Trabalho Oral (Caminah)

1420 Palavras
POV Dinah Camila estava querendo me enlouquecer, só podia! Eu havia contratado ela pra ser minha secretaria fazia um mês e durante esse mês, não teve um único dia que eu não ficasse de p*u duro. Aquelas saias sociais tão coladas, marcando aquela b***a enorme e perfeita. A blusa social, enfiada na saia e deixando sua cintura fina marcada. Os sapatos de salto alto. Aquele cabelo que caia como uma cascada nos ombros. Tudo nela era perfeito. E pra piorar a minha situação, ela vivia se abaixando pra pegar coisas nas gavetas de baixo da sua mesa. E quando vinha me entregar algo e se curvava ao me entregar os papéis, eu podia ver seus s***s cobertos pelo sutiã. E como se não bastasse isso, ela parecia notar que me excitava e se aproveitava da situação. Sempre que vinha me mostrar alguma coisa, parava de pé do meu lado se curvava na minha altura, deixando os p****s praticamente na minha cara. Eu não estava aguentando mais aquilo. Eu sentia que ia morrer de frustração s****l se não fizesse algo. Camila parecia se divertir me provocando, o que me levava a pensar que ela também queria que rolasse algo. Então, eu decidi tentar a sorte. Estavamos as duas no meu escritório, arquivando coisas pendentes quando eu resolvi dar o primeiro passo. Como quem não queria a coisa, deixei minha caneta cair entre as coxas dela e coloquei a mão lá pra pegâ-la. Me desculpei enquanto pegava a canela mas aproveitei pra alisar discretamente a coxa dela. Ela mordeu o lábio mas continuou com o que estava fazendo. Eu sorri ao ver que ela tinha entrado no meu jogo e continuei com o trabalho também. Não demorou muito e senti um liquido morno cair bem no meio das minhas pernas. Olhei pra Camila e vi que ela tinha derramado o resto do seu café nas minha calça. Ela colocou a chícara de volta na mesa e tapou a boca com a mão, fingindo estar surpresa. "Me desculpa, chefinha. Eu sou um desastre mesmo. Mas não se preocupa que eu limpo pra você." Já pela voz sensual que ela estava usando eu percebi que ia rolar p*****a. Camila levantou da cadeira e saiu da minha sala, voltando pouco depois com uma caixa de lenços umedecidos. Ela caminhou até mim e virou a cadeira com rodas pra que eu ficasse de frente pra ela, antes de se ajoelhar na minha frente. Então ela pegou um lenço da caixa e começou a esfregar o meio das minhas pernas, bem em cima do meu p*u. Eu olhava pra ela ali, ajoelhada na minha frente, e só pensava em sentir aquela boca no meu m****o. Quanto mais ela esfregava, mais duro o meu p*u ficava, até que o volume na minha calça se fez visivel. Eu mordia o lábio pra não gemer com aquilo e ela se divertia, fingindo limpar o estrago que fez. Depois de algum tempo, ela parou e olhou pra mim, dizendo: "É, acho que não vai sair. Melhor você tirar as calças que eu levo na lavanderia aqui de baixo, até a gente acabar aqui elas já estão lavadas e secas." Sem nem me esperar responder, ela foi abrindo os botões da minha calça e logo o zíper. Ela puxou a calça pra baixo e eu levantei a b***a da cadeira, ajudando ela a baixá-las e logo tirá-las. Ela ficou olhando o volume na minha cueca boxer com cara de safada e lambendo o lábio e eu resolvi adiantar aquilo. "Ou melhor ainda, você deixa a porcaria da calça ai e me ajuda com isso aqui." Segurei meu p*u e dei uma leve apertada, gemendo baixinho.  Ela sorrio pra mim e, apoiando as mãos nos meus joelhos, esticou o corpo e me beijou. Foi um beijo quente e nada inocente ou calmo. Sua lingua invadia a minha boca e logo a minha lingua invadia a dela, num beijo selvagem e cheio de desejo. Enquanto nos beijavamos, ela alisava e massageava meu p*u por cima da cueca, me deixando louca pra jogar tudo que tinha na mesa no chão e comer ela ali mesmo. Mas ao parecer ela tinha outros planos. Ela parou o beijo com violência e baixou minha cueca até os tornozelos. Logo ela abriu um pouco mais minhas pernas, ficando no meio das duas, e segurou meu p*u pela base. Olhou pra mim e piscou com um sorriso sacana nos lábios, antes de colocar a lingua pra fora e passar a mesma por todo o meu m****o. Eu suspirei ao sentir a lingua molhada e quente e ela deu um banho de gato em todo o meu p*u. Eu só conseguia olhar ela enquanto ela me lambia, era uma visão e tanto. Aquela mulher linda, lambendo meu p*u como se fosse um picolé. Segurei o cabelo sedoso dela, fechando meu punho no mesmo e então, ela começou a chupar. Primeiro chupou apenas a cabeça e eu quase gozei só de ver aquela boca gostosa fechada em volta da cabeça do meu p*u. Ela me olhava enquanto chupava com aqueles grandes olhos castanhos e eu olhava de volta pra ela. Depois de muito brincar com a cabeça do meu m****o, ela baixou a boca, engolindo metade do meu p*u. Eu via que ela tentava baixar mais mas se engasgava, então ela ficou chupando a metade e punhetando a outra metade. Ela subia e baixava a cabeça no meu p*u e segurava minhas bolas, fazendo uma massagem suave e gostosa nas mesmas. Meu corpo ficava cada vez mais quente e eu já começava a suar. Camila continuava impecável, tanto sua roupa quanto seu rosto, fazia aquilo sem o menor esforço como se não fosse nada. Apenas seu cabelo estava bagunçado, graças a minhas mãos inquietas que seguravam nos fios castanhos. Suas sugadas eram cada vez mais fortes e eu não aguentava mais manter os olhos abertos, por muito que eu quisesse vê-la engolir meu p*u uma e outra vez. Tive que fechar os olhos e jogar a cabeça pra trás, enquanto apertava o cabelo dela. Eu esperava não estar machucando ela mas naquele momento isso era a última das coisas na minha mente. Eu só pensava em gozar. Em encher aquela boca perfeita de p***a ou de pintar seu rosto. Camila parou de chupar por um instante e continuou punhetando meu p*u, enquando perguntava: "Quer gozar onde? Na minha boca ou no meu rosto?" Com dificuldade, abri os olhos para olhá-la e respondi: "No seu rosto." Eu achava mais excitante ver minha p***a cobrindo aquele rostinho de menina que ela tinha. Ela sorriu e baixou a cabeça, colocando os lábios nas minhas bolas. Começou a dar pequenas lambidinhas nas minhas bolas, que logo se converteram em chupadinhas. Aquilo era demais! Eu não ia aguentar muito mais. Tirando a mão dela do meu p*u, eu mesma passei a punhetar eu p*u enquanto ela se fazia com as minhas bolas. Ela chupava, lambia, passava a ponta do nariz e eu ia à loucura, punhetando meu p*u cada vez mais rápido até que senti que ia gozar. "Camila, vou gozar." Eu disse com a voz falha, quase atingindo o orgasmo. Ela sem perder tempo, parou de brincar com minhas bolas e colocou o rosto bem na frente do meu p*u, esperando eu gozar. Eu segurei o queixo dela com uma mão e com a outra continuei me masturbando. Fiquei nisso até que vários jatos de p***a quente sairam da pequena a******a da cabeça do meu p*u e cairam certeiros no rosto de Camila. Quando eu terminei de gozar, tinha p***a nas suas bochechas, no nariz, na testa, nos lábios e até em uma das pestanas dela. O rosto dela estava literalmente coberto de p***a. Eu me encostei na cadeira, me recuperando do orgasmo enquanto ela passava os dedos pelo rosto, recolhendo minha p***a e lambendo que nem uma gata. Ri com a comparação, pois todo mundo sabe que gatos gostam de leite. Ela continuou chupando minha p***a dos seus dedos e logo pegou alguns lenços umedecidos e passou pelo rosto, limpando o mesmo. Eu pensei que iriamos t*****r depois daquilo mas ela se levantou do chão, arrumando o cabelo e ajeitando a roupa e me deu um selinho. Ela olhou no relógio e logo olhou pra mim, sorrindo. "Meu expediente acabou." Ela pegou a bolsa e já ia saindo da sala quando eu falei: "Tem certeza que não quer fazer horas extras?" Ela deu uma risadinha e me olhou da porta. "Quem sabe amanhã, chefinha." Piscou pra mim e foi embora. Eu fiquei ali, nua na parte debaixo, com a calça manchada e molhada e com um monte de trabalho pra terminar. Aquela mulher realmente queria me enlouquecer.
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