Tudo Vai Ficar Bem (Camally)

2500 Palavras
POV Camila "Isso é hora de chegar em casa, Camila?" Mal coloquei os pés em casa, minha mulher me bombardeou com a pergunta. Eu fechei a porta com cuidado, pois já era tarde e nosso filho estava dormindo, e tirei o casaco enquanto olhava ela. "Desculpa, amor. Os inversores nos chamaram pra tomar umas bebidas depois da reunião e não tinha como dizer não ou eles cancelavam o contrato." "E custava avisar?" Ela deu as costas pra mim e subiu as escadas, indo pro quarto. Eu fui atrás dela, rezando pra não tivesse briga de novo. Fiquei olhando as coxas e a b***a dela enquanto ela subia as escadas. Ela estava usando uma camisa grande e folgada que apenas tapava a b***a e eu mordi meu lábio ao ver a pele bronzeada exposta. Fazia mais de uma semana que nós não transávamos por culpa do meu trabalho. A empresa pra qual eu trabalhava estava a um tempão tentando conseguir aquele bendito contrato que conseguimos aquela noite e isso absorvia todo o meu tempo. Eu tinha que fazer um absurdo de horas extras e chegava em casa cada vez mais tarde. A maioria das vezes os dois já estavam dormindo quando eu chegava, outras vezes apenas Ally estava acordada. Brigamos mais aquela maldita semana que em oito anos de casamento mas felizmente, agora que o maldito contrato estava assinado, eu voltaria ao meu horário de trabalho normal. Eu estava morrendo de saudade do meu pequeno. Só via ele de manhã e o único tempo que passávamos juntos eram os minutos que demorava a volta de carro até a escola. E claro, também estava morrendo de saudade da minha mulher. Nós m*l estávamos nos falando aquela semana, cada vez que eu chegava perto dela, ela se afastava. E aquilo estava acabando comigo. Juntando o stress e a frustração s****l na qual eu estava, eu sentia que ia explodir a qualquer momento. Eu entrei no quarto depois dela e guardei meu casaco no armário. Logo sentei na cama e tirei os sapatos enquanto ela estava ali de pé, me olhando. "Sabia que tive que levar o Josh no hospital hoje?" Eu levantei o olhar pra ela, parando o que estava fazendo. "No hospital por quê? Como é que você não me fala isso antes?" Ela cruzou os braços, parada no mesmo lugar. "E você acha que eu não tentei, por acaso? Liguei pra droga do seu celular um milhão de vezes mas você não atendeu!" Eu suspirei, terminando de tirar os sapatos e levantei da cama, olhando pra ela. "Eu esqueci o celular no escritório. O que aconteceu com ele? Ele está bem?" Ela saiu de perto, como se não quisesse que eu chegasse nem perto dela. "Ele deslocou um dedo da mão no recreio, jogando futebol. Não foi nada grave mas ele chorou o dia inteiro. Colocaram uma tala de proteção no dedo e passaram um antibiótico mas o efeito não dura muito e toda vez que passa ele volta a chorar. O médico disse que o primeiro dia é normal sentir dor por causa do inchaço mas que a partir de amanhã, usando a tala e tomando o antibiótico não vai doer mais." Eu fiquei no chão com aquilo. Meu filho no hospital e eu sem saber. De todos os dias que eu tive pra esquecer a droga do celular, tive que escolher justo aquele. Apenas dei graças a Deus que ele tinha só deslocado o dedo e não quebrado, me doia o coração de imaginar o meu pequeno sentindo dor. Fui no quarto dele, abrindo a porta com cuidado pra não acordá-lo. Encontrei ele dormindo, todo coberto e apenas com o braço da mão machucada pra fora. Segurei o bracinho dele com cuidado, sentando na cama e olhei os dedos ligados com a tala. Me deu um aperto no coração saber que ele passou o dia todo chorando com dor e que eu não estive do lado dele. Dei um beijo na mãozinha dele com cuidado e passei a mão pelo cabelo e pelo rostinho dele. Ele se agitou um pouco e abriu um olho, me olhando. "Mama?" Ele perguntou com voz de sono. Eu sorri pra ele e continuei alisando o rostinho dele. "Oi, meu amor." Ele abriu também o outro olho, lutando contra o sono e levantou o bracinho, me mostrando o dedo machucado. "Eu machuquei o dedo hoje, olha." Eu segurei a mãozinha, fazendo carinho no braço dele. "Eu vi, meu anjo." "Doeu muito e eu chorei bastante mas a mamãe veio logo me buscar. Fizeram uma foto do meu dedo e colocaram gelo e depois me deram uma injeção." Ele fez careta enquanto contava. "Mas depois parou de doer e o médico colocou isso aqui." Ele me mostrou a tala novamente e eu sorri, esperando ele terminar de me contar. "Mas depois começou a doer de novo, sabe? E eu tive que tomar remédio pra passar." "E agora tá doendo, filho?" Ele balançou a cabeça. "Não mas tá coçando e não posso coçar." "Já já passa." Beijei a testa dele. "Me perdoa por não ter estado aqui. Eu esqueci meu celular e a mamãe não pôde me avisar." Ele assentiu devagarinho. "Não tem problema, mama. A mamãe e o tio Troy ficaram cuidando de mim." Senti meu sangue ferver ao escutar o nome daquele homem e ainda mais de saber que ele passou o dia com o meu filho e com a minha mulher, na minha casa. Aquele i****a arrastava uma asa pra Ally e eu odiava ele. Tentei não demonstrar meu ódio e voltei a cobrir o meu filho, colocando com cuidado a mão machucada na cama. "Agora dorme, meu amor. Amanhã eu vou ficar em casa com você e a gente faz o que você quiser, tá bem?" Ele abriu um sorriso pra mim. "Sério, mama? Promete?" Assenti, levantando da cama. "Sim, filho. Prometido." Dei outro beijo na testa dele. "Boa noite, meu anjo. Te amo." Ele respondeu um: "Boa noite, mama. Também te amo." E eu sai do quarto, fechando a porta. Quando voltei pro quarto, Ally estava sentada do lado dela da cama com os óculos de grau na cara, corrigindo provas. Ela era professora de inglês e dava aulas numa escola perto da nossa casa. Eu fechei a porta do quarto e fiquei encarando ela, de pé do outro lado da cama. "Posso saber o que o Ogletree tava fazendo aqui?" Ela nem levantou os olhos do monte de papel pra me responder. "Fazendo o que você deveria ter feito. Me ajudando a cuidar do nosso filho." Minha raiva aumentou ainda mais com essa resposta dela. "Só faltou você falar que ele estava me substituindo." Ela deu um suspiro, colocando aquele monte de provas em cima do criado mudo e tirando os óculos. "Camila, eu não estou nem um pouco afim de brigar." "Ah mas hoje quem quer brigar sou eu!" Eu tentei manter a voz baixa pro nosso filho não escutar. "Aquele i*****l arrasta um bonde pra você e você sabe disso! Ai eu chego em casa e descubro que ele passou o dia brincando de casinha com a minha familia!" Ally passou as mãos pelo cabelo, levantando da cama. "Pára com isso, Camila! Ele só ficou aqui um pouco enquanto eu fazia o jantar porque o Josh estava com dor e não queria ficar sozinho." Eu cruzei os braços, ainda encarando ela. "E o que ele estava fazendo aqui? Tem trocentas pessoas que podiam cuidar do Josh, por quê ele?" "Porque ele trabalha na escola do Josh e sabia que ele tinha se machucado e veio ver como ele estava. Só isso!" "Eu não quero aquele homem na minha casa e muito menos perto do meu filho!" "Deixa de ser infantil, Camila!" "Infantil? Aquele cara está tentando roubar minha mulher e ainda fica usando meu filho pra isso e você vem me chamar de infantil? Aposto que você adora quando ele dá em cima de você, isso sim!" Ela literalmente avançou em mim, me dando um tapa forte na cara. Ela me olhava com os olhos brilhando de raiva e a respiração ofegante. Eu nunca tinha visto ela tão brava como naquele momento. "Me respeita, Camila! Quem você acha que eu sou pra falar comigo desse jeito? Ele nunca deu em cima de mim porque nós somos apenas amigos e se ele algum dia ele desse em cima de mim, a primeira coisa que eu faria seria colocar ele pra fora. Ao contrário de você, eu te respeito!" Depois de gritar aquilo na minha cara, ela passou por mim pra ir pro banheiro mas eu segurei a mão dela pra que ela parasse. Ela puxava o braço, tentando se soltar mas eu não largava. "Me solta, Camila!" Eu puxei ela pra perto e abracei ela. Ela se debatia, rejeitando meu abraço e tentando se livrar mas eu abraçava com mais força. "Me perdoa. Eu não queria falar aquilo." Ela continuou se debatendo um bom tempo mas eu era mais forte que ela e ela acabou cansando. Eu abraçava ela, alisava suas costas, beijava seu rosto. Eu precisava demonstrar que estava ali, que apesar da crise pela qual estávamos passando, eu continuava ali. Tinha que demonstrar que eu ainda a amava e que não queria perdê-la. Ela e Josh eram tudo pra mim e doia só de pensar que eu podia perder eles. "Por favor, me perdoa. Eu não queria te ofender." Eu falava no seu ouvido, depois dela se acalmar nos meus braços. "Eu tenho medo de te perder, Ally. Tenho medo de perder você e o Josh. Muito medo mesmo! Eu me sinto ameaçada por aquele homem e não posso evitar agir assim. Eu tenho medo que você canse de mim ou ache que estaria melhor sem mim." Eu não pude evitar derramar algumas lágrimas. Eu estava no meu limite. O stress do trabalho, o sentimento de culpa de não ter estado ali quando meu filho precisou de mim, o medo de perder a minha mulher... Tudo aquilo resultou naquelas lágrimas que caiam pelo meu rosto. Foi então que senti ela me abraçar de volta. Seus braços rodearam a minha nuca e eu encostei a cabeça no ombro dela enquanto ela mexia no meu cabelo. "Você não precisa se sentir ameaçada. Eu te amo, Camila. Tira essa idéia absurda de que o Troy é uma ameaça da sua cabeça, porque ele não é. Nós somos apenas amigos, ele tem uma namorada a vários meses. Além do mais, mesmo que fosse verdade que ele gostasse de mim, jamais seria correspondido porque é você que eu amo. Você não vai nos perder." Aquilo me tranquilizou bastante. Eu continuei abraçando ela, parecia até que eu tinha medo de soltá-la. "Me sinto uma i****a agora." Eu me afastei um pouco pra poder olhá-la. "Eu também te amo, demais. Eu sei que esses últimos dias foram duros mas eu prometo que a partir de agora acabou. Eu vou passar mais tempo com você e com o Josh e não vou perder mais nada que acontecer com ele." Eu segurei o rosto dela, dando um selinho demorado em seus lábios. "Podemos esquecer essa semana?" Ela apenas assenti e eu voltei a encostar meus lábios nos dela, beijando ela com calma. Nosso beijo começou calmo mas logo se transformou num beijo quente e apressado. As duas sentiamos falta do toque uma da outra. Ally logo começou a abrir os botões da minha camisa social, sem parar o beijo e eu ajudei ela a tirar a minha camisa. Eu já sentia meu p*u endurecer dentro da calça e estava louca pra estar dentro dela depois de tantos dias. Eu subi a camisa que ela estava usando, deixando ela apenas de calcinha já que ela não estava usando sutiã. Fiquei olhando o corpo pequeno e moreno dela enquanto ela abria minha calça. Sem perder tempo, já desesperada por t*****r com a minha mulher, eu tirei as calças e a cueca boxer. Ela fez o mesmo com a calcinha e deitamos na cama, eu por cima dela. Ela abriu as pernas, me deixando deitar no meio delas e voltamos a nos beijar com vontade. Eu tinha sentido tanta falta daquele beijo e daquele corpo. Quando paramos o beijo, eu desci meus lábios pro pescoço dela, chupando e mordendo de leve o mesmo. Ally gemia baixinho no meu ouvido e alisava minhas costas com suas pequenas mãos. Nenhuma das duas estava com paciência para preliminares depois de quase duas semanas sem sexo e eu logo entrei nela devagar, arrancando gemidinhos e suspiros dela. Fiquei algum tempo parada ali, só sentindo o calor da b****a dela envolvendo meu p*u. Tinham sido duas semanas sem sexo mas mais pareciam dois anos de tanto que eu senti falta daquilo. Ally também parecia sentir falta, pois sua b****a estava literalmente sufocando o meu p*u. Depois de algum tempo, eu comecei a me mexer. Comecei com estocadas longas e lentas, prolongando um pouco mais a nossa agonia. "Camila, mais rápido!" Ao escutar o pedido da minha mulher, na mesma hora aumentei a velocidade e intensidade das minhas estocadas. Eu fodia ela rápido e com força, fazendo a cabeçeira da cama bater na parede de tão forte que eu estava metendo. Ally se controlava pra não gemer alto, mordendo a própria mão e eu mordia meu lábio com força com o mesmo fim. Ela enrolou as pernas na minha cintura, puxando meu corpo de encontro ao dela com os pés enquanto cravava as unhas da mão livre no meu ombro. Eu me apoiava as mãos na parede e estocava com força, rebolando um pouco as vezes pra aumentar o prazer dela. Enquanto eu entrava e saía de dentro dela, eu olhava seu rosto de prazer e aquilo me excitava mais ainda. O rosto de prazer dela era lindo, perfeito. Ela era toda perfeita. Eu continuei me apoiando na parede com uma mão e com a outra eu comecei a bulinar o c******s duro e molhado de Ally pra que ela gozasse mais rápido, pois eu sentia que não ia aguentar muito mais. Ela gemeu, colocando a mão por cima da minha e me mostrando como ela queria que eu tocasse ela. Eu continuei seguindo suas instruções, minhas estocadas eram agora irregulares e sem ritmo. Eu estava louca pra gozar logo e sentir a mordida que Ally deu no meu ombro quando ela atingiu seu próprio orgasmo, me fez parar meus movimentos e jorrar toda a minha p***a dentro dela. Ela jogou a cabeça na almofada, respirando ofegante enquanto eu ainda descarregava meus últimos jatos dentro dela. Ao terminar de gozar, eu tirei meu p*u de dentro dela bem devagar, fazendo com que uma boa quantidade do meu g**o saisse de dentro da b****a dela e sujasse o lençol. Eu rolei pro lado e deitei de barriga pra cima do lado dela, também respirando ofegante. "Nós não podemos passar outras duas semanas sem isso." Ela disse, ainda recuperando o fôlego. Eu dei uma risadinha ao escutá-la. "Não mesmo. Nunca mais." Depois de que ambas recuperassemos o fôlego e voltassemos a respirar normalmente, eu virei de lado e beijei ela com calma. Ela respondeu o beijo e no final ambas sorrimos uma pra outra. "Eu te amo." Eu disse, olhando em seus olhos. Ela sorriu novamente e alisou meu braço. "Eu também te amo. Agora vamos trocar esses lençóis e tomar um banho antes de dormir."
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