POV Camila
Aquilo não podia continuar! Era uma tremenda palhaçada!
Desde que minha namorada ganhou aquele maldito GTA V, ela não largava o controle da PS4. Ela nem piscava quando jogava aquela porcaria e disso já fazia duas semanas. Duas semanas que aquele maldito jogo roubava toda a atenção de Dinah. Duas semanas que ela m*l falava direito comigo por causa daquela desgraça.
Eu estava cansada daquilo e resolvi dar um ponto final naquela situação.
Estávamos no quarto dela e ela; como sempre; estava jogando aquele jogo do demônio enquanto eu fazia a lição de casa. Até os barulhos e as vozes dos personagens daquele jogo já me incomodavam, ainda mais quando Dinah ficava imitando eles. Eu terminei minha lição e revirei os olhos quando ela fez exatamente aquilo, enquanto fazia cara de bandida.
Aquele jogo estava afetando ela.
Eu me sentei do lado dela na cama e ela pareceu nem notar, pois os olhos estavam vidrados na tela da televisão. Eu suspirei e dei um beijo no pescoço dela, tentando conseguir a atenção dela, mas nada. Dei mais alguns beijos no mesmo lugar mas ela nem me olhou. Aquilo já estava me irritando! Fui mais longe e comecei a alisar a coxa dela, bem perto do p*u. O que ela fez, acabou com toda a paciência que me restava. Ela tirou a minha mão da coxa dela e disse:
"Camila, tá me desconcentrando!"
Aquilo foi a gota d'água!
"Chega, Dinah!" Eu me levantei e cruzei os braços, encarando ela. "Eu cansei de ter que competir pela atenção da minha namorada com um video game e ainda perder! Isso tem que acabar, agora!"
"Uhum tá, amor..."
Não, ela não tinha me ignorado e continuado jogando aquela merda! Bom, se ela não me escutava por bem, ela ia me escutar por m*l! Eu fui até a tomada e puxei os fios, desligando o jogo e a televisão.
"Camila! Você tá louca?! Eu tava no meio de uma missão! Por quê você fez isso?"
Agora sim, eu consegui que ela olhasse pra mim. Eu voltei a cruzar os braços e franzi o cenho, enquanto olhava pra ela.
"Você está me zoando, Dinah? Eu estou cansada de dizer que quero a sua atenção e você não tira os olhos desse maldito jogo!"
"E precisava disso? Eu nem tinha guardado!"
Eu respirei fundo e contei até dez mentalmente pra não perder os nervos.
"Olha aqui, Dinah. Eu vou falar isso uma única vez, ou você pára com esse vicio nesse jogo ou eu te juro que eu faço greve de sexo. Vai preferir brincar com essa porcaria ou brincar comigo?"
Ela sorriu e segurou minha mão, me puxando pra sentar no colo dela e eu sorri também. Eu sabia que ela não ia colocar um jogo na frente de sexo. Ela me beijou enquanto apertava minhas coxas e eu segurava a nuca dela e devolvia o beijo. Nosso beijo durou apenas alguns instantes até que ela parou pra me olhar com aquela cara de gato com botas.
"Mas eu posso só terminar a missão?"
Ah não!
"Quer saber, Dinah? Joga essa porcaria até te dar um ataque epiléptico que eu não vou falar mais nada!"
Eu ia levantar do colo dela, preparada pra ir embora mas ela segurou minha cintura para que eu não saísse.
"Eu to brincando, amor. Nossa. Vem brincar comigo, vem." Ela disse com um sorriso malicioso nos lábios.
"Você não tem jeito mesmo viu, Dinah Jane!"
Eu voltei a beijar ela e ela logo colocou as mãos na minha b***a e apertou, me puxando pra mais perto e me fazendo sentar bem em cima do p*u dela. Eu não perdi tempo e comecei a rebolar devagar em cima dela enquanto nosso beijo ficava cada vez mais intenso.
Aos poucos eu fui sentindo o p*u de Dinah endurecer dentro da calça moletom que ela estava usando e minha b****a ficou molhada na mesma hora. Com essa história do jogo, já fazia uns dez dias que nós não transavamos e eu estava subindo pelas paredes. Dez dias pode não parecer muito, mas pra quem está acostumada a t*****r todos os dias, podem acreditar que era!
Ela tirou minha blusa e sorriu quando viu que eu não estava usando sutiã. Logo os lábios quentes e molhados dela estavam em volta do bico de um dos meus s***s e eu fechei os olhos, suspirando com a sensação. Dinah chupava o bico do meu seio com calma e as vezes parava para dar algumas mordidas bem de leve pelo resto dele e minha calcinha ia molhando cada vez mais. Quando ela começou a fazer o mesmo com meu outro seio, colocou as mãos por dentro da minha saia e da minha calcinha e deu um apertão na minha b***a que me fez gemer.
Eu comecei a me esfregar nela, sentindo aquele p*u duro roçar na minha b****a e ela também gemeu, soltando o meu peito.
"Posso te f***r de quatro hoje? Por favor, por favor."
Ela pediu fazendo biquinho e enchendo meu rosto de beijos. Ela estava pedindo com aquele jeitinho todo porque sabia que eu não gostava daquela posição; que era a favorita dela; e só deixava ela me comer assim de vez em quando.
"Não acho que você esteja merecendo, dona Dinah."
"Ai amor, deixa de ser r**m. É o mínimo que você podia fazer por mim depois de ferrar minha missão."
Eu olhei ela feio e ela deu um sorriso, que me fez revirar os olhos. Era muito cara de p*u mesmo!
"Tá bom, mas que fique claro que se você voltar a me ignorar por causa daquela droga de jogo, eu mantenho a promesa da greve de sexo!"
"Pode deixar. Não vou esquecer." Ela respondeu, me dando um selinho.
Eu levantei do colo dela e tirei a minha saia e a calcinha, enquanto Dinah também tirava a calça e a cueca. Fui até o meio da cama dela e fiquei de quatro, esperando ela começar. Minha b****a já estava até doendo de tanto t***o e eu tinha certeza que Dinah estava do mesmo jeito.
Ela se ajoelhou atrás de mim e ficou alisando minhas costas um tempo, antes de apertar minha b***a e começar a esfregar o p*u na minha b****a. Eu por minha vez, também fiquei me esfregando nela, aumentando ainda mais o meu desejo. Dinah ficou me provocando, passando a ponta do p*u pelo meu c******s duro e inchado de t***o e eu só gemia baixinho. Ela chupava o lóbulo da minha orelha enquanto fazia isso, me deixando louca com tanto preliminar.
"Dinah, vai logo!"
Ela deu uma risada da minha impaciência mas atendeu o meu pedido e entrou em mim devagar mas de uma só vez e eu gemi de prazer. Dez dias era realmente muito tempo sem aquilo!
Dinah começou um vai e vem calmo, me fodendo devagar enquanto apertava e massageava a minha b***a. Ela tinha uma obsessão com a minha b***a mas eu não reclamava, muito pelo contrário, eu gostava. Eu só não gostava quando essa tara dela pela minha b***a ia longe demais e ela ficava me alisando e apalpando em algum lugar público ou no meio da escola. Mas depois, até mesmo isso me deixava excitava quando eu lembrava.
Ela aumentou a velocidade das estocadas e o p*u dela ia cada vez mais fundo em mim e eu gemia cada vez mais alto. Eu apertava a colcha da cama dela e jogava a b***a pra trás, arqueava as costas e mordia o lábio. Dinah colocou dois dedos na minha boca e eu chupei eles com vontade, como se estivesse chupando o p*u dela, deixando eles bem molhados. Depois ela levou os dedos até o meu c******s e começou a esfregar ele enquanto me comia. Meus gemidos agora já eram incontroláveis e eu estava prestes a gozar e ela sabia disso.
"Goza pra mim, amor. Goza." Ela disse bem no pé da minha orelha.
O hálito quente dela no meu ouvido, me fez arrepiar inteira e gozar como fazia tempo que eu não gozava. Meu corpo ficou mole e eu deitei o rosto na cama enquanto Dinah me puxou pela cintura, empinando a minha b***a e continuou bombando dentro de mim. Eu estava super sensível mas mesmo assim foi impossivel não sentir um prazer tremendo, tanto que tive que morder o travesseiro dela pra não gritar.
Dinah deu umas quantas estocadas mais e logo gozou dentro de mim, me enchendo com a p***a quente dela e eu gozei pela segunda vez ao sentir isso. Ai sim que meu corpo ficou totalmente mole de vez e eu cai na cama, exausta. Dinah deitou por cima de mim e continuou dentro de mim até o p*u dela começar a amolecer, beijando o meu pescoço e as minhas costas. Eu sorria ao sentir os beijos dela enquanto tentava recuperar o fôlego.
"Eu te amo."
Eu sorri mais ainda ao escutar isso e virei o rosto pra dar um beijo nela.
"Eu também te amo."
"Mesmo você atrapalhando meu jogo."
Filha da p**a!