uma depressão. Eu estou fazendo de tudo para tirá-la do fundo do poço que ela se colocou depois do divórcio. - E quando você se casar, como será isso? Para mim ela vai sempre precisar de você. - Eu sei que vai. Ele suspira. Amor, eu sei que você quer ficarmos juntos agora. Eu também quero isso, porém não posso agora. Preciso fazer minha mãe entender que ela precisa viver. Ela precisa reagir, porque meu pai já está reagindo a muito tempo. - Assim como meu pai seguiu com sua vida. Ele fala sentido e olhando para o nada ainda encaixado em mim. - Sei que tem uma dor dentro de você com relação ao seu pai. Mas você precisa também procurar se libertar. Ele suspira forte. - Ele me feriu muito. Henry sai de dentro de mim e se levanta sentando na cama apoiando suas mãos no joelho. Me sento e vou para perto dele. - Me conte. Ele me olha e suspira. - Minha mãe morreu a quatro anos atrás. Eu estava noivo de Ivis. Fico em choque. Porque Ivis é esposa do pai dele agora. Depois que minha mãe morreu, eu já estava abalado demais. Desirée e eu não conseguimos aceitar muito bem a morte dela. - Ela morreu de que? Indago pegando na mão dele e beijando a mesma. - De overdose. Franzo a testa. Minha mãe era uma alcoólatra, Antonella. Ele começa a chorar. O abraço forte. - Tudo bem. Não precisa me contar tudo agora. Me conte as coisas aos poucos. No seu tempo. Agora entendo que isso é muito doloroso para você. Ele abaixa suas pernas e me puxa para sentar no seu colo. - Eu preciso de você. Eu quero você. Faça amor comigo. Ele pede me beijando com posse. Com amor e desejo. Nem preciso responder. Logo estávamos agarrados um no outro. Sentindo nossos desejos e amor. Passamos a manhã toda na cama, nos amando, tentando esquecer a tristeza que assolou a gente mais cedo. Eu vejo nos seus olhos uma tristeza imensa. Queria muito apagar a dor do coração do mesmo. Queria que ele não tivesse sofrido tanto. Mais tarde Henry me deixou em casa e foi para o trabalho. Cheguei e Alicia estava sentada no sofá conversando com a minha mãe. Estranhei, porque Alicia era para está na loja. Mesmo que não tenhamos nenhum evento hoje, ela deveria está na loja. - Boa tarde! Indaguei me aproximando delas. - Boa tarde! Resolveu voltar para casa? Minha mãe indaga e eu reviro meus olhos. - A Sra sabia que estava com Henry. Me sento. A Sra está bem? - Sim. Só esperando minha filha chegar para ver se ela vai cumprir o que disse. - Agora mesmo, Dona Celine. Eu já vim pronta. Vejo seus olhos brilhando. Me viro para minha prima que não disse nada até agora. E você Alicia? O que faz em casa? Não era para você está na loja? - Eu não me sentir bem para ir hoje, então fiquei em casa com tia Celine. - Acho melhor você procurar um médico, porque não é de hoje que você está passando m*l. - Eu não preciso de médico. Eu não gosto de trabalhar em eventos. Detesto aquele lugar. Elevo minhas sobrancelhas. - Eu que a aconselhei te dizer como ela se sente trabalhando com o que você faz Antonella. Não é todos que gostam disso. É muita gente, é muito trabalho. Minha mãe diz. - Então? O que você pensa em fazer da vida? Eu não vou te obrigar a trabalhar comigo Alicia. Te ofereci um trabalho para que você pudesse ter seu próprio dinheiro e também que não focasse na morte dos seus pais, principalmente da sua mãe que é mais recente. - Eu não sei ainda, mas eu não quero voltar a trabalhar com você. - Ok. Procure algo que você se encaixe, volte a estudar algo que você goste e tudo para mim ficará bem. - Deixa ela descansar um pouco filha. Já disse para ela que se a mesma quiser, ela pode continuar aqui pensando no que vai fazer da vida. Dou de ombros. - Espero que você tome uma posição logo. Falo indo para cozinha. Alicia nunca foi de trabalhar. Quando ela morava com a mãe, não se dispôs em nenhum momento a trabalhar, mesmo com a sua mãe doente, precisando de remédios caros. Ela não se atentava as necessidades da mãe e nem dela mesma, então aqui ela não terá mordomia. Eu não quero saber o que ela andou conversando com a minha mãe, mas Dona Celine não vai dar luxo para Alicia mesmo. Eu não vou deixar. Mesmo sem precisar eu sempre trabalhei, pelo menos desde os dezoito, quando assumir a responsabilidade de ter o meu próprio negócio, e se eu precisasse eu lutaria até o fim, porém eu não sei o que se passa na mente da minha prima. Ela tem vinte e sete anos, precisa se decidir logo o que quer da vida. Volto para sala e Alicia não está mais lá. - As vezes você é muito dura com ela. Minha mãe diz e eu me sento. Seu pai e eu nunca exigimos nada de você e acho que você está sendo bem dura com ela. - Eu não acho. Mas enfim eu não quero falar de Alicia. Ela já é bem grandinha para poder saber o que faz da vida. Agora podemos ir para nosso compromisso? - Onde vamos? Ela pede com um sorriso enorme no rosto. Parece uma criança. - Surpresa dona Celine. Espero que você goste. Ela se levanta. - Vou pegar minha bolsa. Sorrio da empolgação dela. Espero que ela continue assim. Ela voltou com sua bolsa e assim eu peguei a chave do carro dela, porque o meu ainda estava com Pietro. Saímos rumo ao nosso destino. Ela estava empolgada para saber onde iríamos e o que faríamos. Mas não contei a ela. Só iria fazê-lo quando chegasse ao nosso destino. Cheguei no nosso destino e minha mãe estava olhando para o lugar atenta. Ela ainda estava dentro do carro olhando pela janela. - É um lugar de dança? Ela indaga intrigada. - Sim mãe. Trouxe a Sra para fazermos uma aula de dança. Vamos fazer uma terapia dançante. Digo sorrindo e tirando meu cinto de segurança. Não está animada? - Estou, mas estou com receio. Tem muito tempo que não danço. - Então vamos recuperar esses pés e pernas adormecidos. Hoje vamos dançar muito. Ela sorrir para mim e tira seu sinto também. Descemos e fomos para o salão de dança. Chegamos na recepção e eu digo que tenho reservas para duas pessoas. Ela confirma os nossos nomes e assim entramos. Um professor já nos cumprimenta. A sala tinha umas dez pessoas contando comigo e minha mãe. O professor pega uma mulher para começar a nos ensinar a dança. Ela mostra uma vez e assim começamos a dança em pares. Danço com a minha mãe. Ela para algumas vezes rindo, porque ela realmente perdeu o jeito. Mas retomamos, não quero que ela deixe se abater por não conseguir dançar. Então o professor a puxa para dançar salsa, e a mesma fica toda envergonhada. Sorrio dela. Mas ela aos poucos vão seguindo os passos dele. Acho isso ótimo. Quero muito que ela volte a viver, que deixe de pensar no meu pai, que deposite sua felicidade nela mesma e não em uma terceira pessoa. A aula termina duas horas depois e vejo minha mãe sorrindo novamente, seus olhos tem um brilho novo. Ela está feliz. - Gostou mamãe? - Amei Antonella. Obrigada por vim comigo. Obrigada por me fazer enxergar que a vida continua. - Que ótimo que estou conseguindo mãe. Não quero ver a Sra triste em casa. Quero ver a alegria que estou vendo agora. - Vamos aos poucos. Não me sinto cem por cento, mas já me sinto melhor. - Fico feliz com isso. Amanhã tenho outra coisa para gente fazer. - Você está falando sério? Sorrio da empolgação dela. - Sim mãe. Eu estou determinada a te trazer de volta vida, mesmo que eu tenha só dois dias na semana para fazê-lo, eu quero a minha mãe alegre de volta. - E onde vamos amanhã? Indagou divertida. - Segredo mãe. E agora vamos comer alguma coisa no shopping e podemos até comprar umas roupas de ginástica. - Roupas de ginástica? - Sim mãe. Vamos as duas para academia, vamos correr pela manhã, vamos fazer pilates, dentre outras coisas. Então se prepare porque a Sra terá muitas atividades quando eu estiver em casa. Meu celular toca e vejo que é Henry. Atendo. Oi amor. - Onde você está? Ele indaga parecendo com raiva. - Estou saindo da escola de dança com minha mãe. Você sabia que eu viria. Porque? Ele parece respirar aliviado. - Nada. E sua mãe gostou? - Está toda feliz aqui do meu lado. - Quem é filha? Mamãe questiona. - É Henry mãe. Ele está perguntando se a Sra gostou? - Amei, e quero voltar. - Está ouvindo amor? - Sim. Até a voz dela é outra. - Sim. Ela está animada. - Que bom. Tenho uma reunião agora. Depois nos falamos. - Tudo bem. Vai lá. Te amo. Bjs. - Também te amo. Desligamos e eu estranho o jeito dele no começo. Espero que ele não tenha sido afetado pela sua insegurança. As vezes ele tem um rompantes de ciúmes de insegurança. E espero que não seja isso, porque a cobrança vem em dobro. Resolvo hoje dar atenção a minha mãe que está mais que feliz com nosso dia.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR