POV Ally
"Não olha por onde anda, não?!" Gritei pra jardineira da minha casa, que esbarrou em mim ao entrar na cozinha.
Ela não falou nada, nem se deu ao trabalho de pedir desculpa. Pegou o produto que estava buscando no armário e saiu por onde tinha entrado, sem nem olhar na minha cara.
"i****a!"
Aquela mulher era super sem educação. Eu não sei como meu pai ainda não despediu ela. Se dependesse de mim ela já estaria na rua a muito tempo!
Eu comprovei se ela não tinha sujado meu vestido com o esbarrão, antes de sair de casa. Ela vivia suja de terra e grama e a última coisa que eu precisava era uma mancha no meu vestido novo.
Sai de casa, com os olhos grudados no meu celular enquanto ia trocando mensagens com minhas amigas, quando senti um monte de água ser jogada em cima de mim. Água suja de terra como se não bastasse. Olhei na direção de onde veio aquela água e vi a i*****l da jardineira com um balde na mão.
"Garota, qual é o seu problema?!" Eu gritei, indo pra cima dela. "Sua i****a, por quê você fez isso?!"
Eu tentei empurrar ela mas ela era bem mais alta que eu e mais forte e quase não se moveu do lugar. Mas eu continuei dando empurrões nela e xingando e ela só tirava minhas mãos cada vez que eu a empurrava. Eu estava com tanto ódio que se eu pudesse eu matava aquela ignorante.
"Ally, pára com isso!" Escutei minha mãe gritando da porta da cozinha.
Eu parei de empurrar a jardineira e virei pra encarar a minha mãe. "Essa desgraçada jogou água suja em mim!"
"Foi sem querer, dona Hernandez. Não vi ela passando." A i*****l se defendeu.
"É mentira, mãe! Ela fez de propósito!"
Minha mãe suspirou, balançando a cabeça. "Por favor minha filha, pare com a implicância. Por quê Dinah faria isso?"
Eu olhei de volta pra i****a que sorria e assentia com a cabeça e meu ódio só aumentou. Voltei a olhar pra minha mãe mas ela nem me deixou falar mais nada e apenas me mandou ir tirar a roupa molhada. Assim que minha mãe sumiu dentro de casa, eu encarei a jardineira, colocando o dedo na cara dela.
"Isso não vai ficar assim, sua i****a!"
Ela deu um sorrisinho prepotente e eu revirei os olhos, indo pra dentro de casa. Fui pro meu quarto e tirei o vestido molhado e sujo. Aquela mulher ainda me pagava!
No dia seguinte era sábado e como já tinha começado a fazer calor, eu decidi passar a manhã tomando sol.
Coloquei meu biquini, peguei minha toalha de praia e fui pra piscina. Estendi a toalha em uma das espreguiçadeiras e me sentei, passando bronzeador pelo corpo. Quando terminei, me deitei e fechei os olhos.
Minha paz durou pouco, pois logo apareceu a insuportável da Dinah dizendo que tinha que cortar a grama.
"Corta mais tarde! Não tá vendo que eu estou tomando sol?"
Escutei um grunhido vindo dela mas nem liguei e continuei com os olhos fechados. "Seu pai mandou eu cortar a grama agora. Portanto, faça o favor de sair dai."
Eu abri os olhos e me apoiei nos cotovelos, olhando pra ela. "Quem você acha que é pra vir me dar ordem, hein? Você que é a empregada aqui, eu que te dou ordens."
Ela deu uma risada debochada. "Quem paga meu salário são os seus pais, portanto eles que me dão ordens. Não você, sua pirralha."
Eu levantei da cadeira e fiquei na frente dela, com as mãos na cintura, encarando ela. "Do quê que você me chamou, sua i****a?"
Ela chegou mais perto de mim, dizendo: "Pirralha. Mimada. Fresca. Insuportável." Ela ia chegando cada vez mais perto, me fazendo retroceder. "Se acha melhor que os outros só porque nasceu em berço de ouro. Sabe por quê eu não te respondo? Porque não sinto o mínimo respeito por você. E sabe o que eu acho sobre você? Que alguém deveria te ensinar a virar gente."
Eu já estava com a mão levantada pra cruzar a cara dela quando ela segurou meu pulso, me parando. Eu tentei soltar minha mão mas ela apertou mais, chegando a machucar meu pulso.
"Ninguém nunca me deu um tapa na cara, não vai ser uma filhinha de papai que vai dar."
Eu continuava tentando me soltar mas só conseguia me machucar mais. "Me solta, sua bruta! Tá me machucando!"
Ela deu um sorriso sinistro e continuou apertando. "É pra machucar mesmo."
Ela me soltou depois de algum tempo e eu olhei meu pulso que estava vermelho e fiquei esfregando pra passar a dor. Eu olhei pra ela com raivae ela continuava com aquele sorrisinho i****a nos lábios. Eu nunca odiei tanto uma pessoa como eu odiava aquela mulher.
"Eu vou contar isso pro meu pai e você vai pro olho da rua, idiota."
"Não me importa. Na verdade, eu cansei de trabalhar aqui e ter que aguentar as suas birras. Só tem uma última coisa que eu quero fazer com você antes de ir embora."
Eu dei alguns passos atrás, com medo que ela estivesse pensando me bater. Ela vinha pra cima de mim e eu me afastava, até que as dobras dos meus joelhos tocaram na cadeira e eu cai sentada na mesma. Ela me olhava como se eu fosse a presa dela e então eu entendi o que ela queria. Não mesmo!
"Você nem pense em encostar em mim, Dinah!"
Ela pouco ligou pro que eu disse e segurou minhas pernas, colocando as mesmas em cima da cadeira. Logo ficou na minha frente e abriu minhas pernas, deitando no meio delas.
"O que você pensa que está fazendo? Sai de cima de mim!"
Ela baixou as mãos pelas minhas coxas e me puxou mais pra perto, fazendo com que minha b****a roçasse no p*u dela. Mesmo por dentro do macacão dela eu podia sentir que seu p*u já estava duro.
"Se você não sair de cima de mim agora, eu vou gritar!"
Ela deu uma risada alta, passando uma das mãos grandes e ásperas pelo meu rosto. "Você vai gritar mesmo, não tenha dúvida. E o melhor de tudo é que estamos sozinhas aqui. Pode gritar o quando quiser que ninguém vai escutar."
"Não encosta essas mãos imundas em mim!"
Eu tentava empurrar ela e dar tapas nos braços e ombros dela mas ela não se imutava. Aquilo parecia excitá-la mais ainda, pois eu sentia o volume no macacão dela aumentar. Dinah desceu a mão até minha barriga e ficou alisando a mesma. A mão dela era áspera e tinha alguns calos e juntando isso com que ela não estava sendo muito gentil que digamos, a sensação não era das melhores.
"Dinah, pára com isso!"
Ela segurou minhas mãos, levando ambas pra cima da minha cabeça e segurando elas lá enquanto me olhava como se eu fosse a sua última comida. E eu só reparava em como aquele macacão de trabalho dela estava sujo. Dinah era bonita, eu não vou mentir mas o que tinha de bonita tinha de bruta e de nojenta. Sabe Deus quando foi a última vez que ela lavou aquele macacão.
"Fica quieta que eu garanto que vou vai amar, pirralha."
Ela me chamava de pirralha como se ela fosse muito mais velha que eu. Eu estava no último ano de escola, tinha dezessete anos e Dinah tinha vinte e dois. Mas ela adorava fazer como se tivesse o dobro da minha idade só porque, segundo ela, era muito vivida.
"Dúvido muito e além do mais eu tenho namorado. E eu estou te dizendo que não quero e não significa não!"
Ela me olhou por uns instantes, aproximando seu rosto ao meu e eu pensei que ela fosse me beijar mas ela só sorriu e depois levantou de cima de mim.
"Tudo bem. Não quer, não quer. Não vou te estuprar."
Ela abriu os botões do macacão, deixando a parte de cima cair e logo tirou os sapatos e começou a desabotoar também a parte de baixo.
"O que você tá fazendo agora? Pensei que tivesse deixado claro que não quero t*****r com você."
Ela revirou os olhos e continuou abrindo o macacão. "Eu estou com calor e vou passar pelo chuveiro e depois vou entrar na piscina."
Mas era muita audácia mesmo!
"A piscina não é para os empregados."
Ela olhou na minha direção, levantando uma sobrancelha. "Prefere que eu continue o que eu estava fazendo?"
Eu fiz uma cara feia pra ela e virei o rosto, cruzando os braços e isso fez ela rir. Nossa, como ela era i****a! Vi ela passar por mim quando eu ainda estava com o rosto virado. Ela estava só com a parte de cima de um biquini e com uma cueca boxer branca. Eu tentei desviar a vista mas era impossivel, aquele volume na cueca dela era tão grande. E quando ela entrou debaixo do chuveiro e molhou o corpo, as linhas do seu p*u começaram a ficar marcadas na tela da cueca e eu mordi o lábio ao olhar. Depois de estar completamente molhada, a cueca branca ficou transparente e eu pude ver o p*u dela. Era grande e grosso e dava pra ver que não tinha pele. Era um p*u perfeito.
Ela me pegou olhando e deu uma risada, me fazendo corar e olhar pra outro lado.
"Pode olhar, pirralha. Eu deixo."
"Vai se f***r!"
Ela não respondeu, apenas mergulhou na piscina e nadou até a parte rasa das escadas. Ela sentou em uma das escadas e ficou me olhando, embora eu não estivesse olhando pra ela eu podia ver que ela me encarava.
Eu não queria admitir mas eu estava completamente molhada depois de ver o p*u dela e fiquei imaginando como seria sentir ele dentro de mim.
"Por que você não vem aqui logo hein, pirralha? Se você não quisesse t*****r comigo como diz já teria ido pra dentro de casa ou teria ligado pro papai fazendo escândalo."
"Dá pra me deixar em paz?!" Eu gritei pra ela, virando meu rosto na sua direção.
Ela levantou os mãos pro alto, rindo. "Não está mais aqui quem falou." Ela saiu da escada e veio nadando até o lado da piscina onde eu estava. "Sabe que você fica bonitinha brava assim. Por isso eu joguei a água em você ontem."
"Sabia que tinha feito de propósito! Nojenta!"
"Vem cá, vem. Vamos fazer as pazes?"
Eu escutei o barulho da água se movendo e olhei pra ver o que ela estava fazendo. Encontrei ela com a cueca na mão, jogando a mesma pra fora da piscina.
"Vamos?" Ela perguntou, piscando pra mim.
Eu fiquei pensando por um tempo. Por um lado eu não queria dar pra ela depois da forma que ela me tratou mas por outro lado eu estava louca pra dar pra ela. Decidi mandar tudo à merda e levantei da cadeira, indo até a piscina. Dinah já sorria e punhetava o p*u duro por debaixo da água. Enquanto eu entrava na piscina e ia até ela, tirei a parte de cima do biquini pelo caminho. Os olhos de Dinah estavam vidrados nos meus s***s enquanto eu me aproximava dela e ela continuava batendo punheta.
Quando eu cheguei nela, eu tirei a mão dela e peguei eu mesma no seu p*u duro. "Agora eu vou te mostrar quem é pirralha." Eu apertei um pouco o p*u dela, fazendo ela gemer de dor.
Eu comecei a punhetar o m****o dela e ela tocava meu corpo, parando as mãos na minha b***a e apertando forte a mesma. Ela não tinha a mínima paciência e foi logo tirando a parte de baixo do meu biquini e me deixando nua.
Colocando as mãos na parte de trás das minhas coxas, ela subiu meu corpo e abocanhou um dos meus s***s. Ela chupava com força, com tanta força que suas sugadas chegavam a machucar. Mas eu secretamente estava amando aquilo. Meu namorado era sempre super carinhoso quando nós transávamos e eu estava adorando não ser tratada como uma boneca de porcelana.
Dinah chupou meus s***s por vários segundos, deixando ambos vermelhos e sensíveis e logo ela me soltou e me virou de costas pra ela. Ela ficou esfregando o p*u na minha b***a e eu esfregava minha b***a de volta no p*u dela.
"Imagina se o papai te vê agora, Ally. Se esfregando no p*u da jardineira que nem uma puta." Ela sussurrava no meu ouvido, me deixando com mais t***o ainda. "Sabe quem deveria estar aqui? Aquele seu namoradinho magricelo, eu poderia dar uma aula de como se come uma mulher pra ele. Porque eu acho que todo esse seu m*l humor é falta de uma boa foda."
Ela puxou meu cabelo pra trás e nos virou, encostando a parte da frente do meu corpo na parede da piscina. Ela continuou segurando meu cabelo com uma mão e com a outra segurou minha cintura com força, colocando o p*u entre as minhas nádegas e esfregando. Eu gemia e me segurava na borda da piscina, amando aquela sensação.
"Quer que eu te coma, pirralha? Diz."
Eu queria mandar ela se f***r. Ela sabia muito bem que eu queria que ela me comesse e ficava perguntando só pra me provocar.
"Diz!" Ela puxou meu cabelo, passando a lingua pelo meu pescoço.
"Me come logo, Dinah!"
Pude sentir o sorriso malicioso dela no meu pescoço e logo ela segurou minha cintura com as duas mão, puxando meu corpo pra trás. Eu curvei as costas e abri um pouco as pernas, deixando o caminho livre pra ela.
Logo senti a cabeça do p*u dela na minha entrada e sem a mínima delicadeza, ela meteu seu p*u todo dentro de mim de uma vez só.
"p***a, Dinah! Vai com calma!"
Ela riu atrás de mim. "Nada de calma, vou te comer não fazer amor com você."
E dito isso, ela tirou o p*u de dentro de mim quase por completo e meteu de novo com mais força ainda. Ela começou com estocadas fortes, jogando meu corpo pra frente cada vez que ela metia o p*u em mim.
Eu só me segurava na borda da piscina, recebendo suas estocadas. Demorou um tempo pra eu me acostumar com o tamanho de um p*u tão grande como aquele dentro de mim. Mas quando minhas paredes vaginais se ajustaram, eu comecei a gemer alto e jogar o corpo pra trás, de encontro ao p*u dela.
Dinah passava as mãos pelas minhas costas e logo terminava na minha b***a, apertando e dando uns tapas fortes na mesma. Eu descobri que gostava de levar uns bons tapas na b***a e ela percebeu, pois continuou batendo enquanto metia em mim.
"Era disso que você precisava, né? Uns tapas nessa b***a. Vou dar todos os tapas que papai e mamãe deveriam ter te dado e não deram!"
Aquilo era um tanto degradante mas muito excitante ao mesmo tempo e eu gemi e até assenti, concordando com o que ela tinha dito.
Ela batia na minha b***a cada vez mais forte, ardia muito mas ao estar na piscina vira e mexe eu sentia a água fria cobrir minha b***a e aliviar a dor. Aquilo era surreal. Eu estava ali, dando e apanhando da mulher que eu mais odiava no mundo. E eu estava amando cada segundo daquilo.
Eu sentia que estava prestes a gozar e avisei pra Dinah pra ela andar logo. Depois de gozar eu ficava super sensível e não ia aguentar continuar levando um p*u daqueles e muito menos com uma força daquelas.
Ela aumentou ainda mais a força das estocadas e segurou minha cintura com as duas mãos, enterrando o p*u dentro de mim. Eu estava gemendo, dando uns gritinhos e quase chorando de tanto prazer quando gozei, prendendo o p*u dela dentro de mim. Ela parou os movimentos ao sentir isso e ficou quieta enquanto eu terminava de gozar.
Ela ainda não tinha gozado e eu pensei que ela fosse continuar metendo em mim, se ela fizesse isso eu não ia conseguir sentar por dias. Se bem que do jeito que ela deixou minha b***a, isso já seria tarefa impossivel de qualquer jeito. Mas ela tirou o p*u de dentro de mim e pediu pra eu sentar num degrau da escada.
Eu sentei em um dos degraus e ela ficou de pé na minha frente, colocando o p*u ainda duro no meu rosto. Eu entendi o que ela queria e abri a boca, colocando a cabeça dentro e chupando. Ela segurou minha cabeça, forçando o p*u dentro da minha boca mas quando viu que eu engasgava e não aguentava nem com metade dele, ela tirou e deixou só a cabeça dentro. Eu chupava a cabeça e punhetava o resto do p*u, rápido querendo que ela gozasse logo.
Ela segurou o meu cabelo com os punhos fechados e com um gemido alto, gozou na minha boca enchendo a mesma com sua p***a quente. Eu fiquei com a boca cheia do g**o dela e fui obrigada a engolir, porque não ia cuspir na piscina. Nunca engoli a p***a do meu namorado e engoli a da i****a da Dinah. Chegava a ter graça.
Dinah se jogou pra trás na água depois de me ver engolir a p***a dela e sorriu de forma vitoriosa pra mim.
"Apaga esse sorrisinho do rosto, Jane! É bom mesmo você pedir demissão porque não quero mais olhar na sua cara."
Levantei e sai da piscina, andando com dificuldade. Escutei o riso dela ao me ver andando estranho e apenas revirei os olhos. Ela podia ser grossa e i****a o quanto fosse mas que era gostosa, era.